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O controlo interno da actividade operacional na Guarda Nacional Republicana: Contributos para um modelo

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Summary:No seio de qualquer organização deverá sempre existir uma estrutura ou mecanismos que exerçam o controlo interno. Sem estes não haverá forma de avaliar se existem desvios ao que é esperado, planeado e exigido aos seus subordinados. É muito importante para uma força de segurança, como a GNR, pois a sua actuação passa por assegurar e respeitar os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. O presente estudo pretende verificar se os Comandantes, aos vários escalões do Comando Territorial, têm os instrumentos necessários para efectuar o controlo interno da actividade policial. O Trabalho de Investigação Aplicada, no seu enquadramento teórico, identifica os conceitos mais relevantes para a compreensão do trabalho, baseando-se na análise bibliográfica de autores de referência. No trabalho de campo foram aplicadas entrevistas a comandantes, dos vários escalões do Comando Territorial, dos Comandos Territoriais de Lisboa, Santarém, Aveiro, Porto e Viana do Castelo. O tipo de amostragem foi a amostragem por conveniência. Verificou-se que os instrumentos de controlo da actividade policial são meios imprescindíveis para a acção de comando. Os instrumentos de controlo assumem cada vez mais relevância no desenvolvimento da actividade policial das unidades Territoriais. Os instrumentos de controlo da actividade policial são elementos determinantes na aplicação do controlo. Sem um controlo adequado não seria possível avaliar a actividade policial e introduzir as correcções necessárias, de forma a melhorar o desempenho dos militares. Pode assim concluir-se que os Comandantes, aos vários escalões do Comando Territorial, têm os instrumentos necessários para efectuar o controlo interno da actividade policial, sendo estes eficazes quanto ao seu resultado. Contudo há a necessidade de potencializar e rentabilizar os instrumentos de controlo da actividade policial existentes.
Main Authors:Rodrigues, Bruno Filipe Lima
Subject:Controlo Interno Actividade Policial Instrumentos de Controlo Comandantes Territoriais Escalões
Year:2011
Country:Portugal
Document type:master thesis
Access type:open access
Associated institution:Academia Militar
Language:Portuguese
Origin:Academia Militar
Description
Summary:No seio de qualquer organização deverá sempre existir uma estrutura ou mecanismos que exerçam o controlo interno. Sem estes não haverá forma de avaliar se existem desvios ao que é esperado, planeado e exigido aos seus subordinados. É muito importante para uma força de segurança, como a GNR, pois a sua actuação passa por assegurar e respeitar os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. O presente estudo pretende verificar se os Comandantes, aos vários escalões do Comando Territorial, têm os instrumentos necessários para efectuar o controlo interno da actividade policial. O Trabalho de Investigação Aplicada, no seu enquadramento teórico, identifica os conceitos mais relevantes para a compreensão do trabalho, baseando-se na análise bibliográfica de autores de referência. No trabalho de campo foram aplicadas entrevistas a comandantes, dos vários escalões do Comando Territorial, dos Comandos Territoriais de Lisboa, Santarém, Aveiro, Porto e Viana do Castelo. O tipo de amostragem foi a amostragem por conveniência. Verificou-se que os instrumentos de controlo da actividade policial são meios imprescindíveis para a acção de comando. Os instrumentos de controlo assumem cada vez mais relevância no desenvolvimento da actividade policial das unidades Territoriais. Os instrumentos de controlo da actividade policial são elementos determinantes na aplicação do controlo. Sem um controlo adequado não seria possível avaliar a actividade policial e introduzir as correcções necessárias, de forma a melhorar o desempenho dos militares. Pode assim concluir-se que os Comandantes, aos vários escalões do Comando Territorial, têm os instrumentos necessários para efectuar o controlo interno da actividade policial, sendo estes eficazes quanto ao seu resultado. Contudo há a necessidade de potencializar e rentabilizar os instrumentos de controlo da actividade policial existentes.