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Consumption of industrialized and in natura foods by adults and its relationship to the nutritional state

Autor(es): Carvalho, Verônica Nadine de ; Couto, Analie Nunes ; Vitiello, Isabel Pommerehn ; Severgnini, Cassiano ; Pohl, Hildegard Hedwig

Data: 2020

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Food consumption; Nutritional status; Food behavior; Worker’s health; Consumo de alimentos; Estado nutricional; Comportamento alimentar; Saúde do trabalhador


Descrição

Introduction: The food pattern has undergoing changes in most countries, mainly in the replacement of nature foods or minimally processed by industrialized foods, submitted to methods which can change in an unfavorable way their nutritional composition. Objective: Associate food consumption with nutritional status of industrial workers. Materials and methods: This is a transversal study of analytical character. Was used data from 38 industrial workers of both sexes, between the ages 28 e 50 years. Results: Among the participants, 44.7% had BMI within normal limits, 65.8% without risk for diseases, and 55.3% presented moderate risk in the classification of the Waist-Hip Ratio (WHR). There were significant associations between the consumption of processed / ultraprocessed foods and BMI (p=0.031), processed / ultraprocessed foods and WC (p=0.001) and processed / ultraprocessed foods and WHR (p=0.003). It was observed that 48.5% of individuals with overweight showed a high consumption of processed foods. Discussion: The population studied reveals a higher percentage of overweight, this was compared with another study, and it’s interesting to observe the nutritional transition with the increase in the consumption of processed foods. Found increased consumption of processed / ultraprocessed foods in individuals with lower education, suggesting that people's level of knowledge has influence on their food choices. Conclusion: Significant association was found between the consumption of processed/ultra-processed foods and BMI, as well as WC and WHR in industrial workers.

Introducción: El patrón dietético ha sufrido cambios en la gran mayoría de los países, principalmente en la sustitución de alimentos in natura o mínimamente procesados ​​por alimentos industrializados, sometidos a métodos que pueden cambiar su composición nutricional de manera desfavorable. Objetivo: Asociar el consumo de alimentos con el estado nutricional de los trabajadores industriales. Materiales y métodos: Se trata de un estudio transversal, analítico. Se utilizaron datos de 38 trabajadores industriales de ambos sexos, con edades entre 28 y 50 años. Resultados: Entre los participantes, el 44,7% tenía un IMC dentro del rango normal, el 65,8% no tenía riesgo de enfermedades según la clasificación WC y el 55,3% tenía riesgo moderado según la clasificación de la Relación Cintura-Cadera (RCC). Se encontraron asociaciones significativas entre consumo de alimentos procesados/ultraprocesados ​​e IMC (p=0,031), alimentos procesados/ultraprocesados ​​y CC (p=0,001) y alimentos procesados/ultraprocesados ​​y RCC (p=0,003). Se observó que el 48,5% de los individuos con sobrepeso tenían un alto consumo de alimentos procesados. Discusión: La población estudiada mostró un mayor porcentaje de exceso de peso, esto se comparó con otro estudio, y es interesante observar la transición nutricional con el aumento del consumo de alimentos procesados. Se encontró un mayor consumo de alimentos procesados/ultraprocesados ​​en individuos con menor educación, lo que sugiere que el nivel de conocimiento de las personas influye en sus elecciones de alimentos. Conclusión: Se encontró asociación significativa entre el consumo de alimentos procesados/ultraprocesados ​​y el IMC, así como con CC y RCC, en trabajadores industriales.

