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Angústia de morte sentida pelos profissionais de saúde, face aos doentes em fase terminal
Publicaçãopor Rocha, Patrícia Maria Redondo da SilvaO presente trabalho aborda as dificuldades sentidas pelos profissionais de saúde perante os doentes em fase terminal. É importante percebermos como é que os profissionais de saúde se preparam psicologicamente para tratar dos pacientes com o profissionalismo que lhes é pedido. O trabalho recai, na tentativa de verificar, a forma como conseguem “escapar” a esta ligação directa com a morte. Participaram neste estudo do tipo exploratório, 4 enfermeiras e 1 médica da Unidade da Dor do Hospital Garcia de Orta, que através de entrevistas semi-directivas, descreviam as suas experiências. Abordámos o percurso profissional, as dificuldades no dia-a-dia, as situações mais gratificantes, a função da equipa e o processo de luto. Nos resultados obtidos, utilizámos como método a análise de conteúdo. Os resultados destacaram a identificação, como a maior dificuldade, lembrando desta forma que os profissionais de saúde, também sofrem com a perda dos doentes, como se de alguém próximo se tratasse, complicando a relação profissional e levando a que normalmente se usem mecanismos do evitamento. Concluímos que é indispensável o apoio da equipa multidisciplinar, de forma a acolher todos os acontecimentos que provocam desconforto e angústia em relação à morte, por mais mecanismos utilizados é impossível dissociar a relação profissional da pessoal. -
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Angústia perante a morte: um estudo com agentes funerários
Publicaçãopor Santos, Wilson FerreiraO tema da morte e da ansiedade perante a morte remete para uma preocupação universal. Inicialmente pouco explorado, surge hoje em dia como um dos temas mais abordados na investigação, embora com resultados contraditórios, devidos em parte à dificuldade na definição do conceito e na explicação da origem do mesmo. Ao mesmo tempo, a ansiedade perante a morte situa-se no âmago da teoria existencialista definida como angústia e é encarado o poder transformador da mesma. No sentido de aceder a uma compreensão mais rica do fenómeno na forma como o mesmo se manifesta em agentes funerários, bem como colmatar a ausência de estudos qualitativos em Portugal com esta população foram efetuadas cinco entrevistas a agentes funerários e analisadas segundo o método IPA. Foram analisados os resultados e confrontados com a literatura, salientando-se os temas da autenticidade, do evitamento e do ser-para-a-morte. -
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O cinema como lugar de performance da angústia
Publicaçãopor Pacheco, Graziela DiasOrigem: Repositório Institucional da UNLHá muitos conceitos em torno da Angústia, uma busca por um significado desse sentimento que não tem nada de trivial, parece ser dotada de uma certa nobreza em seu sentido, não é um sentimento como a tristeza, o medo, a dor, que são sentimentos mais óbvios, sempre ligados diretamente a um objeto. Tristeza por algo, medo de alguma coisa e dor por algum motivo. Ainda que a Angústia possa abarcar em si a tristeza, a dor e o medo, não são eles que a definem. A Angústia é uma condição constitutiva da existência, surge com o próprio nascer humano. Incontornável, ela é referenciada nesta dissertação por alguns filósofos como Jean- Paul Sartre, Soren Kierkegaard e Martin Heidegger, escolhendo como melhor definição a ideia de nada. “Aquilo com que a angústia se angustia é o “nada” que não se revela “em parte alguma” (Heidegger 2005, 250). O sentido da palavra “nada” para denominar Angústia não se refere a coisa nenhuma. De tão complexo, o nada vem com a contingência de uma totalidade inominável. Quando falamos que tudo está presente, é uma medida que traz nomeação a partir da presença das coisas, quando falamos sobre o nada aparece a impossibilidade de nomeação, o que não quer dizer sobre o desguarnecido ou coisa oca. Esse nada traz a ideia de que é a falta em si de uma coisa, ou seja, a ausência de uma presença. Uma lacuna e não uma inexistência, assim como a falta aparente de um livro em uma estante. Essa denominação é escolhida por conta da afinidade com o conceito de Angústia para Jacques Lacan, que é o encontro com o Real. O Real em Lacan é o que não podemos ter dúvida, é o que volta sempre ao mesmo lugar, ainda que não tenha simbolização, não tenha imagem, por se colocar no nível do traumático. Assim sendo, ao entrarmos em contato com o Real, que não é falta e sim privação, nós entramos em condição de Angústia. Apesar da Angústia ser sempre pela presença da ausência de um objeto, é da própria Angústia o caráter de não preenchimento desse objeto em falta, por ser o Real traumático e irrepresentável: não pode ser ocupado, é desconhecido