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  1. 1

    Utilização de um treino de auto-instrução num caso de dificuldades de leitura

    Publicação
    por Moreira, João
    O autor debruçar-se-á sobre a eficácia do uso de um treino de auto-instrução com um aluno do 9º ano de escolaridade, de 15 anos de idade, apresentando dificuldades de leitura e compreensão de textos, bem como um elevado número de erros ortográficos. Este terino visou desenvolver no sujeito competências que permitissem: a) melhorar o ritmo da leitura, b) facilitar a compreensão do texto lido; e c) reduzir o número de erros ortográficos. Os procedimentos utilizados para a obtenção desses objectivos, bem assim como os resultados atingidos, serão objecto de apresentação detalhada.
    1989 documento de conferência Portugal acesso aberto
  2. 2

    Storytelling: estratégia promotora da aprendizagem da leitura e escrita no 1º ciclo do Ensino Básico

    Publicação
    por Costa, Cátia Maria Dinis
    O facto de hoje vivermos numa era de informação e tecnologia torna a aprendizagem da leitura e da escrita indispensável para que haja uma integração eficaz de cidadãos ativos na sociedade. Desta forma, é essencial a formação de leitores que sejam capazes de compreender, analisar e refletir sobre aquilo que leem. Os resultados das investigações e das estatísticas nacionais e internacionais evidenciam, de forma repetida, a necessidade de se transformar o processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita. Deste modo, ao longo da minha prática profissional, tenho procurado integrar na minha ação pedagógica estratégias didáticas diversificadas que permitam o alcance de objetivos traçados com vista à promoção das aprendizagens, nomeadamente da leitura e da escrita. Com o presente relatório de experiência profissional, pretendo refletir acerca da aprendizagem da leitura e da escrita, assim como descrever a minha experiência profissional, dando especial destaque aos anos em que usei a estratégia do storytelling como promotora do desenvolvimento da aprendizagem da leitura e da escrita no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Pretendo, assim, comprovar a importância do recurso às histórias no desenvolvimento global de uma criança e, em particular, na aquisição das competências de leitura e de escrita.
    2017 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  3. 3

    Processo da leitura e da escrita no contexto educacional urbano e rural nas séries iniciais do ensino fundamental em Vitória de Santo Antão (Pernambuco - Brasil)

    Publicação
    por Melo, Heronita Maria Dantas de
    Este estudo, intitulado Processo da Leitura e da Escrita no Contexto Educacional Urbano e Rural nas Sérias Iniciais do Ensino Fundamental em Vitória de Santo Antão (Pernambuco, Brasil), analisa as práticas docentes dos professores das zonas urbana e rural, em relação ao processo de ensino-aprendizagem da leitura e da escrita, contribuindo para o conhecimento dessas práticas docentes e para o conhecimento das facilidades e dificuldades que enfrentam esses docentes, tendo em vista as possíveis diferenças entre suas práticas nos contextos urbano e rural. Esta pesquisa se configura dentro de uma abordagem predominantemente qualitativa, integrando ainda alguns dados quantitativos. Como procedimento metodológico, utilizou-se uma metodologia interativa, por facilitar a construção do referencial teórico e o processo de análise dos dados, tendo sido identificadas as categorias teóricas: Formação de Professores, Prática Docente, Alfabetização e Letramento. Essa metodologia auxiliou a elaboração de questionários e um roteiro das entrevistas. A realização das entrevistas seguiu o Círculo Hermenêutico Dialético (CHD), uma técnica dinâmica que permite uma constante relação entre pesquisador e entrevistados. Foram entrevistadas quatro professoras da zona urbana, do Colégio Municipal 3 de Agosto, e quatro professores da zona rural, da Escola Municipal Duque de Caxias. Para fazer o cruzamento de dados, escolhemos aleatoriamente dez escolas da zona urbana e dez escolas da zona rural e aplicamos questionários aos seus professores das Séries Iniciais do Ensino Fundamental. A fim de verificar resultados das práticas docentes,aplicamos um teste de avaliação da leitura aos alunos dos professores entrevistados. Os resultados obtidos foram trabalhados através da análise interativa da matriz geral das categorias teóricas, que são alicerçadas na fundamentação teórica, e das categorias empíricas, que são decorrentes destas categorias para construção dos questionários e roteiro das entrevistas. A análise teve os seguintes referenciais: Formação Inicial, Formação Continuada, experiências (prática docente), estratégias no processo de ensino-aprendizagem, diferenças entre prática docente na zona urbana e na zona rural, facilidades e dificuldades no ensino da leitura e da escrita na alfabetização, contexto sociocultural, diferenças entre letrar e alfabetizar, letramento e multiletramento. Nesta investigação, identificamos que, no ensino da leitura e da escrita, as diferenças que existem nas práticas dos professores das escolas pesquisadas não se referem a cada uma das zonas, mas às práticas individuais dos professores, pois em uma mesma escola há diferenciados contextos. Os resultados das análises nos levam a acreditar que o processo de ensinar a ler e a escrever exige práticas docentes com estratégias de ensino adaptadas ao contexto sociocultural dos alunos e que a formação do professor deve ser contínua e realizada nas próprias unidades de ensino, com as trocas de experiências dos professores e com uma pedagogia crítica, em que a autonomia e a interação entre docente e discente sejam constantes, para promover um ensino e aprendizagem significativos da leitura e da escrita.
    2017 tese de doutoramento Portugal acesso aberto
  4. 4