Introduzione: Il modello alimentare ha subito cambiamenti nella stragrande maggioranza dei paesi, principalmente nella sostituzione di alimenti in natura o minimamente trasformati con alimenti industrializzati, sottoposti a metodi che possono modificarne la composizione nutrizionale in modo sfavorevole. Obiettivo: Associare il consumo di cibo allo stato nutrizionale dei lavoratori dell'industria. Materiali e metodi: questo è uno studio analitico trasversale. Sono stati utilizzati i dati di 38 lavoratori dell'industria di ambo i sessi, di età compresa tra i 28 ei 50 anni. RISULTATI: Tra i partecipanti, il 44,7% aveva un BMI nella norma, il 65,8% non aveva alcun rischio di malattie secondo la classificazione WC e il 55,3% aveva un rischio moderato secondo la classificazione Waist-Hip Ratio (WHR). Sono state trovate associazioni significative tra il consumo di alimenti trasformati/ultra-lavorati e BMI (p=0,031), alimenti trasformati/ultra-trasformati e WC (p=0,001) e alimenti trasformati/ultra-trasformati e WHR (p=0,003). È stato osservato che il 48,5% degli individui in sovrappeso aveva un consumo elevato di alimenti trasformati. Discussione: La popolazione studiata ha mostrato una percentuale di sovrappeso maggiore, questa è stata confrontata con un altro studio, ed è interessante osservare la transizione nutrizionale con l'aumento del consumo di alimenti trasformati. Un maggiore consumo di alimenti trasformati/ultra-trasformati è stato riscontrato negli individui con un'istruzione inferiore, suggerendo che il livello di conoscenza delle persone influenza le loro scelte alimentari. Conclusione: è stata trovata un'associazione significativa tra il consumo di alimenti trasformati/ultra-lavorati e BMI, nonché con WC e WHR, nei lavoratori dell'industria.

Introdução: O padrão alimentar vem sofrendo mudanças na grande maioria dos paí­ses, principalmente na substituição de alimentos in natura ou minimamente processados por alimentos industrializados, submetidos a métodos que podem alterar de modo desfavorável a sua composição nutricional. Objetivo: Associar o consumo alimentar com o estado nutricional de trabalhadores industriais. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo transversal, de caráter analí­tico. Foram utilizados dados de 38 trabalhadores industriais de ambos os sexos, com idade variando de 28 e 50 anos. Resultados: Entre os participantes 44,7% apresentaram o IMC dentro da normalidade, 65,8% sem risco para doenças pela classificação da CC, e 55,3% apresentou risco moderado na classificação da Relação Cintura Quadril (RQC). Foram encontradas associações significativas entre o consumo de alimentos processados/ ultraprocessados e IMC (p=0,031), alimentos processados/ultraprocessados e CC (p=0,001) e de alimentos processados/ultraprocessados e RCQ (p=0,003). Observou-se que 48,5% dos indiví­duos com excesso de peso apresentaram um alto consumo de alimentos industrializados. Discussão: A população estudada demostrou maior percentual de excesso de peso, isto foi comparado com outro estudo, sendo interessante observar a transição nutricional com o aumento no consumo de alimentos processados. Foi encontrado maior consumo de alimentos processados/ultraprocessados em indiví­duos com escolaridade mais baixa, sugerindo que o ní­vel de conhecimento das pessoas tem influência sobre suas escolhas alimentares. Conclusão: Foi encontrada associação significativa entre o consumo de alimentos processados/ultraprocessados e IMC, assim como com a CC e com a RCQ, em trabalhadores industriais.

Introdução: O padrão alimentar vem sofrendo mudanças na grande maioria dos paí­ses, principalmente na substituição de alimentos in natura ou minimamente processados por alimentos industrializados, submetidos a métodos que podem alterar de modo desfavorável a sua composição nutricional. Objetivo: Associar o consumo alimentar com o estado nutricional de trabalhadores industriais. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo transversal, de caráter analí­tico. Foram utilizados dados de 38 trabalhadores industriais de ambos os sexos, com idade variando de 28 e 50 anos. Resultados: Entre os participantes 44,7% apresentaram o IMC dentro da normalidade, 65,8% sem risco para doenças pela classificação da CC, e 55,3% apresentou risco moderado na classificação da Relação Cintura Quadril (RQC). Foram encontradas associações significativas entre o consumo de alimentos processados/ ultraprocessados e IMC (p=0,031), alimentos processados/ultraprocessados e CC (p=0,001) e de alimentos processados/ultraprocessados e RCQ (p=0,003). Observou-se que 48,5% dos indiví­duos com excesso de peso apresentaram um alto consumo de alimentos industrializados. Discussão: A população estudada demostrou maior percentual de excesso de peso, isto foi comparado com outro estudo, sendo interessante observar a transição nutricional com o aumento no consumo de alimentos processados. Foi encontrado maior consumo de alimentos processados/ultraprocessados em indiví­duos com escolaridade mais baixa, sugerindo que o ní­vel de conhecimento das pessoas tem influência sobre suas escolhas alimentares. Conclusão: Foi encontrada associação significativa entre o consumo de alimentos processados/ultraprocessados e IMC, assim como com a CC e com a RCQ, em trabalhadores industriais.

Tipo de Documento Artigo científico
Idioma Português
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