Author(s): Moreira, Osvaldo Costa ; Mendes, Pedro Henrique Viana ; Santos, Lucas Vieira dos ; Marins, João Carlos Bouzas ; Oliveira, Claudia Eliza Patrocínio de
Date: 2022
Origin: Motricidade
Subject(s): Review Article
Author(s): Moreira, Osvaldo Costa ; Mendes, Pedro Henrique Viana ; Santos, Lucas Vieira dos ; Marins, João Carlos Bouzas ; Oliveira, Claudia Eliza Patrocínio de
Date: 2022
Origin: Motricidade
Subject(s): Review Article
O presente trabalho teve por objetivo revisar sistematicamente a literatura, para avaliar o efeito do alongamento sobre a força muscular de pessoas saudáveis. Foram consultadas as fontes de dados: PubMed, Scopus e Scielo, utilizando-se os critérios de elegibilidade: intervenção com alongamento e medida de desempenho da força muscular, em pessoas saudáveis. Foram incluídos 18 estudos, que atenderam os critérios. Os tipos de alongamento utilizados foram o estático contínuo 20%, estático intermitente 60% e o dinâmico 20%. Os tipos de força avaliados foram: força máxima isométrica (12,5%), força máxima dinâmica (66,66%) e potência muscular (20,83%). 5,5% dos estudos demonstraram aumento da força muscular após o alongamento; 38,8% apresentaram redução, após o alongamento estático; 38,8% não observaram alteração; e 16,6% apresentaram aumento ou redução da força muscular dependendo do tipo de alongamento utilizado. Com base nos trabalhos analisados à realização de alongamento estático de forma prévia ao treinamento de diversas manifestações de força tenderam a reduzir ou não alterar o desempenho muscular. Não foi encontrada uma sinalização clara que o alongamento realizado antes do treino de força promova uma melhora de rendimento muscular.
This work aimed to systematically review the literature to assess the effect of stretching on muscle strength in healthy people. The PubMed, Scopus and Scielo data sources were consulted, using the eligibility criteria: intervention with stretching and measurement of muscle strength performance in healthy people. Eighteen studies that met the criteria were included. The types of stretching used were continuous static 20%, intermittent static 60% and dynamic 20%. The types of strength evaluated were: maximum isometric strength (12.5%), maximum dynamic strength (66.66%) and muscle power (20.83%). 5.5% of the studies demonstrated increased muscle strength after stretching; 38.8% showed reduction after static stretching; 38.8% did not observe changes; and 16.6% had increased or reduced muscle strength depending on the type of stretching used. Based on the studies analyzed, performing static stretching prior to training, various manifestations of strength tended to reduce or not change muscle performance. It was not found a clear sign that the stretching performed before the strength training promotes an improvement in muscle performance.