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Fenda laringotraqueal, causa rara de sibilância recorrente

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A sibilância recorrente é uma entidade comum em Pediatria, sendo a história clínica fundamental na investigação etiológica. Descreve-se o caso de uma criança com antecedentes familiares de atopia. Detectada cardiopatia sem compromisso hemodinâmico ao segundo dia de vida; internamento aos 20 dias por má progressão ponderal com dificuldades na alimentação. A investigação etiológica não revelou alterações, tendo sido estabelecido o diagnóstico de laringomalácia após observação por Otorrinolaringologia. Manteve seguimento em Consulta por estridor, início de sibilância recorrente e infecções respiratórias baixas de repetição. Em nova avaliação otorrinolaringológica foi detectada fenda laringotraqueal grau IIIa, corrigida cirurgicamente, após o que se verificou franca melhoria clínica. Este caso realça a necessidade de equacionar etiologias menos frequentes no diagnóstico diferencial de sibilância recorrente.
Autores principais:Pereira, Helena Isabel de Almeida
Assunto:Case reports
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Sociedade Portuguesa de Pediatria
Idioma:português
Origem:Portuguese Journal of Pediatrics
Descrição
Resumo:A sibilância recorrente é uma entidade comum em Pediatria, sendo a história clínica fundamental na investigação etiológica. Descreve-se o caso de uma criança com antecedentes familiares de atopia. Detectada cardiopatia sem compromisso hemodinâmico ao segundo dia de vida; internamento aos 20 dias por má progressão ponderal com dificuldades na alimentação. A investigação etiológica não revelou alterações, tendo sido estabelecido o diagnóstico de laringomalácia após observação por Otorrinolaringologia. Manteve seguimento em Consulta por estridor, início de sibilância recorrente e infecções respiratórias baixas de repetição. Em nova avaliação otorrinolaringológica foi detectada fenda laringotraqueal grau IIIa, corrigida cirurgicamente, após o que se verificou franca melhoria clínica. Este caso realça a necessidade de equacionar etiologias menos frequentes no diagnóstico diferencial de sibilância recorrente.