Autor(es):
Simões, Aurora Lopes ; Afonso, Ana Sofia
Data: 2021
Origem: Indagatio Didactica
Assunto(s): Museu de ciência móvel; comunicação de ciência; formação; percepções e coordenadores de museus; Museo de ciencia itinerante; comunicación científica; capacitación; percepción e coordinadores del museo; Mobile science museum; science communication; training; perceptions and museum coordinators
Descrição
In Brazil, mobile science museums travel to remote places promoting inclusive scientific learning. This study, with three mobile museum coordinators, analyses how they perceive mediators’ communication practices and how those practices can be improved. Coordinators’ interviews suggest that they value a dialogue model of communication. However, because they face several restrictions in selecting mediators, the most competent are not always selected. As a result, communication is often based on a “deficit” model. Despite this scenario, coordinators believe that mediators’ practices can be improved, e.g., through training courses and by engaging them in projects that support the development of a sense of identity with the museum.
En Brasil, los museos de ciencias itinerantes viajan a lugares remotos para promover el aprendizaje científico inclusivo. Este estudio, con tres coordinadores de uno de estos museos, analiza cómo perciben las prácticas de comunicación de los mediadores y como poden ser mejoradas. Las entrevistas realizadas sugieren que los coordinadores valoran un modelo de dialogo de comunicación, pero enfrentan restricciones en la selección de mediadores. Estos no siempre están preparados para promover la comunicación científica deseada, a menudo utilizando un modelo de “déficit”. A pesar de este escenario, los coordinadores creen que las prácticas de los mediadores pueden mejorarse, utilizando cursos de capacitación y desarrollando una identidad con el museo.
No Brasil, os museus de ciências itinerantes viajam para lugares remotos promovendo o aprendizado científico inclusivo. Este estudo, com três coordenadores de um destes museus, analisa como eles percecionam as práticas de comunicação dos mediadores e como estas podem ser melhoradas. As entrevistas, efetuadas a estes actores, sugerem que os coordenadores defendem um modelo do diálogo de comunicação, mas as várias restrições que enfrentam na seleção dos mediadores nem sempre lhes permite selecionar os mais competentes. Como resultado, os medidadores nem sempre estão preparados para promover a comunicação de ciência desejada, usando frequentemente o modelo do “deficit”. Apesar desse cenário, os coordenadores acreditam que as práticas dos mediadores podem ser aprimoradas, por exemplo, com recurso a cursos de formação e ao engamento destes agentes em projetos que lhes permitam desenvolver uma identidade com o museu.