    Relação entre o perfil motor e a leitura e escrita em crianças do ensino fundamental

    Publicação
    por Aloise, Maria Helena
    São vários os estudos que comprovam que o desenvolvimento motor facilita o funcionamento cognitivo, nomeadamente as aprendizagens da leitura, da linguagem e da matemática. Neste contexto, esta dissertação teve por objetivo relacionar o perfil motor com o nível de compreensão da leitura e da escrita de alunos do terceiro ano do ensino fundamental. Do presente estudo participaram 38 crianças (21 meninas e 17 meninos), com idades compreendidas entre os 8 e os 10 anos (108,26 meses ± 5,77), estudantes de duas turmas de uma escola de ensino fundamental, na cidade de Porto Velho, Rondônia, Brasil. Foi utilizada a Escala de Desenvolvimento Motor-EDM de Rosa Neto (2014) para caracterizar o perfil motor dos alunos, bem como os testes CLOZE e Escala de Avaliação da Escrita-EAVE e Escala do Reconhecimento das Palavras-EREP para o nível de compreensão da escrita e da leitura. A fim de verificar a associação entre desenvolvimento motor e o nível de compreensão da leitura e da escrita, recorreu-se à correlação de Spearman. Os resultados mostraram que, 60,54% das crianças foram classificadas com o perfil Normal Médio. Relativamente ao Perfil Motor, os quocientes relacionados com a Motricidade fina, Motricidade global, Equilíbrio e Organização Espacial, a classificação foi de Normal Médio. O Quociente de Esquema Corporal apresentou-se como Normal Baixo e a Organização temporal Normal Alto. Os valores encontrados, no que se refere ao Perfil Motor e à Leitura e à Escrita, revelam correlação baixas e moderadas. Verifica-se que a correlação da EDM e do teste de Cloze é moderada (r=0,50), não obstante ser fraca entre a EDM e a EAVE (r= 0,38) e a EREP (-0,35). Os valores mais significativos apontam para uma correlação baixa, no que toca às Capacidades Motoras e ao Teste de Cloze: Motricidade fina (r= 0,366), Equilíbrio (r=0,354), e uma correlação moderada na Organização Espacial (r=514) e na Organização Temporal (r=0,588). A correlação é baixa, quando verificamos as Capacidades Motoras e o Teste EREP, em termos da Organização Espacial (r=0,392), e moderada quanto à Organização Temporal (r=0,528). Finalmente, existe uma correlação baixa, quando se analisa as Capacidades Motoras e a EAVE, no que toca à Organização Espacial (r= -383), passando a moderada quanto à Organização Temporal (r= -0,463). Os resultados das correlações revelam associações significativas, baixas e moderadas entre o desenvolvimento motor e o nível de compreensão da escrita e da leitura (Cloze: r=0,50 p=0,001; EAVE: r=0,38, p=0,017; EREP, r=0,35, p=0,031). Estes resultados constituem um alerta para a importância da utilização de novas abordagens no processo de ensino/aprendizagem da leitura e da escrita, como forma de reduzir as dificuldades de aprendizagem com que as crianças se debatem no ensino fundamental.
    2017 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  5. 5

    O conto como estratégia para a aprendizagem da leitura e da escrita nos contextos pré- escolar e 1º ciclo do ensino: relatos dos estágios no pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico...

    Publicação
    por Pereira, Rute Carina Carvalho
    Este relatório pretende descrever o processo de uma prática pedagógica e evidenciar o contributo da literatura infantil para a promoção da leitura e escrita, quando desenvolvidas em contexto de jardim-de-infância e de 1º ciclo do ensino básico. O desenvolvimento da literacia nas primeiras idades é cada vez mais fulcral para, assim, a partir deste, passar ao posterior processo de aquisição da leitura e da escrita. Ao aprender a ler, a criança aprende a associar uma forma ortográfica a cada palavra, ou seja, à sua forma fonológica. A leitura exige concentração, reflexão, comparação e previsão e todos estes hábitos intelectuais estimulam a estruturação do pensamento. Este processo induz o raciocínio, que se vai construindo, de modo contínuo, na mente da criança, ao ritmo da leitura. A aprendizagem da escrita é, geralmente, vista como acompanhante natural da mesma. Tem relação com a leitura, na medida em que é um processo inverso ao desta: consiste em codificar a linguagem, por meio de sinais gráficos. Em suma e no seguimento das atividades desenvolvidas, naturalmente que no pré-escolar e no 1º ano do 1º ciclo do ensino básico não se trata de fazer com que as crianças leiam em voz alta, já que normalmente estão nas primeiras pré-aprendizagens da leitura/escrita. Assim, devemos criar estratégias para cativar a atenção das crianças, apostar em recontar e reproduzir histórias, incentivar para o gosto pela poesia, trava-línguas, canções, lengalengas, bem como criar situações de comunicação. A criança irá alargar o seu vocabulário e construirá frases simples e complexas. Este relatório apresenta particularmente a forma de ensinar a aprender a ler e a escrever, através da literatura infantil. A pertinência deste estudo justifica-se com o papel que devemos assumir enquanto professores e educadores, papel que deverá implicar a possibilidade de desenvolvimento e aquisição de aprendizagens variadas.
    2015 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  6. 6

    Origami no Contexto das Competências Grafomotoras da Escrita : estudos dos efeitos de um programa de intervenção psicomotora com a utilização do origami no âmbito psicomotor e graf...

