Autor(es): Guichard, Raul
Data: 2014
Origem: Revista de Ciências Empresariais e Jurídicas
A utilização das notas de pé-de-página ou de rodapés excessiva, desmesurada, acaso excedendo a dimensão do próprio corpo do texto (e o autor deste artigo não escapa, já o constatará o leitor, a essa censura) e com diferentes finalidades, sobretudo nos escritos doutrinários — constitui uma das práticas mais notórias e infamantes dos textos jurídicos; porventura a par dos muito frequentes casos de verbosidade incessante, de "purple prose'', do conceptualismo ainda hoje muitas vezes imperante e do uso excessivo do latim.
A utilização das notas de pé-de-página ou de rodapés excessiva, desmesurada, acaso excedendo a dimensão do próprio corpo do texto (e o autor deste artigo não escapa, já o constatará o leitor, a essa censura) e com diferentes finalidades, sobretudo nos escritos doutrinários — constitui uma das práticas mais notórias e infamantes dos textos jurídicos; porventura a par dos muito frequentes casos de verbosidade incessante, de "purple prose'', do conceptualismo ainda hoje muitas vezes imperante e do uso excessivo do latim.