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Os rostos e os espelhos: o mesmo no «outro»

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Resumo:Os processos de encontro com o diferente nem sempre foram acontecimentos para o conhecimento desse «outro» enquanto «descoberta » dele mesmo, mas servem, na maior parte das vezes para comunicarmos o que somos, manipulado a ordem da comunicação pelo domínio dos instrumentos que a permitem, neste caso a escrita. Partindo do exemplo da escrita conquistadora que definiu quem era o americano, passaremos para o papel da antropologia, enquanto ciência interpretativa do outro.
Autores principais:Campelo, Álvaro
Assunto:Artigo de fundo
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Fernando Pessoa
Idioma:português
Origem:Revista Antropológicas
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Os processos de encontro com o diferente nem sempre foram acontecimentos para o conhecimento desse «outro» enquanto «descoberta » dele mesmo, mas servem, na maior parte das vezes para comunicarmos o que somos, manipulado a ordem da comunicação pelo domínio dos instrumentos que a permitem, neste caso a escrita. Partindo do exemplo da escrita conquistadora que definiu quem era o americano, passaremos para o papel da antropologia, enquanto ciência interpretativa do outro.
The processes of meeting with different nor always was opportunity for the knowledge of this "another one", while "discovered" of it exactly, but they are important, in the biggest part of the times, to be communicated what we are, manipulated the order of the communication for the domain of the instruments that allow it, in this case the writing. Leaving of the example of the conquering writing, that defined who the American was, will pass to the role of the anthropology, interpretative science of the other.
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