    Publicação
    por Mingati, Oséias de Oliveira
    Artigo 1: O presente artigo tem como objetivo apresentar a caracterização do origami, as áreas que utilizam os conceitos desta técnica, assim como a aplicação do origami no contexto educacional. No contexto da compreensão da relação do origami com o âmbito da psicomotricidade, analisam-se os pontos de contactos entre as competências psicomotoras envolvidas no origami e as competências grafomotoras da escrita. Neste artigo, colocamos em destaque investigações que demonstraram resultados positivos no desenvolvimento da motricidade fina na escrita com a utilização do origami no ensino pré-escolar. Por fim, analisa-se o contributo da intervenção psicomotora através do origami na aquisição de competências grafomotoras da escrita.
    2023 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  7. 7

    Avaliação e intervenção na leitura em crianças com trissomia 21

    Publicação
    por Barbosa, Maria do Rosário Pessoa Jorge Morais
    Ler e escrever representam um processo complexo que determina a participação na vida social, bem como o desenvolvimento académico de qualquer criança. No entanto, nem todas as crianças aprendem a ler da mesma forma. Vários são os processos que podem influenciar esta habilidade. Assim sendo, as crianças com Trissomia 21 necessitam de alguns cuidados extra (Carvalho, 2011; Pereira, 2012). A leitura e a escrita constituem estratégias complexas que a maior parte das crianças domina sem dificuldades, desde que se atinja um determinado grau de maturidade e exista um ambiente pedagógico favorável (Torres & Fernández, 1997). No entanto, segundo os autores, quer a leitura quer a escrita podem transformar-se num quebra-cabeças para algumas crianças. Tal como todas as crianças, também aquelas com Trissomia 21 deverão ler muito, pois, ao observar palavras escritas, irão compreender os erros que cometem oralmente. Do mesmo modo, se as leituras forem do interesse da criança, esta irá ler com mais atenção, esforçando-se por pronunciar melhor cada palavra, alargando o seu vocabulário (Rocha, 2008). Se interviermos precocemente na aprendizagem com crianças com Trissomia 21, estas conseguirão chegar a níveis de desenvolvimento muito positivos (Rocha, 2008). De facto, com a leitura e a escrita acontece o mesmo que em outras áreas do desenvolvimento, isto é, sabe-se que a criança com T21 não irá alcançar certas aptidões até que atinja a maturidade, no entanto, a maturidade é mais facilmente alcançada quando o aluno treina exercícios eficazes regularmente. Assim, de nada valerá esperar que a idade madura chegue para se começar a trabalhar com estas crianças, o melhor será realizar tarefas e atividades que façam com que cresçam e se desenvolvam mais precocemente (Troncoso & del Cerro, 2004). Pretende-se contribuir para que ocorra uma inclusão natural, possibilitando às crianças com Trissomia 21 o acesso às mesmas oportunidades de desenvolvimento e aprendizagem escolar que uma criança com desenvolvimento típico pode experienciar. Sabe-se que as crianças com Trissomia 21 são capazes de evoluir de forma satisfatória quando expostas a programas de intervenção precoce (Rocha, 2008). O presente estudo remete-se a um modelo de avaliação e intervenção na aprendizagem da leitura para crianças com Trissomia 21. Para tal, foi feita uma revisão da literatura dos vários modelos existentes neste campo e, posteriormente, utilizou-se grande parte da informação obtida no Modelo Percetivo-Discriminativo de Troncoso e del Cerro (2004) para esperar uma evolução nos domínios da leitura nestas crianças e, consequentemente, obter níveis de desenvolvimento satisfatórios no que concerne à linguagem e à vida em geral. Correia (2008, cit. in Rocha, 2008) acredita que, para que haja um perfeito desenvolvimento, é necessário que se elabore um programa eficaz e que, para tal, a participação dos pais é crucial, na medida em que passam a maior parte do tempo com estas crianças e que serão os principais responsáveis pela transmissão das necessidades dos seus filhos. Assim, para que se dê o referido desenvolvimento nas crianças com Trissomia 21 e para que obtenhamos os resultados desejados, torna-se importante que as famílias estejam envolvidas. A presente investigação conta, também, com o envolvimento dos pais, de forma a que possam conhecer melhor o desenvolvimento dos seus educandos e, consequentemente, atuar junto dos mesmos, de forma estimulativa e preventiva (Coutinho, 2004). Esta dissertação divide-se em duas partes. Num primeiro acontecimento, será tratada toda a informação teórica que sustenta a segunda parte, de avaliação e intervenção. No que concerne à parte teórica, começaremos por abordar as aprendizagens humanas. Aqui, falaremos de aspetos como a linguagem, a leitura e a escrita no desenvolvimento típico de uma criança e todos os processos cognitivos envolvidos. O estudo em causa não diz respeito à escrita, no entanto, consideramos que a leitura se faz compreender melhor quando se envolve a componente da escrita, razão pela qual optámos por inclui-la na parte teórica. Posteriormente, tocaremos o mesmo assunto mas no âmbito da Trissomia 21. Desta forma, será possível constatar as dificuldades que esta patologia acarreta para uma criança, tanto no dia-a-dia como nas aprendizagens mais complexas, dificuldades essas que, para uma criança dita normal, não representam grande obstáculo. Troncoso e del Cerro (2004) referem que a psicomotricidade oferece à criança com Trissomia 21 ajuda e destreza no que diz respeito ao domínio dos movimentos e à maturidade em geral e não somente à capacidade para escrever melhor. O programa parte, também, do desafio que as autoras deixam no seu método, de aliar a Psicomotricidade à aprendizagem formal da leitura e da escrita. Desta forma, pretendemos aliar as aprendizagens académicas com a Psicomotricidade, favorecendo o desenvolvimento global da criança com Trissomia 21 o que, acreditamos, será uma mais valia e é esta realidade que será tratada no capítulo 3. Relativamente à componente prática, contamos com a participação de três crianças com Trissomia 21, inseridas em contexto escolar sem que, no entanto, estejam a receber acompanhamento de outras entidades de ensino especial e de desenvolvimento. Será, então, feita uma avaliação em dois momentos: uma no início da intervenção e outra, com os mesmos parâmetros, no final, de forma a perceber a eficácia da intervenção. Esta segunda parte faz-se compor pela amostra do estudo, pelo seu procedimento e material de avaliação. Para tal, apresentaremos, aqui, o método Percetivo-Discriminativo de forma mais detalhada. No final, serão apresentados e discutidos os resultados da intervenção. A dissertação termina, então, com as conclusões e referências bibliográficas consultadas para o seu desenvolvimento, bem como com os anexos utilizados na intervenção.
    2015 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  8. 8

