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Infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana: Casuística da Consulta de Pediatria

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Summary:O aumento do número de casos de infecção por VIH na população tem como consequência um aumento do número de casos de crianças infectadas, que são na sua maioria, resultado de transmissão mãe-filho. O objectivo deste trabalho foi avaliar os métodos de diagnóstico, seguimento e tratamento das crianças infectadas pelo VIH. Foram referenciadas à nossa consulta, por suspeita de infecção pelo VIH e durante o período entre Janeiro de 1993 e Dezembro de 1997, 25 crianças, sendo o diagnóstico confirmado em seis. Os métodos de diagnóstico utilizados foram a carga vírica/cultura de vírus nas crianças com menos de 18 meses de idade e os marcadores víricos nas crianças mais velhas. Destas, apenas quatro são actualmente seguidas na consulta e apenas uma continua sem terapêutica antiretroviral. Faz-se a revisão da terapêutica instituída e evolução clínica e laboratorial, caso a caso. Todas estas famílias recebem apoio social e psiquiátrico, dado o impacto do diagnóstico e as dificuldades socio-económicas quase sempre presentes.
Main Authors:Oliveira, M. José
Other Authors:Cunha, Joaquim; Oliva, Teresa; Monteiro, Tojal
Subject:Original articles
Year:2014
Country:Portugal
Document type:article
Access type:open access
Associated institution:Sociedade Portuguesa de Pediatria
Language:Portuguese
Origin:Portuguese Journal of Pediatrics
Description
Summary:O aumento do número de casos de infecção por VIH na população tem como consequência um aumento do número de casos de crianças infectadas, que são na sua maioria, resultado de transmissão mãe-filho. O objectivo deste trabalho foi avaliar os métodos de diagnóstico, seguimento e tratamento das crianças infectadas pelo VIH. Foram referenciadas à nossa consulta, por suspeita de infecção pelo VIH e durante o período entre Janeiro de 1993 e Dezembro de 1997, 25 crianças, sendo o diagnóstico confirmado em seis. Os métodos de diagnóstico utilizados foram a carga vírica/cultura de vírus nas crianças com menos de 18 meses de idade e os marcadores víricos nas crianças mais velhas. Destas, apenas quatro são actualmente seguidas na consulta e apenas uma continua sem terapêutica antiretroviral. Faz-se a revisão da terapêutica instituída e evolução clínica e laboratorial, caso a caso. Todas estas famílias recebem apoio social e psiquiátrico, dado o impacto do diagnóstico e as dificuldades socio-económicas quase sempre presentes.