Resultados da pesquisa
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Over the ruins of subjects: A critique of subjectivism in anthropological discourse
Publicaçãopor Santos Alexandre, R.Origem: Repositório ISCTEThe present article develops a theoretical and philosophical critique of the subjectivist paradigm that grounds a good part of present-day anthropological discourse. The main thesis is that by placing the individual and its subjective experiences at the beginning and end of the anthropological discourse, one never thoroughly acknowledges and accepts our non-subjective and finite modes of being, thereby replicating a distorted and shallow picture of what we are as humans. The article explores, first, how that subjectivist paradigm came about, as well as some of its problems; secondly, it considers ethics and morality as the domain where one can better grasp the limits of subjectivist orientations; and concludes by turning to Heidegger's perspective on the ontological finitude of Dasein in order to emphasize the need for contemporary anthropology to build its reflections from within human finitude, that is, the frailties and the practical, analytic and moral limits of human existence. -
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A questão da ética na psicoterapia: contributos da fenomenologia hermenêutica de Martin Heidegger
Publicaçãopor Caldeira, Danielle de Gois SantosA presente pesquisa pretendeu construir compreensões sobre os fenômenos da existência humana, aproximando ética e clínica psicológica. Inspirou-se na Fenomenologia Hermenêutica de Martin Heidegger, bem como em seus estudos sobre Ontologia. Na pesquisa, o exercício compreensivo privilegiou a hermenêutica heideggeriana como horizonte de encontro para compreender ética a partir do modo de abertura existencial expressivo da circularidade de sentido, envolvendo entes humanos e diversos existenciais. O problema investigado propôs compreensões sobre ética, fomentando reflexões quanto à condição ontológica de ser-nomundo, consoante Heidegger em Ser e tempo. Esta pesquisa objetivou compreender a ética, distinguindo-a de moral e desconstruindo o modo usual como ética é resumida, na Psicologia, ao Código de Ética. A ética é tema de tese e é compreendida num aproximar de permanente atualização do caminho ontológico. Ética é concebida constituída pelos existenciais cuidado, liberdade e responsabilidade. A pesquisa faz parte da modalidade de pesquisa teórica, de natureza original, exploratória e descritiva, cujo método de investigação se apoia na Fenomenologia Hermenêutica heideggeriana, na qual são demonstráveis possibilidades de leitura compreensiva, visando à articulação ética e clínica psicológica/psicoterapêutica, fundamentada na Fenomenologia Existencial heideggeriana. Os resultados encontrados sugerem a desconstrução de ética do modo como é considerada na clínica psicológica, justificada no Código de Ética, a fim de sustentar uma ética voltada aos modos como habitamos mundo e, a partir dos contributos de Heidegger para a clínica psicológica englobando a atividade psicoterapêutica, pela defesa da construção de pilares de ética como cuidado, liberdade e responsabilidade. Essa pesquisa aponta outros modos de refletir sobre a ética e contribui para a aproximação compreensiva do cotidiano. Com isso esse estudo poderá favorecer questionamentos e mobilizações quanto aos modos de ampliarmos conhecimentos para a Psicologia na interface com a Filosofia aproximando modos de existir e ética, a fim de podermos habitá-la e nos aproximarmos do pensar ontológico; Abstract The question of ethics in Psychotherapy: Contributions of Martin Heidegger's hermeneutic phenomenology The present research aimed to build understanding about the phenomena of human existence, developing an approximation between ethics and psychological clinic. Inspired in the Martin Heidegger’s Hermeneutic Phenomenology, as well as in his studies in the area of Ontology. In the research, the developed comprehensive exercise privileged Heideggerian hermeneutics as a horizon of encounter to understand ethics from the existential expressive way of opening of the circularity of meaning, involving human beings and existential ones. The probleminvestigated proposed understandings about ethics, fomenting reflections on the ontological condition of being-in-the-world, according to Heidegger in Being and time. This research aimed to understand ethics, distinguishing it from moral and deconstructing the usual way as ethics is summarized, in Psychology, to the code of professional ethics. Ethics is thesis topic and is understood in approach to a permanent updating of the ontological way. Ethics is conceived as being constituted by existential care, freedom and responsibility. The research is academic, original, exploratory and descriptive, whose research method is based on the Hermeneutic Phenomenology of Martin Heidegger, where are demonstrable possibilities for comprehensive reading, aiming at the articulation between ethics and clinical psychology / psychotherapeutics, based on the Existential Phenomenology of the philosopher. The results suggest the deconstruction of ethics in the way it is considered in the psychological clinic, justified in the Code of Ethics, in order to defend an ethics focused on the ways in which we inhabit the world, and from the contributions of Heidegger to clinical and psychotherapeutic work, for the defense of the construction of ethical pillars such as care, freedom and responsibility. This research points to other ways of ethical thinking and contributes to the understanding of everyday life, in a reflexive manner. The study can promote questions and mobilizations about to ways of relating to ethics, so that we can inhabit it and approach ontological thinking. -