    Da frase ao texto : desenvolvimento da competência de escrita na aula de espanhol : iniciação

    Publicação
    por Correia, Maria Odília Ramos dos Prazeres, 1968-
    O presente relatório descreve o trabalho realizado nos seminários de Introdução à Prática Profissional III e IV – Espanhol, do Mestrado em Ensino de Português-Espanhol da Universidade de Lisboa, cuja componente prática foi desenvolvida na Escola Secundária Anselmo de Andrade, em Almada, Num primeiro momento, faz-se o enquadramento teórico-didático, tratando de questões relacionadas com o desenvolvimento das competências de escrita na língua materna. No âmbito da problemática das competências de escrita, primeiramente, foca-se o modelo de classificação textual de Adam. Aborda-se igualmente, de acordo com Grabe & Kaplan (1996), os modelos processuais de escrita, nomeadamente os modelos de Flower & Hayes e de Bereiter & Scardamalia. A propósito do ensino da escrita em língua estrangeira, propõe-se uma visão panorâmica histórica de algumas teorias de aprendizagem e métodos de ensino. Por fim, são tratados assuntos que se prendem com as formas de trabalhar a escrita na aula de espanhol de iniciação, nomeadamente o modelo de “estaleiro” de escrita de Jolibert (1998) e a noção de erro, a sua função e valor no processo de ensino/aprendizagem, em consonância com Salvadó (1990) e Gargallo (1993 e 2004). Na segunda parte, foca-se essencialmente as atividades de escrita que foram propostas aos alunos ao longo da unidade didática, enquadrando-as e explicitando os seus objectivos. Explica-se igualmente como foram avaliadas as produções escritas dos alunos, o papel do erro e da sua autocorreção na avaliação dos produtos escritos. Após o tratamento estatístico e a análise dos erros, pretende-se elaborar uma reflexão geral sobre os resultados obtidos. Finalmente, num terceiro momento, realiza-se um balanço global sobre a prática da escrita e a importância do erro, não encarado como penalizante mas sim como estruturante da aprendizagem, na evolução dos alunos nas aulas de língua estrangeira.
    2015 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  9. 9

    A educação na infância através da leitura e da escrita

    Publicação
    por Mendes, Tatiana Marisa Ferreira da Mota
    O presente relatório dissertativo intitulado A Educação na Infância através da Leitura e da Escrita persegue dois intuitos. Pretende mostrar a importância da Literatura Infanto-Juvenil para educação da criança. Aqui pretende-se mostrar que os leitores assíduos possuem um vocabulário mais vasto, mais capacidade de leitura e de escrita. Por outro lado, pretende-se mostrar que, para além da aquisição de conhecimentos, a leitura torna a criança mais imaginativa, mais sociável e preparada para uma vida em comunidade. É incontestável a importância de ler e ouvir ler para o crescimento da criança. Ouvir, contar, ler histórias são elementos cruciais para a cognição e educação para os valores na infância. Destas e de outras questões relativas à fundamentação teórica, ocupámo-nos no Capítulo I deste trabalho. No Capítulo II deste relatório, temos como objeto de análise científica um corpus de poesia e textos narrativos, escolhidos de entre todos os textos trabalhados no decorrer dos estágios. Para a análise científica dos textos poéticos, optámos por uma análise estrutural. ara os textos narrativos, seguimos o modelo semiótico-comunicacional, tendo também em conta as categorias da narrativa. Os textos literários acima referidos foram alvo de abordagem na prática no Capítulo III deste relatório dissertativo, tendo sido levados ao Jardim de Infância para a Educação Pré-Escolar e à sala de aula no 1º Ciclo do Ensino Básico, com taxas de receção e de sucesso bastante elevadas.
    2017 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  10. 10