pelo sujeito, pertence a esfera do inconsciente. O ser humano sempre buscou a arte para mediar sua relação com o mundo, desde a préhistória até a contemporaneidade, pois é através dela que damos conta dessa necessidade de procurarmos formas simbólicas e imaginárias para reconhecermos nossa interação com os acontecimentos da vida. Imprimir o que vemos e sentimos para revê-las e ressenti-las (aqui aparecendo em função positiva) para reconhecer a realidade, pensá-la e entendê-la. Entretanto, para Lacan, o que está no nível do traumático não tem símbolo e nem imagem. Por isso a falta de representação, torna o traumático irreconhecível ainda que existente, impossibilitando uma interação para produzir uma elucidação sobre o trauma, mantendo o Real ao nível do inconsciente. É o cinema, que tem essa aparência de sonho, que vai dialogar com o inconsciente tornando possível uma performance para a Angústia. Assim como os sonhos são representações de um sujeito castrado, o cinema pode, nessa posição de luz projetora da nossa realidade, dar conta da Angústia. Se o nada é o lugar filosófico que a Angústia se situa, no cinema esse lugar será também o nada, representado pelo silêncio e o vazio. Já que não há imagem e nem símbolo que deem conta da representação, o tempo cria essa possibilidade através dos “espaços vazios”. Gilles Deleuze vai falar sobre esse vazio que surge a partir das imagens óticas-sonoras puras, tendo como recurso a banalidade cotidiana, o tempo alargado, a quietude e a ausência. A partir de três filmes, exemplifico o vazio cinematográfico que performa a Angústia, são eles: Jeanne Dielman, de Chantal Akerman; Solaris, de Andrei Tarkovski e O eclipse, de Michelangelo Antonioni. Chegando à conclusão que ao viabilizar o cinema, nós possamos entrar em contato com a nossa Angústia, possamos perceber que ela é inerente e significante da vida é o que nos torna sujeitos, reincidindo assim da sua da negação, pois é a recusa à Angústia que nos leva cada vez mais a ter uma vida alienada, sem agenciamento, subserviente a estrutura neoliberalista. Ao reconhecer nossa Angústia podemos dar o devido valor à vida tornando-nos seres autónomos e livres para idealizar uma realidade potente. -
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O absurdo na Arte Ocidental: A Angústia Existencial na Época Contemporânea
Publicaçãopor Arrifano, Pedro Miguel Remédio GomesOrigem: Repositório Institucional da UNLA presente investigação tem dois objectivos. Um primeiro, de carácter diacrónico, que pretende identificar, caracterizar e compreender (com exemplos de particular relevo) algumas práticas artísticas a partir do século XX assentes na problemática das relações entre a Arte e o Absurdo existencialista, de modo a evidenciar o fio condutor que tem permanecido entre ambos até aos dias de hoje; absurdo que expressa a complexidade do Homem, a sua libertação das exigências da lógica e da razão, num momento histórico caótico pleno de contradições. Um segundo objectivo é o de perceber o rasto deixado por esta intercepção na cultura contemporânea da sociedade global, emancipada que foi pelo carácter visionário das vanguardas. Trata-se de averiguar a partir de uma nova leitura que alarga as abordagens convencionais sobre o tema, no contexto português e internacional, se as obras desses artistas que estreitaram ligações com o absurdo ligando-o à contingência do ser-humano, à impotência da razão, à alienação, à solidão, ao nada e à finitude, “contaminaram” a produção artística e cultural da actualidade e em caso afirmativo, em que termos, ou seja, se presentemente o absurdo não está centrado (ou não está apenas centrado) nessa ligação à condição existencial do Homem, mas tem um novo objeto convolando-se à obra de arte, ela própria, em obra absurda, e de, na ânsia de estetização do je ne sais quoi, promover um mundo sem mundo. -
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A angústia como possibilidade de rearticulação de sentido na psicoterapia fenomenológica - hermeneutica
Publicaçãopor Toso, André Vicente ResendeA presente investigação reflete a respeito da tonalidade afetiva fundamental da angústia, como proposta ao longo da obra de Martin Heidegger, como possibilidade de rearticulação de sentido no contexto da psicoterapia. Para tanto, inicialmente, é necessário repensar as bases metafísicas da atividade clínica prática sob uma perspetiva do homem como aí-ser, amparando-nos no desenvolvimento da daseinsanálise e, ao mesmo tempo, retomando as origens da atividade, para a proposição de que é o próprio encontro paciente-psicoterapeuta que possibilita que a angústia conduza à rearticulação compreensiva-afetiva de sentido. Tal encontro, com base no cuidado heideggeriano, utiliza como método a fenomenologia-hermenêutica, suspendendo teorias psicológicas, psicanalíticas e