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TYPE B AORTIC INTRAMURAL HEMATOMA – WHEN A SHEEP BECOMES A WOLF

Author(s): Coelho, Nuno Henriques ; Nogueira, Clara ; Martins, Victor ; Campos, Jacinta ; Coelho, Andreia ; Augusto, Rita ; Pinto, Evelise ; Semião, Carolina ; Ribeiro, João ; Peixoto, João ; Canedo, Alexandra

Date: 2020

Origin: Angiologia e Cirurgia Vascular

Subject(s): Acute aortic syndromes; Intramural hematoma; Penetrating aortic ulcer; TEVAR; Síndromes aórticas agudas; Hematoma intramural da aorta; Úlcera penetrante da aorta; TEVAR


Description

Introduction: Type B aortic intramural hematoma (B-IMH) has a complex and variable natural history: it can remain stable and resolve spontaneously or progress to dissection, aneurysm, ulcer or even rupture. The possibility of disease progression, frequently with mild or no symptomatology, poses a significant treatment dilemma. Clinical Case: We report a case of a 60 year-old-female diagnosed with an acute B-IMH, initially treated medically. However, 1-month control CTA revealed disease progression (increased B-IMH thickness and evolution to an ulcer-like-projection with 20 mm diameter and 11 mm depth). She was submitted to a left carotid-subclavian bypass followed by TEVAR and left-subclavian ostial embolization. During follow-up (5 months) patient remain asymptomatic, demonstrating favorable aortic remodeling. Conclusion: Type B-IMH is a dynamic pathology. From presentation to late follow-up, patients remain at high risk for abrupt catastrophic complications. As reported, TEVAR seems to be a safe and effective approach in the event of unfavorable evolution.

Introdução: O hematoma intramural da aorta tipo B (HIM-B) tem uma história natural complexa e variável: pode permanecer estável e resolver espontaneamente ou evoluir para disseção aórtica, degenerescência aneurismática, úlcera penetrante ou mesmo rotura. Esta possibilidade de progressão da doença, frequentemente associada a sintomatologia frustre, torna a abordagem e tratamento do HIM-B complexos. Caso clínico: Doente de 60 anos, do sexo feminino, com diagnóstico de HIM-B após recorrer ao serviço de urgência por dor torácica, inicialmente sujeita a tratamento médico. No angioTC de controlo, ao 1º mês, foi identificada uma ulceração da parede da aorta (20 mm de diâmetro e 11 de profundidade). Foi então submetida a um bypass carótido-subclávio esquerdo seguido de TEVAR e embolização ostial da artéria subclávia esquerda. Durante o follow-up (5 meses) a doente permanece assintomática verificando-se remodeling aórtico favorável. Conclusion: O HIM-B é uma patologia dinâmica. Desde a apresentação inicial até uma fase avançada do follow-up pode cursar com complicações catastróficas. O tratamento endovascular parece ser uma opção segura e com bons resultados em caso de evolução desfavorável, tal como reportado neste caso.

Document Type Journal article
Language English
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