    Despertar o interesse pela escrita em contexto pré-escolar

    Publicação
    por Pereira, Carmen Sofia de Sousa Santos
    Num mundo cada vez mais competitivo, o grau de mestre é um indício das exigências, que se espera que se tenha atualmente ao nível do ensino, nomeadamente um amplo e aprofundado conhecimento teórico-prático em educação pré-escolar. Exige-se, também a construção de uma identidade profissional docente que inclui o desenvolvimento de competências de investigação e de reflexão sobre os contextos profissionais da educação de infância, bem como a compreensão crítica das dimensões sociopolíticas da profissão. Este relatório é baseado no estágio realizado individualmente durante o período de 4 de abril a 12 de julho 2011, na sala dos 3 anos de idade do jardim de infância da Instituição de Nuclisol, uma Instituição Particular de Solidariedade Social. A educadora cooperante que me orientou e auxiliou durante este percurso foi a Educadora de Infância Cristina Afonso. O grupo de crianças com quem trabalhei carateriza-se por homogéneo, justamente composto por crianças de ambos os sexos. O grupo era, assim, constituído por 22 crianças com idades compreendidas entre os 3 anos e alguns já com 4 anos de idade. O relatório descreve o contexto onde realizei o estágio, começando pelo meio onde se insere a Instituição, sua caraterização, organização e descrição dos espaços ligados à valência de jardim de infância e o meio envolvente. De acordo com as orientações curriculares para a educação pré-escolar apresentadas pelo Ministério da Educação e com algum suporte teórico da atividade educativa em jardim-de-infância irei debruçar-me sobre os conceitos de planificação, avaliação, currículo e perfil do educador; mostrarei as conclusões a que cheguei no período de observação, fundadas a partir de uma reflexão teórica sobre o modelo pedagógico que em minha opinião, carateriza a prática da educadora cooperante; no ponto seguinte passarei ao tema escolhido, onde serão apresentadas as atividades realizadas com as crianças, associadas ao tema: Despertar o interesse pela escrita em contexto pré-escolar. Face ao tema acima supracitado iremos demonstrar que a aprendizagem da leitura e da escrita é um processo contínuo, cujo sucesso é motivado pela ação intencional dos educadores. Daí ser importante a organização dos ambientes educativos onde a literacia tenha um papel relevante, ou seja, as práticas pedagógicas em sala irão determinar a relação que as crianças estabelecem com as palavras impressas bem como as atividades de leitura e escrita. Por fim será feita a minha reflexão individual face a tudo aquilo que foi proposto fazer.
    2011 dissertação de mestrado Portugal acesso restrito
  11. 11

    Aperfeiçoamento das competências de escrita no 2.º ciclo do ensino básico

    Publicação
    por Alves, Marco Cândido Araújo
    A capacidade de comunicar é essencial ao Homem. Desde sempre ele sentiu essa necessidade, expressando-se oralmente, gestualmente ou através da escrita. Esta última evolui das imagens ou gravuras até à escrita dos nossos dias. Mas escrever não é um ato de juntar letras ou palavras. Fazer-nos compreender aos outros, explicar ou contar algo exige de nós uma capacidade de preparar e ordenar esse pensamento antes de o redigir. Sempre foi importante a produção de textos escritos na escola, mas a mesma foi sempre dirigida para o produto final e não para o processo. O presente estudo pretende demonstrar o impacto que o aperfeiçoamento dos processos de escrito, baseados nos modelos de Flower & Hayes (1989) e Barbeiro (1999), quando aplicado através de uma estratégia de sistematização dos processos de escrita nos alunos lhes trarão vantagens a nível da capacidade de escrita e, consequentemente, no produto final. A metodologia usada, seguindo a investigação-ação, pressupôs a realização de um pré-teste a duas turmas similares do 5.º ano, uma a turma controlo e outra a turma experimental. A turma experimental trabalhou tarefas de escrita com vista a desenvolver e sistematizar o processo de escrita. No final realizou-se o pós-teste para averiguar a evolução das duas turmas e, em particular, da turma experimental. O estudo conclui que a sistematização dos processos de escrita eleva a capacidade do aluno em produzir textos escritos, desenvolvendo estratégias que o ajudam a combater os problemas. A evolução dos alunos que utilizam esta estratégia, os da turma experimental, é superior aos dos alunos da turma controlo.
    2016 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  12. 12

    Utilização das tecnologias de informação e comunicação no apoio ao desenvolvimento da leitura e escrita funcionais em alunos com paralisia cerebral e deficiência mental do 2º ciclo...