psiquiátricas e centrando-se nos modos existenciais do encontro paciente-psicoterapeuta para um desvelamento do ser, para um pressentir da angústia que possibilite a rearticulação da privação existencial do paciente em sua estrutura integral como ser-nomundo. A seguir, apoiamo-nos nos parágrafos centrais de Ser e Tempo (1927) a respeito da angústia e na conferência “Que é metafísica” (1929), aproximando o pensamento heideggeriano das reflexões de Sigmund Freud, além da obra “O Conceito de Angústia”, de Søren Kierkegaard, e do pensamento clínico de Medard Boss. A intenção é criar um diálogo entre a Angst heideggeriana, a filosofia existencial e a prática clínica, que nasce com a psicanálise, não nos esquecendo do objetivo prático da presente tese. Por fim, procuramos elucidar os motivos de a tonalidade afetiva fundamental da angústia ser uma possível fonte de rearticulação de sentido na psicoterapia e como, de forma prática, o modo de ser existencial do psicoterapeuta pode permitir tal possibilidade no contexto clínico do encontro com o paciente, abrindo outras veredas para se pensar o sentido e a razão de ser da psicoterapia; The fundamental mood of anguish as a possibility for the meaning rearticulation in psychotherapy Abstract: The present research reflect´s on the fundamental mood of anguish, as proposed throughout Martin Heidegger’s work, as a possibility of meaning rearticulation in the context of psychotherapy. Initially, it is necessary to rethink the methaphysical basys of practical clinical activity to a perspective of man as Dasein, approaching the daseinsanalysis and, at the same time, returning to the origins of the activity, for the proposition that it is the bond patient-psychotherapist that allows the anguish to enable a comprehensiveaffective meaning rearticulation. Such a bond, based on Heideggerian care, uses as phenomenological- hermeneutic method, suspending psychological, psychoanalytic and psychiatric theories and focusing on the existential modes of the psychotherapist for an unveiling of the being, for a sense of the anguish that allows the rearticulation of the patient's in its integral structure as being-in-the-world. In the second moment, we meditate on the central paragraphs of Being and Time (1927) on anguish and on the lecture "What is Metaphysics" (1929), bringing Heideggerian thought closer to Sigmund Freud's reflections, the work The Concept of Anguish (1844), by Søren Kierkegaard, and the clinical thinking of Medard Boss. The intention is to create a dialogue between the Heideggerian angst with existential philosophy and clinical practice, which is born with psychoanalysis, not forgetting the practical objective of the present thesis. Finally, we intend to elucidate the reasons why the fundamental affective mood of anguish is a possible source of rearticulation of meaning in psychotherapy and how, in a practical way, the psychotherapist's existential way of being can allow this possibility in the clinical context of the encounter with the patient, opening other paths to think the meaning and raison of psychotherapy. -
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A Ansiedade na Era Digital: A Transformação da Angústia à Luz de Jean-Paul Sartre
Publicaçãopor Oliveira, Thaís de SáOrigem: uBibliorumA era digital instaurou um novo regime de presença e ação, no qual a liberdade humana se exerce sob mediações técnicas e algorítmicas que antecipam, modulam e quantificam cada ato. Nesse contexto, o problema filosófico que orienta esta investigação consiste em compreender como a experiência originária da angústia – pela qual o ser humano se descobre condenado à liberdade – foi historicamente transfigurada em ansiedade digital, uma forma difusa de alienação e sofrimento que caracteriza a subjetividade contemporânea. Trata-se de interrogar o modo de ser do para-si em um mundo em que as mediações técnicas precedem e orientam a transcendência, convertendo a liberdade em cálculo e a escolha em probabilidade. O objeto da tese é examinar a relação entre liberdade, angústia e ansiedade no pensamento de Jean-Paul Sartre, em diálogo com o contexto técnico e cultural da era digital. A análise concentra-se nas obras de Sartre produzidas entre 1936 e 1960 – da psicologia fenomenológica à Crítica da Razão Dialética – período em que se estruturam as categorias centrais de sua fenomenologia existencial: intencionalidade, emoção, imaginação, liberdade, má-fé, temporalidade e o prático-inerte. Essas categorias são reinterpretadas à luz das mediações digitais contemporâneas, trazendo a filosofia de Sartre ao diálogo com teóricos da cibercultura e da sociologia do tempo, como Pierre Lévy, Manuel Castells, Jean Baudrillard, Sherry Turkle, Marc Augé, Hartmut Rosa, Byung-Chul Han, e André Barata. A hipótese central sustenta que a ansiedade