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A angústia como possibilidade de rearticulação de sentido na psicoterapia fenomenológica - hermeneutica
Publicaçãopor Toso, André Vicente ResendeA presente investigação reflete a respeito da tonalidade afetiva fundamental da angústia, como proposta ao longo da obra de Martin Heidegger, como possibilidade de rearticulação de sentido no contexto da psicoterapia. Para tanto, inicialmente, é necessário repensar as bases metafísicas da atividade clínica prática sob uma perspetiva do homem como aí-ser, amparando-nos no desenvolvimento da daseinsanálise e, ao mesmo tempo, retomando as origens da atividade, para a proposição de que é o próprio encontro paciente-psicoterapeuta que possibilita que a angústia conduza à rearticulação compreensiva-afetiva de sentido. Tal encontro, com base no cuidado heideggeriano, utiliza como método a fenomenologia-hermenêutica, suspendendo teorias psicológicas, psicanalíticas e psiquiátricas e centrando-se nos modos existenciais do encontro paciente-psicoterapeuta para um desvelamento do ser, para um pressentir da angústia que possibilite a rearticulação da privação existencial do paciente em sua estrutura integral como ser-nomundo. A seguir, apoiamo-nos nos parágrafos centrais de Ser e Tempo (1927) a respeito da angústia e na conferência “Que é metafísica” (1929), aproximando o pensamento heideggeriano das reflexões de Sigmund Freud, além da obra “O Conceito de Angústia”, de Søren Kierkegaard, e do pensamento clínico de Medard Boss. A intenção é criar um diálogo entre a Angst heideggeriana, a filosofia existencial e a prática clínica, que nasce com a psicanálise, não nos esquecendo do objetivo prático da presente tese. Por fim, procuramos elucidar os motivos de a tonalidade afetiva fundamental da angústia ser uma possível fonte de rearticulação de sentido na psicoterapia e como, de forma prática, o modo de ser existencial do psicoterapeuta pode permitir tal possibilidade no contexto clínico do encontro com o paciente, abrindo outras veredas para se pensar o sentido e a razão de ser da psicoterapia; The fundamental mood of anguish as a possibility for the meaning rearticulation in psychotherapy Abstract: The present research reflect´s on the fundamental mood of anguish, as proposed throughout Martin Heidegger’s work, as a possibility of meaning rearticulation in the context of psychotherapy. Initially, it is necessary to rethink the methaphysical basys of practical clinical activity to a perspective of man as Dasein, approaching the daseinsanalysis and, at the same time, returning to the origins of the activity, for the proposition that it is the bond patient-psychotherapist that allows the anguish to enable a comprehensiveaffective meaning rearticulation. Such a bond, based on Heideggerian care, uses as phenomenological- hermeneutic method, suspending psychological, psychoanalytic and psychiatric theories and focusing on the existential modes of the psychotherapist for an unveiling of the being, for a sense of the anguish that allows the rearticulation of the patient's in its integral structure as being-in-the-world. In the second moment, we meditate on the central paragraphs of Being and Time (1927) on anguish and on the lecture "What is Metaphysics" (1929), bringing Heideggerian thought closer to Sigmund Freud's reflections, the work The Concept of Anguish (1844), by Søren Kierkegaard, and the clinical thinking of Medard Boss. The intention is to create a dialogue between the Heideggerian angst with existential philosophy and clinical practice, which is born with psychoanalysis, not forgetting the practical objective of the present thesis. Finally, we intend to elucidate the reasons why the fundamental affective mood of anguish is a possible source of rearticulation of meaning in psychotherapy and how, in a practical way, the psychotherapist's existential way of being can allow this possibility in the clinical context of the encounter with the patient, opening other paths to think the meaning and raison of psychotherapy. -
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Da Queda e Endividamento como figurações onto-éticas da culpabilidade
Publicaçãopor Amaral, AntónioOrigem: uBibliorumOscilando entre o clássico estigma de uma inocência perdida da unidade, e uma “ontoscopia” heideggeriana que lhe destina uma determinação fundamental do nosso modo de ser aquém da totalidade, a “ocidental” incidência da culpa desafia-nos a reconduzir a culpabilidade à sua matriz eminentemente filosófica, posto que só neste domínio é possível recuperar as anteriores e ulteriores significações dos dados que aí se manifestam. É certo que o indelével signo de um estar-em-culpa pode, em múltiplos domínios e em diversos graus, servir – e tem servido, de facto – de sombrio viés de manipulação e alienação social, política, económica, religiosa, etc. Todavia, em lugar do pessimismo ou cinismo que tal diagnóstico pode induzir, a culpabilidade deverá apresentar-se não tanto como momento (cronológico) de patética justificação de fobias, revoltas ou desesperos, mas antes como oportunidade (cairológica) de poiética realização dos infinitos sentidos da vida.
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