    Publicação
    por Veigas, Maria Fernanda Teixeira
    A evolução das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) veio revolucionar a nossa sociedade e, consequentemente, os hábitos de vida das novas gerações. Esta geração digital necessita de encontrar na escola um espaço de aprendizagem onde diferentes recursos, entre eles os digitais, motivem e estimulem cada vez mais a construção de conhecimento. Neste sentido, este projeto teve por objectivo principal observar os efeitos do uso das tecnologias da informação e comunicação em alunos com Deficiência Mental e Paralisia Cerebral no que se refere ao processo de aquisição da leitura e escrita funcionais. O estudo integrou, como amostra, dois alunos com 12 anos, matriculados no 2º. Ciclo do Ensino Básico duma escola EB 2/3. A metodologia mais adequada a esta investigação é o Estudo de Caso. O estudo centrou-se num tempo e num espaço limitado, tendo como principal instrumento de recolha de dados a observação participante, pois tornamo-nos professores investigadores no contexto de sala de aula durante o projeto. Além disso, foram utilizados entrevistas informais, avaliação pedagógica personalizada feita antes e após a nossa intervenção e os produtos do trabalho dos alunos para completar e aprofundar os dados necessários a uma análise mais precisa. Os resultados demonstraram uma motivação crescente manifestada na participação dos alunos ao longo de todo o projeto tendo o uso do software contribuído para aprendizagens mais motivadoras, desafiantes e significativas. A análise revelou igualmente a importância do papel do professor como mediador no processo de ensino-aprendizagem. Verificou-se mais autonomia e responsabilidade por parte dos alunos, aumentou o interesse e empenho na resolução das tarefas propostas. Assim, verificou-se uma evolução no processo das aprendizagens com uma monitorização das mesmas através da avaliação do desempenho na atividade e participação. Por estas razões defende-se a utilização das TIC, nomeadamente o uso de software educativo, neste caso o Processador de Texto, o Hot Potatoes e o QuizFaber, como geradores de motivação e em consequência facilitadoras do processo de ensino-aprendizagem, e essenciais para estas novas gerações.
    2014 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  13. 13

    A iniciação à leitura e à escrita: uma comparação entre métodos diferentes

    Publicação
    por Oliveira, Ana Catarina Carocha Leal de
    Este Relatório Final de Estágio está dividido em duas partes. Na primeira parte desenvolvi uma pequena investigação teórica sobre um tema que me interessou logo na licenciatura e que a meu ver está no cerne do meu curso – como iniciar a criança na leitura e na escrita. – Para desenvolver este tema procurei investigar sobre os métodos e processos mais habituais e mais usados em Portugal. Assim, a primeira parte deste Relatório divide-se em três momentos: 1. – Uma abordagem teórica sobre os Métodos Analítico-Sintéticos, que correspondem aos métodos mais utilizados nas Escolas Portuguesas. 2. – Uma abordagem aos Processos Interativos, incluídos nos métodos globais, pois é um processo adotado por muitos profissionais nacionais, nomeadamente em Vila Real. Este método é indicado como preferencial por alguns Modelos Pedagógicos, como o MEM. 3. – Acrescentei ainda uma abordagem ao Método de Leitura de João de Deus, o único de origem nacional. Trata-se de um método fonético que é utilizado, ainda hoje, em todas as Escolas João de Deus. A segunda parte, referente ao Relatório do Estágio Realizado, esta está dividida em seis pontos: a caracterização dos contextos (do meio e da instituição), a caracterização dos espaços e materiais, a caracterização do grupo do Jardim de Infância e da turma do 1º ciclo, a importância da planificação na vida do professor, o relato das atividades de Estágio I (uma atividade orientada, uma atividade livre e uma atividade de rotina), o relato de uma semana de responsabilização realizada no Estágio II e o processo de avaliação realizado no contexto da Educação do Pré-Escolar e do Ensino do 1º Ciclo.
    2016 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  14. 14

    A abordagem à linguagem escrita no pré-escolar

    Publicação
    por Dionisio, Suzana Adelina dos Santos
    A linguagem é o maior meio de comunicação do ser humano. É adquirida naturalmente e já muito trabalhada na educação pré-escolar. Recentemente, surgiram estudos de vários autores que defendem que a aprendizagem da escrita não deve ser desvalorizada na idade do pré-escolar mas sim abordada precocemente de uma forma intencional por parte dos educadores. Considera-se que se deve promover a emergência da escrita nas crianças, fazendo delas construtores ativos do seu próprio conhecimento e valorizando sempre as suas conceções sobre a escrita. A curiosidade natural da criança leva-a a querer saber e a aprender mais sobre a escrita e, por isso, esta aprendizagem não deve ser deixada somente para a altura do ensino formal, ou seja, o 1.º ciclo. Este trabalho trata, numa parte teórica, a abordagem da escrita na educação pré-escolar, as conceções infantis das crianças, a apreensão e apropriação da escrita, uma análise das orientações curriculares e também o papel do educador. A parte prática relata o contexto educativo de estágio e as diferentes atividades realizadas de forma a promover a emergência da escrita. Em síntese, este estudo pretende mostrar a importância da abordagem à escrita no pré-escolar como forma de preparar as crianças para os ensinamentos formais do 1.º ciclo, para que assim estejam mais destinados ao sucesso escolar.
    2017 dissertação de mestrado Portugal acesso restrito
  15. 15

    Estratégias para a aprendizagem da leitura e da escrita das crianças surdas no 1º ciclo do Ensino Básico