digital constitui um desdobramento histórico e ontológico da má-fé – entendida como a tentativa da consciência de escapar à angústia inerente à liberdade. Argumenta-se que a ansiedade emerge como conduta psicofísica pela qual o ser humano busca atenuar o confronto com o nada que o fundamenta, ao mesmo tempo em que interioriza as coerções de um mundo tecnicamente mediado. Assim, a liberdade acaba por se traduzir em heteronomia técnica, reproduzida pelas estruturas do prático-inerte algorítmico. A pesquisa adota uma abordagem tripla: fenomenológica, para descrever a ansiedade digital como experiência intencional da consciência, evitando reduzi-la à patologia; hermenêutica, para reinterpretar as categorias centrais de Sartre no contexto contemporâneo da tecnologia e das redes digitais; e crítico-interdisciplinar, para dialogar com as teorias da aceleração, da atomização e da precariedade temporal, integrando-as à ontologia fenomenológica da liberdade. A trajetória argumentativa se desenvolve ao longo de seis capítulos interligados. O primeiro reconstrói a psicologia fenomenológica do jovem Sartre, examinando a intencionalidade, a emoção, a imaginação e a categoria do mágico como fundamentos ontológicos da liberdade. O segundo analisa a ontologia fenomenológica de O Ser e o Nada: Ensaio de Ontologia Fenomenológica, abordando liberdade, angústia, má-fé e intersubjetividade. O terceiro desenvolve a dialética entre liberdade e alienação por meio do método progressivo-regressivo e das mediações do prático-inerte. O quarto transpõe essa dialética para o contexto digital, interpretando o ciberespaço como manifestação contemporânea do prático-inerte e analisando seu papel na estruturação da experiência. O quinto investiga a crise da temporalidade na modernidade tardia, articulando a noção sartriana de ek-stasis com as teorias da aceleração, da atomização e da precariedade. Por fim, o sexto propõe uma interpretação fenomenológica da ansiedade digital como experiência psicofísica diante da angústia existencial, examinando manifestações paradigmáticas – como avatares, ghosting, doomscrolling e FOMO – e suas implicações ético-políticas. A tese demonstra que a ansiedade digital não é um sintoma clínico, mas um desdobramento histórico da má-fé, na qual a liberdade se oculta sob as mediações técnicas do algoritmo. Ao integrar a ontologia fenomenológica de Sartre às estruturas da cibercultura, o trabalho oferece uma interpretação original da subjetividade contemporânea como experiência de liberdade alienada – em que o sujeito busca escapar da indeterminação refugiando-se nas garantias do código. Sua principal contribuição consiste em oferecer a primeira sistematização filosófica da ansiedade digital como atualização histórica da fuga da angústia existencial pela má-fé, reposicionando a ontologia sartriana no centro dos debates contemporâneos sobre tecnologia, temporalidade e sofrimento na era digital. -
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Um olhar sobre a "Adaptação" em contexto de creche e jardim-de-infância
Publicaçãopor Narigueto, Magda Alexandra CantadorOrigem: Instituto Politécnico de SetúbalA Adaptação é tema sobre o qual incide o presente relatório de investigação que, tem como objetivo compreender o processo pelo de adaptação pelo qual as crianças passam em contextos de creche e jardim-de-infância. Este projeto de investigação, procura ainda aprofundar o papel dos profissionais de educação no decorrer deste processo, nomeadamente das educadoras cooperantes com quem tive o privilégio de partilhar momentos de estágios no âmbito das Unidades Curriculares Estágio em Educação de Infância I, II e III. Visa compreender o papel dos pais, do ambiente escolar que envolve a criança e percecionar quais os meios a serem utilizados para atenuar o sentimento de angústia, das crianças ao ingressarem pela primeira vez numa instituição pedagógica, e como poderemos auxiliar os pais nesta separação que que por vezes pode ser dolorosa. A metodologia adotada para a realização deste estudo foi a investigação qualitativa, numa abordagem de investigação ação, assente no paradigma interpretativo das ações. Relativamente à recolha de dados, anteferi a observação participante, a análise documental, notas de campo, suporte fotográfico, registos de conversas formais e informais com as educadoras cooperantes e ainda entrevistas realizadas às crianças e respetivas educadoras. Este estudo permitiu-me compreender a importância do processo de adaptação na vida das crianças e o papel fundamental dos educadores de infância no decorrer deste processo, consolidando os saberes adquiridos ao longo da minha formação, no decorrer dos momentos de estágios e nas aulas que decorreram no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar.
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