Autor(es): Almeida, Tiago ; Ó, Jorge Ramos do
Data: 2020
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10451/64015
Origem: Repositório da Universidade de Lisboa
Assunto(s): Pandemia; Infância
Autor(es): Almeida, Tiago ; Ó, Jorge Ramos do
Data: 2020
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10451/64015
Origem: Repositório da Universidade de Lisboa
Assunto(s): Pandemia; Infância
Este texto toma-se do propósito de pensar, na companhia de Deleuze e Foucault, o cenário pandémico que vivemos como um acontecimento que nos levará a questionar o modelo biopolítico que governa a cognição e a mantém confinada desde o século XVI, momento em que se teorizou o projeto de transformar cada criança num aluno. É com estas lentes teóricas que nos debruçaremos sobre a atualidade para nos distanciarmos dela e, assim, nos acercarmos da contemporaneidade do estar-a-ser-criança (Almeida, 2019). Ora, o que aqui se tenta expressar é uma linha de fuga às questões que relacionam este acontecimento com um antes e um depois, procurando centrar a análise na sua potência contemporânea, na sua força criadora. Então, talvez a pergunta a fazer seja, parece-nos, que oportunidade nos oferece este acontecimento para pensarmos o estar-a-ser-criança?