Autor(es):
Silva-e-Silva, Anna Carolina Alves Gomes da ; Teodoro, Anderson Junger ; Santana, Isabelle
Data: 2021
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Sagu; Etiquetado de alimentos; Manihot esculenta Crantz.; Tapioca pearl; Food labeling; Manihot esculenta Crantz.; Sagu de mandioca; Rotulagem; Manihot esculenta Crantz.
Descrição
The presence of cassava and its derivatives in Brazilian food is expressive, except for cassava sago. Given this scenario, there is a lack of studies that reveal the extension of this food in the Brazilian market. The aim of this work was to elucidate this scenario from market research considering the labeling and advertising information, focusing on the online offer of cassava sago in the Brazilian market. The categories “dry sago”, “mixture for preparing sago desserts” and “ready-to-eat sago desserts” were evaluated considering region of sale and price, quality and identity parameters, list of ingredients, liquid content, nutritional table, portion and homemade measures, information on gluten, lactose and food allergens, packaging and sales or official websites. Eighty-one (81) national products were evaluated, consisting of 75.3% (n=61) dry sago, 19.7% (n=16) mixtures for sago desserts and 5.0% (n=4) ready-to-eat sago desserts. Dry sago showed inadequacies in all categories. The mixtures for preparing sago were adequate regarding labeling of portion and household measures, and information on gluten and lactose. Ready-to-eat sago presented systematic errors for being of the same brand. Therefore, it was possible to deepen the panorama of available products and prices, being the first study carried out for the Brazilian market. Even with a relevant amount of available cassava sago, several brands have inadequate labeling, which proves the need for reformulation. Finally, it is understood that virtual communication channels can be more used to attract the attention of consumers to these products, as long as there is appropriate technical language.
La presencia de la yuca y sus derivados en la comida brasileña es expresiva, a excepción del sagú de la yuca. Ante este escenario, faltan estudios que revelen la extensión de este alimento en el mercado brasileño. El objetivo de este trabajo es dilucidar este escenario a partir de una investigación de mercado considerando el etiquetado y la información publicitaria, centrándose en la oferta en línea de yuca sagús en el comercio brasileño. Se evaluaron las categorías de sagú seco, mezcla para sagú y sagú listo para consumir considerando: región de venta y precio, parámetros de identidad y calidad, lista de ingredientes, contenido líquido, tabla nutricional, ración y medidas caseras, información sobre gluten, lactosa y alérgenos, envases y sitios de ventas o oficiales. Se consideraron 81 productos, de los cuales 75,3% (n=61) fueron sagú seco, 19,7% (n=16) fueron mezclas para sagú y 5,0% (n=4) fueron sagú listo para consumir nacionalmente. Los sagús secos mostraron deficiencias en todas las categorías. Las mezclas para sagús fueron adecuadas en la porción de parámetros y medidas domésticas, información sobre gluten y lactosa. Los sagús listos para comer tenían errores sistemáticos por ser de la misma marca. Por lo tanto, fue posible profundizar el panorama de productos disponibles y precios, siendo el primer estudio realizado para el mercado brasileño. Incluso con una cantidad importante de yuca sagus en el mercado, varias marcas tienen un etiquetado inadecuado, lo que demuestra la necesidad de reformulación. Finalmente, se entiende que los canales de comunicación virtual se pueden utilizar más para atraer la atención de los consumidores hacia estos productos, siempre que exista un lenguaje técnico adecuado.
A presença da mandioca e de seus derivados na alimentação brasileira é expressiva, exceto para o sagu de mandioca. Diante deste cenário, faltam estudos que revelem a extensão desse alimento no mercado brasileiro. O objetivo deste trabalho foi elucidar tal panorama a partir de uma pesquisa de mercado considerando a rotulagem e informações de publicidade, centrando-se na oferta on-line de sagus de mandioca no comércio brasileiro. As categorias sagu seco, mistura para sagu e sagu pronto para consumo foram avaliadas considerando: região de venda e preço, parâmetros de identidade e qualidade, lista de ingredientes, conteúdo líquido, tabela nutricional, porção e medidas caseiras, informações sobre glúten, lactose e alérgenos alimentares, embalagem e sites de venda ou oficiais. Foram considerados 81 produtos nacionais, sendo 75,3% (n=61) sagus secos, 19,7% (n=16) misturas para sagu e 5,0% (n=4) sagus prontos para consumo. Os sagus secos apresentaram inadequações em todas as categorias. As misturas para sagus foram adequadas nos parâmetros porção e medidas caseiras, informação sobre glúten e lactose. Os sagus prontos para consumo obtiveram erros sistemáticos por serem da mesma marca. Logo, foi possível aprofundar o panorama de produtos disponíveis e preços praticados, sendo o primeiro estudo realizado para o mercado brasileiro. Mesmo com uma quantidade relevante de sagus de mandioca no mercado, diversas marcas apresentam inadequação na rotulagem, o que comprova a necessidade de reformulação. Por fim, entende-se que os canais virtuais de comunicação podem ser mais utilizados para atrair a atenção dos consumidores para estes produtos, desde que haja linguagem técnica apropriada.