Publicação
Doença de Kikuchi
| Resumo: | A doença de Kikuchi-Fugimoto é uma doença rara, autolimitada e de origem desconhecida. O quadro clínico manifesta-se mais frequentemente por adenomegálias cervicais, febre e astenia mas a apresentação pode ser variável. Descrevem-se dois casos desta entidade em adolescentes de 14 e 12 anos, do sexo feminino, cujas apresentações clínicas foram distintas. Ambas apresentavam anemia normocítica, leucopenia e elevação da velocidade de sedimentação. O estudo da autoimunidade revelou anticorpos positivos e os achados histológicos da biópsia ganglionar conduziram ao diagnóstico de doença de Kikuchi-Fugimoto. A doença de Kikuchi-Fugimoto deve ser considerada no diagnóstico diferencial de febre e adenomegálias de etiologia desconhecida. A possível associação com lupus eritematoso sistémico torna necessário o seguimento acompanhamento e vigilância destas doentes a longo prazo. |
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| Autores principais: | Luis, Catarina |
| Outros Autores: | Maia Pita, Ana; João Brito, Maria; Cuesta, Lourdes; Dias, Alexandra; Machado, Maria do Céu |
| Assunto: | Case reports |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Sociedade Portuguesa de Pediatria |
| Idioma: | português |
| Origem: | Portuguese Journal of Pediatrics |
| Resumo: | A doença de Kikuchi-Fugimoto é uma doença rara, autolimitada e de origem desconhecida. O quadro clínico manifesta-se mais frequentemente por adenomegálias cervicais, febre e astenia mas a apresentação pode ser variável. Descrevem-se dois casos desta entidade em adolescentes de 14 e 12 anos, do sexo feminino, cujas apresentações clínicas foram distintas. Ambas apresentavam anemia normocítica, leucopenia e elevação da velocidade de sedimentação. O estudo da autoimunidade revelou anticorpos positivos e os achados histológicos da biópsia ganglionar conduziram ao diagnóstico de doença de Kikuchi-Fugimoto. A doença de Kikuchi-Fugimoto deve ser considerada no diagnóstico diferencial de febre e adenomegálias de etiologia desconhecida. A possível associação com lupus eritematoso sistémico torna necessário o seguimento acompanhamento e vigilância destas doentes a longo prazo. |
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