Publicação

Promoção da saúde: O renascimento de uma ideologia?

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A concepção actual de promoção de saúde, educação para a saúde e prevenção da doença é suportada por ideologias algo adulteradas pela realidade social. Tendo em conta a proliferação epistemológica destes conceitos no final do século XX pretende-se, no presente artigo, elaborar uma reflexão crítica em torno das múltiplas racionalidades estratégicas em que os conceitos se organizam, bem como, abordar os paradoxos que se instalam ao nível dos determinantes biopsicossociais dos comportamentos salutogénicos.Partilhando responsabilidades, os profissionais de saúde, devem, colectiva e proactivamente, desempenhar um papel significativo como promotores de saúde, modelando e reforçando o significado “leigo” dos comportamentos, para que se possam incrementar mudanças efectivas em segmentos alargados da população.
Autores principais:Dias, Maria do Rosário
Outros Autores:Freches Duque, Alexandra; Guerreiro Silva, Margarida; Durá, Estrella
Assunto:promoção da saúde, educação para a saúde; prevenção da doença; paradoxos das ideologias; promotores de saúde; mass media
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Instituição associada:Instituto Universitário de Ciências Psicológicas Sociais e da Vida
Idioma:português
Origem:Análise Psicológica
Descrição
Resumo:A concepção actual de promoção de saúde, educação para a saúde e prevenção da doença é suportada por ideologias algo adulteradas pela realidade social. Tendo em conta a proliferação epistemológica destes conceitos no final do século XX pretende-se, no presente artigo, elaborar uma reflexão crítica em torno das múltiplas racionalidades estratégicas em que os conceitos se organizam, bem como, abordar os paradoxos que se instalam ao nível dos determinantes biopsicossociais dos comportamentos salutogénicos.Partilhando responsabilidades, os profissionais de saúde, devem, colectiva e proactivamente, desempenhar um papel significativo como promotores de saúde, modelando e reforçando o significado “leigo” dos comportamentos, para que se possam incrementar mudanças efectivas em segmentos alargados da população.