    Publicação
    por Xavier, Maria João Coelho Presa
    Sendo o estágio desenvolvido numa turma do 1º ano do ensino básico, numa fase de iniciação de aprendizagens académicas em áreas fundamentais como a leitura e escrita, pretende-se refletir sobre a forma como a escola dá resposta às aprendizagens das crianças nestas áreas. Paralelamente e considerando a minha vasta experiência na intervenção com alunos Surdos será feita uma análise e reflexão na intervenção com alunos surdos nas referidas áreas. A primeira parte, do trabalho, consiste na revisão bibliográfica, englobando estudos teóricos e empíricos relevantes para percebermos as características e diferenças da surdez e como estas condicionam naturalmente percursos diferenciados, em relação aos alunos ouvintes, para a aprendizagem da leitura e da escrita. Para melhor entendimento destas diferenças de intervenção esta revisão engloba uma abordagem aos modelos e métodos de iniciação da leitura e escrita e a especificidade de intervenção com os alunos surdos. Na segunda parte faz-se uma descrição e reflexão, sobre as estratégias e métodos utilizados para a aprendizagem da leitura e escrita em alunos ouvintes e surdos, evidenciando a especificidade na intervenção com os alunos surdos. Esta reflexão é baseada em situações concretas nomeadamente no período de estágio e na prática profissional. Durante muito tempo a escola ignorou as especificidades dos alunos surdos e insistiu em trabalhar com eles da mesma forma que com os ouvintes. Eram usados os mesmos materiais, as exigências eram as mesmas desconsiderando-se que os alunos surdos apresentam diferenças linguísticas significativas, que devem ser contempladas em seu processo educacional. Urge contrariar esta situação e esclarecer sobre a especificidade de intervenção com alunos surdos, nomeadamente em áreas que se revestem de especial importância e particularidade como é a leitura e a escrita.
    2016 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  16. 16

    Ideias que florescem na ponta do lápis: a Escrita Criativa no 1.º e 2.º ciclos do ensino básico

    Publicação
    por Cesário, Inês da Conceição Bulas Basto
    A escrita é um processo complexo que envolve diversas variáveis, tanto ao nível cognitivo por parte de quem escreve quanto na escolha de mecanismos discursivos que fortalecem a relação dos alunos com a escrita. No que toca à escrita criativa, esta não é mais vista apenas como uma atividade lúdica para motivar os alunos e superar o medo das páginas em branco. Para além de proporcionar o prazer e interesse, a escrita criativa deve contribuir para o desenvolvimento das capacidades linguísticas, textuais e comunicativas, incentivando uma proximidade com a leitura. Nesta interação com outros domínios, a relação com a gramática e a oralidade é igualmente importante para que os alunos usem formas adequadas de expressão e comunicação. O presente trabalho pretende dar resposta à problemática da escrita criativa como uma forma lúdica e motivadora na aprendizagem da escrita pelos alunos. Desta forma, este encontra-se dividido em três partes fundamentais. A primeira parte será dedicada ao enquadramento teórico, abordando o conceito de escrita e a sua importância, a sua presença nos documentos normativos, a relevância da criatividade e da escrita criativa, bem como o papel da escola e do professor como promotor de diversas estratégias para o desenvolvimento da escrita criativa. A segunda parte será dedicada à parte prática, desenvolvida no 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, formada pela caracterização do meio, da escola e da turma, mostrando as atividades realizadas no âmbito da escrita criativa. A terceira e última parte deste trabalho possui um caráter empírico, onde se discute detalhadamente a metodologia adotada. Neste capítulo, são explicadas as abordagens e os métodos utilizados ao longo do estudo, assim como a análise dos resultados obtidos através dos diferentes instrumentos de recolha de dados, nomeadamente questionários, observações e registos fotográficos. Através deste estudo, pretende-se não só desenvolver o gosto pela escrita nos alunos, como também dotá-los de ferramentas e estratégias que os incentivem a explorar a sua criatividade de forma autónoma e confiante.
    2024 dissertação de mestrado Portugal acesso embargado
  17. 17

    O jogo didático na aprendizagem da leitura e da escrita

    Publicação
    por Gonçalves, Sara Elisabete de Andrade
    O presente relatório visa uma reflexão sobre a importância do jogo no processo de ensino-aprendizagem, mais concretamente na aprendizagem da leitura e da escrita. Após uma longa pesquisa em sítios, revistas e, sobretudo, em livros, compreendemos a sua importância quer como promotor de crescimento integral da criança, quer como facilitador de aprendizagens. Como promotor de construção da personalidade da criança, o jogo deve estender-se a vários domínios, nomeadamente ao cognitivo, afetivo e social. Como via e facilitador de aprendizagens, pode dizer-se que o jogo é um instrumento através do qual a criança, de uma forma agradável, adquire conhecimento e compreende a importância da existência de regras. Desta forma, numa primeira fase deste trabalho, abordamos a utilização do jogo no ensino ao longo dos tempos, seguida de uma breve diferenciação entre jogo, brinquedo e brincadeira. Após isto, debruçamo-nos, de uma forma mais aprofundada, sobre o conceito central deste trabalho – o jogo –, segundo perspetivas de alguns autores. Seguidamente, mencionamos a importância da utilização do mesmo em sala de aula, bem como apresentamos alguns exemplos práticos que podem ser utilizados como promotores da aprendizagem da leitura e da escrita. Para finalizar a primeira parte, abordamos o papel do professor perante a utilização do jogo. Numa segunda fase do trabalho, caracterizamos as instituições onde foram realizadas as práticas pedagógicas supervisionadas e, posteriormente, descrevemos e refletimos sobre as planificações realizadas no âmbito do tema.
    2016 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  18. 18

