Author(s): Faria, Michele Tavares ; Pereira, Silvia Menezes de Faria
Date: 2021
Origin: Oasisbr
Subject(s): Romã; Antioxidante; Radicais Livres; Pomegranate; Antioxidant; Free Radicals
Author(s): Faria, Michele Tavares ; Pereira, Silvia Menezes de Faria
Date: 2021
Origin: Oasisbr
Subject(s): Romã; Antioxidante; Radicais Livres; Pomegranate; Antioxidant; Free Radicals
Several vegetables have been studied as a source of natural antioxidants instead of synthetic ones. Although well-known and with many beneficial properties for health, such as anti-atherogenic, antiproliferative and anti-inflammatory action, pomegranate is still little consumed in Brazil. Studies have related pomegranate (Punica granatum, L) as a source of substances that have antioxidant properties. Antioxidants act by slowing aging and preventing chronic diseases. They also prevent the damaging effects of free radicals and the oxidation of the molecules that make up the cell membranes. Synthetic antioxidants are potentially carcinogenic when consumed in high doses for a long time. The objective of the present work was to evaluate the antioxidant activity in the ethanolic and methanolic extracts of pomegranate pulp Punica granatum, L, by the DPPH method, using BHT as a synthetic antioxidant standard and, additionally, the physicochemical characteristics of the pulp. The results indicated that the methanolic extract at concentrations of 1mg / mL and 0.1mg / mL, obtained a percentage of inhibition of 49.02% and 21.57%, respectively, which indicates a very favorable result because it is an extract and not of isolated substance. Both extracts had lower inhibition percentage than the synthetic antioxidant BHT. From the physical-chemical parameters found for Pomegranate Pulp in this study, only the pH value is below the minimum standard, described in Decree No. 50.040 / 1961, the other parameters are in agreement.
Diversos vegetais têm sido estudados como fonte de antioxidantes naturais em substituição aos sintéticos. Embora muito conhecida e com muitas propriedades benéficas para a saúde, tais como antiteratogênica, antiproliferativa e ação anti-inflamatória, a romã ainda é pouco consumida no Brasil. Estudos têm relacionado a romã (Punica granatum, L) como fonte de substâncias que apresentam propriedades antioxidantes. As substâncias antioxidantes atuam retardando o envelhecimento e previnindo doenças crônicas. Também impedem os efeitos danosos dos radicais livres e a oxidação das moléculas que constituem as membranas das células. Os antioxidantes sintéticos são potencialmente carcinogênicos quando consumidos em doses elevadas e por tempo prolongado. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a atividade antioxidante, em extratos etanólico e metanólico de polpa de romã Punica granatum, L, pelo método DPPH, utilizando o BHT como padrão de antioxidante sintético e, adicionalmente as características físico-químicas da polpa. Os resultados indicaram que o extrato metanólico nas concentrações de 1mg/mL e 0,1mg/mL, obtiveram um porcentual de inibição de 49,02% e 21,57 % respectivamente, o que indica um resultado muito favorável por se tratar de um extrato e não de substância isolada. Ambos os extratos apresentaram porcentagem de inibição menor que o antioxidante sinético BHT. Dos parâmetros físico-químicos encontrados para Polpa de Romã neste estudo, apenas o valor de pH, se encontra abaixo do padrão mínimo, descrito no Decreto nº 50.040/1961 os demais parâmetros estão de acordo.