Author(s):
Afonso, Almerindo Janela
Date: 2010
Persistent ID: https://hdl.handle.net/1822/55448
Origin: RepositóriUM - Universidade do Minho
Subject(s): Políticas educacionais; Avaliação institucional; Auto-avaliação; Portugal; Escolas; Política educativas; Evaluación institucional; Auto-evaluación; Escuelas; Education policies; Institutional evaluation; Self-evaluation; Schools.; Ciências Sociais::Ciências da Educação
Description
A centralidade que a avaliação tem vindo a assumir nas últimas décadas, em múltiplos contextos nacionais, não dá sinais de declínio e, pelo contrário, parece expandir-se para domínios muito diferentes, para além do campo da educação. A avaliação institucional das escolas ou, simplesmente, a avaliação das escolas, inscrevendo-se num ímpeto avaliador que tem sido impulsionado, entre outros, por factores político-ideológicos, educacionais, económicos e culturais, pode ser referenciada, consoante os casos, a modelos e experiências diversos que estão, eles próprios, em etapas de implementação e consolidação muito distintas. No caso português, a avaliação das escolas começou por ter alguma visibilidade ao longo da década de noventa, nomeadamente com o Observatório da Qualidade da Escola, tendo evoluído discretamente até conseguir algum impacto na década seguinte com o programa de Avaliação Integrada das Escolas. Actualmente, está em curso a concretização de um outro modelo, designado de Avaliação Externa das Escolas, em que todos os estabelecimentos de ensino estatais foram, ou serão ainda, incluídos neste mesmo ciclo avaliativo (2006-2011). Partindo desta experiência, o artigo faz um enquadramento sucinto e uma reflexão crítica sobre a componente de auto-avaliação do modelo actual de avaliação institucional das escolas portuguesas.