Document details

Relação entre stress, índice de massa corporal e risco de transtornos alimentares

Author(s): Duarte, Eduarda ; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues ; Fernandes, António

Date: 2024

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10198/29948

Origin: Biblioteca Digital da UPB

Subject(s): Teste de atitudes alimentares; Índice de massa corporal; Escala do stress percebido; Stress; Transtornos alimentares


Description

Os transtornos alimentares são caracterizados por uma perturbação persistente na alimentação ou nos comportamentos a si relacionados, envolvem uma ingestão insuficiente ou excessiva de alimentos, o que se considera como hábitos alimentares anormais, tendo efeitos prejudiciais para a saúde física e função psicossocial, dividindo-se em três tipos principais, anorexia nervosa, bulimia nervosa e compulsão alimentar. O desenvolvimento de transtornos alimentares é multifatorial podendo estar relacionado com o stress e o IMC. Objetivos: Analisar a relação entre stress, IMC e risco de transtornos alimentares em indivíduos adultos. Metodologia: Estudo quantitativo, observacional, analítico e transversal. Amostra de 302 indivíduos, adultos com mais de 18 anos de idade, tendo sido aplicado um questionário para obtenção de dados, com recurso aos instrumentos Escala do Stress Percebido (PSS-10) e o Teste de Atitudes Alimentares (EAT-26). O tratamento dos dados foi realizado no SPSS, versão 29. Resultados: A maioria dos indivíduos encontrava-se com peso normal (62,6%), num nível de stress moderado (64%) e com um baixo risco de transtornos alimentares (79%). Foi encontrada uma relação estatisticamente significativa entre stress, IMC e risco de transtornos alimentares. Os indivíduos com maior nível de stress têm maior risco de desenvolver transtornos alimentares (p-value=0,000), assim como um maior IMC está relacionado com maior risco de desenvolver transtornos alimentares (p-value=0,009). Conclusão: Tanto o stress como o IMC influenciam as atitudes alimentares e após se terem obtido evidências estatisticamente significativas que comprovam a correlação entre as variáveis, podemos concluir que não se pode negligenciar a relação existente.

Document Type Journal article
Language Portuguese
Contributor(s) Biblioteca Digital da UPB
CC Licence
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