    A importância do desenvolvimento da Consciência Fonológica na Educação Pré-Escolar e no Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico

    Publicação
    por Teixeira, Joana Isabel Machado
    A consciência fonológica é, de uma forma sucinta, o entendimento de que as palavras são feitas de sons e engloba a capacidade de reconhecer rimas, identificar, reconstruir, segmentar e manipular os sons nas palavras faladas. Esta habilidade assume uma grande importância no âmbito do ensino pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), uma vez que pode influir no desenvolvimento da linguagem oral e escrita, na pronunciação das palavras, na associação dos grafemas aos fonemas, entre outros. Assim, as investigações mais recentes revelam que a consciência fonológica tem um papel determinante na garantia do sucesso escolar e na erradicação de dificuldades sentidas a nível da aprendizagem da leitura e escrita. Neste contexto, considera-se importante que a consciência fonológica comece a ser desenvolvida desde cedo no ensino pré-escolar, dando-se continuidade a este processo no 1.º CEB. Tendo em conta estes pressupostos, no presente documento, na primeira parte, dedicada à fundamentação teórica, pretende-se refletir sobre o conceito de consciência fonológica, realçando-se a importância desta habilidade no ensino pré-escolar e no 1.º CEB e apresentando um conjunto de propostas didáticas para desenvolver a consciência fonológica de uma forma lúdica e apelativa para as crianças. A segunda parte deste trabalho é constituída pela contextualização das instituições em que realizei a minha Prática de Ensino Supervisionada (PES) e pelo relato da minha prática de estágio, com especial enfoque para a consciência fonológica. Para terminar, serão apresentadas as conclusões finais e as referências bibliográficas, seguindo-se todos os apêndices e anexos.
    2018 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  19. 19

    Desenvolvimento profissional docente: uma descrição e reflexão sobre a aplicação de métodos de aprendizagem da leitura e escrita

    Publicação
    por Santos, Teresa Isabel Pereira Rodrigues Borges Silva
    O presente relatório pretende ser uma descrição e reflexão sobre a minha atividade docente, incidindo particularmente nos métodos de aprendizagem da leitura e da escrita. A leitura é uma competência essencial para qualquer indivíduo e indispensável para a vida em sociedade. A aprendizagem desta competência fundamental realiza-se no primeiro ciclo do ensino básico e, sendo professora deste ciclo de ensino, foi sempre uma preocupação, já que a leitura influencia todo o percurso escolar dos alunos e mesmo a vida deles. Assim, este trabalho teve como objetivo a investigação e o aprofundamento de conhecimentos acerca dos métodos de aprendizagem da leitura e da escrita. Desta forma, depois de uma fundamentação teórica acerca deste tema, a segunda parte do trabalho refere-se à experiência profissional enquanto professora titular de turma, professora de apoio a alunos do ensino regular e professora de apoio a um aluno do Regime Educativo Especial, relatando as práticas realizadas, na aplicação dos métodos de aprendizagem da leitura e escrita, bem como os resultados obtidos. Simultaneamente, apresenta-se uma análise e reflexão sobre essas práticas adotadas, apoiadas em estudos realizados no âmbito desta temática. De salientar, ainda, que as experiências relatadas se referem a várias escolas em diferentes ilhas do arquipélago dos Açores, o que possibilitou vivenciar variadas realidades e adaptar-me a diferentes exigências, permitindo um crescimento profissional e pessoal.
    2017 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  20. 20

    A produção textual no 4.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico: análise de textos

    Publicação
    por Macedo, Joana Daniela Barbosa
    O presente estudo aborda a temática da produção de textos, de acordo com as suas partes constituintes, caraterísticas e do ponto de vista ortográfico e textual. O estudo foi realizado a partir de produções escritas de alunos do 4.º ano de escolaridade do 1.º Ciclo do Ensino Básico, da Escola NucliSol Jean Piaget de Vila Real. O plano de intervenção tem como principal objetivo analisar as estratégias e componentes utilizadas pelos alunos ao longo das suas produções textuais, assim como os erros ortográficos, gramaticais e outros aspetos que constituem as mesmas, de acordo com os descritores de desempenho/conteúdos mencionadas no Programa de Português do Ensino Básico (2009). Os textos analisados foram construídos pelos alunos da turma do 4.º ano da UDI Jean Piaget de Vila Real ao longo do ano letivo correspondente à prática de estágio, possibilitando um maior e mais aprofundado conhecimento das composições escritas e da forma de trabalho dos alunos em questão. Todos os alunos produziram textos narrativos, expositivos, descritivos, instrucionais, conversacionais e poesia, através das componentes de produção textual e de acordo com as convenções ortográficas, gramaticais e de pontuação. Destes foram selecionados os textos mais adequados. A análise dos dados recolhidos revelou que, no geral, os alunos constroem os textos corretamente, com todos os elementos constituintes e de acordo com as normas estipuladas para os mesmos, ordenando as ideias numa sequência lógica. Os resultados relativos à coerência e coesão no texto não são tão positivos, no entanto, estão de acordo com os descritores propostos aos alunos neste ciclo de ensino. No geral, os textos construídos pelos alunos atingem um nível bastante razoável para o que é exigido no Programa de Português Ensino Básico (2009).
    2016 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto