Autor(es):
Pereira, Adriano ; Vieira, Carolina ; Paulos, Inês ; Marques, Maria ; Stwart, Tamara ; Ribeiro, Edna
Data: 2017
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.21/7473
Origem: Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Assunto(s): Saúde ocupacional; Exposição ocupacional; Suinicultura; Staphylococcus aureus; Occupational health; Occupational exposure; Swinery; Portugal; Saúde ocupacional; Saúde ocupacional; Exposição ocupacional; Exposição ocupacional; Suinicultura; Suinicultura; Staphylococcus aureus; Staphylococcus aureus; Occupational health; Occupational health; Occupational exposure; Occupational exposure; Swinery; Swinery; Portugal; Portugal
Descrição
A resistência a antimicrobianos é cada vez mais um desafio para a saúde humana a nível mundial, sendo a disseminada e vulgarizada utilização de antibióticos a principal responsável pelo desenvolvimento de estirpes bacterianas resistentes, como staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), responsável por numerosas internações, associadas a texas de mortalidade extremamente elevadas, com risco acrescido associado a indivíduos colonizados. Na indústria animal, os antibióticos são usados como promotores de crescimento, para tratamento profilático e para fins terapêuticos. Atualmente, os suínos são reconhecidos como um dos principais reservatórios de MRSA, com capacidade de transmissão para humanos. A colonização de suínos com MRSA representa assim um elevado risco de colonização nasofaríngea para os trabalhadores que passam várias horas por dia em contacto direto com animais positivos para MRSA. Este trabalho teve como objetivo avaliar a prevalência de colonização de estirpes S. aureus sensíveis e resistentes à meticilina em trabalhadores e animais de uma exploração suinícola portuguesa, como estudo de caso.