Autor(es):
Antunes, Joana ; Ferreira, Maria Helena ; Lopes, Marta ; Lança, Carla ; Costa, Ana Margarida ; Oliveira, Manuel ; Mendanha, Luís
Data: 2011
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.21/311
Origem: Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Assunto(s): Ortóptica; Visão binocular; Fluído lacrimal; Técnico de farmácia; Meio hospitalar; Nutrição parentérica; Ortóptica; Ortóptica; Visão binocular; Visão binocular; Fluído lacrimal; Fluído lacrimal; Técnico de farmácia; Técnico de farmácia; Meio hospitalar; Meio hospitalar; Nutrição parentérica; Nutrição parentérica
Descrição
A astenopia e a fadiga visual constituem-se como queixas frequentes e podem ser desencadeadas pelo uso contínuo dos olhos em actividades prolongadas a uma distância de perto (cerca de 33cm). Os técnicos de farmácia realizam, em contexto hospitalar, a preparação de bolsas de nutrição parentérica num ambiente controlado por uma câmara de fluxo de ar laminar horizontal que emite ar de forma unidireccional e constante na direcção do utilizador. Esta actividade exige um elevado desempenho visual, devido ao contínuo uso do sistema ocular de perto, conduzindo a fadiga visual, entre outras complicações. A exigência visual de uma tarefa provoca diminuição da frequência do pestanejo e aumento da exposição da superfície ocular. O constante fluxo de ar dirigido ao utilizador provoca aumento do ritmo de evaporação lacrimal, podendo assim surgir sintomas característicos de olho seco. Será que existem alterações da visão binocular e da secreção lacrimal, queixas astenópicas e de olho seco nos técnicos de farmácia que produzem nutrição parentérica?