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Do we still need axillary staging in the context of mastectomy after at least one breast conservative surgery for ductal carcinoma in situ?

Autor(es): Ribeiro, Cátia ; Antunes, Pedro ; Mesquita, Ana ; Martins, Pedro ; Peyriteo, Mariana ; Sousa, Alexandre ; Coimbra, Nuno ; Leal, Conceição ; Abreu de Sousa, Joaquim

Data: 2021

Origem: Revista Portuguesa de Oncologia

Assunto(s): DCIS, mastectomy, breast cancer, biopsy, breast conservative surgery; CDIS, mastectomia, câncer de mama, biopsia, câncer de mama conservador


Descrição

Goals: Sentinel lymph node biopsy (SLNB) is indicated when a mastectomy is performed by Ductal Carcinoma In Situ (DCIS). When mastectomy is performed after one or more attempts of breast conservative surgery (BCS), the need to perform SLNBis questionable. The goal of this study was to determine the histological upgrade rate and SLNB results in this specific group of patients.Methods: Retrospective study of a case series of patients submitted to total mastectomy and SLNB by CDIS after BCS between 2008 and 2016.Outcomes: We analysed 1,071 cases and selected 81 that fulfilled the inclusion criteria. The median age was 55 years. The diagnosis was made by screening tests in 88.6% of the cases. Microcalcifications were the main presentation (78.8%). The mastectomy totalisation was performed after one attempt of BCS due to positive or inadequate margins. The resection margins were positive in 46.9% of the cases. Residual disease in the mastectomy specimen was identified in 65.4%. The post-mastectomy upgrade rate was 4.9% (one case with microinvasion and three cases with invasion). The median number of sentinel nodes (SN) isolated were 2 (0-5) and the rate of lymph node metastasis was null.Conclusions: In this sample, the histological upgrade rate was very low. We didn´t find lymph node metastasis in any case, even in those cases with upgrade to invasive carcinoma. These findings suggest that lymph node staging can be safely omitted in DCIS patients submitted to mastectomy after attempted BCS.

Objetivos: A biópsia de gânglio sentinela (BGS) está indicada quando se realiza uma mastectomia total por CDIS. Quando a mastectomia é efetuada após uma ou mais tentativas de cirurgia conservadora mamária (CCM), a necessidade de efetuar BGS é questionável. O objetivo deste trabalho foi determinar a taxa de upgrade histológico e os resultados da BGS nas doentes submetidas a totalização de mastectomia por CDIS.Metódos: Estudo retrospetivo de uma série de casos de doentes submetidas a totalização de mastectomia e BGS por CDIS depois de pelo menos uma tentativa de CCM, entre 2008-2016.Resultados: Foram analisados 1071 casos e selecionados 81 que cumpriam os critérios de inclusão. A mediana de idades foi de 55 anos. O diagnóstico foi realizado por exames de rastreio em 88.6% dos casos. Microcalcificações foram a apresentação mais frequente (78,8%). A totalização de mastectomia foi efetuada depois de 1 tentativa de CCM (mediana = 1). As margens de ressecção foram positivas em 46,9% dos casos. Foi identificada doença residual na peça de mastectomia em 65,4%. A taxa de upgrade pós-mastectomia foi de 4,9% (1 caso com microinvasão e 3 casos com foco de invasão). A mediana de GS isolados foi de 2 (0-5) e a taxa de metastização ganglionar (MG) foi nula.Conclusões: Nesta amostra, a taxa de upgrade histológico foi baixa. Nos casos de upgrade a taxa de metastização ganglionar foi nula. Estes achados sugerem que o estadiamento ganglionar pode ser omitido com segurança nas doentes com CDIS submetidas a totalização de mastectomia depois de tentativa CCM.

Tipo de Documento Artigo científico
Idioma Português
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