Publicação
A presença online dos jornais do Alentejo
| Resumo: | Este trabalho tem como principal objetivo salientar a presença dos jornais regionais portugueses no Alentejo. Além disso, pretende‐se apresentar conceitos de jornalismo de proximidade (Camponez, 2002) e de ciberjornalismo de proximidade (Garcia, 2017); explanar a história e o percurso do ciberjornalismo português, no âmbito nacional (Bastos, 2010, 2011, 2014) e de proximidade, também chamado de regional, (Jerónimo, 2013, 2015, 2017) especificando a realidade e os desafios dessa vertente (Garcia, 2017); e por fim, atentar‐se ao jornalismo (Guimarães, 2017) e ciberjornalismo na região do Alentejo. Por meio de uma pesquisa, cujo método foi a análise de conteúdo e a observação não participativa dos dados (Schultz, 1999 & Zamith, 2008), procurou‐se mensurar a presença online categorizando os jornais alentejanos pela forma que utilizam o ciberespaço para a disposição de notícia. Em suma, a pesquisa empírica comprovou que a atuação do ciberjornalismo no Alentejo ainda é uma prática inexplorada, logo não tem aproveitado de modo estratégico as potencialidades oferecidas pela cibermedia. |
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| Autores principais: | da Silva, Adam Lucas Weber |
| Outros Autores: | Alencar, Alcilaine de Macedo; Junior, Claudinei Lopes; da Silva, Thayná Bressan |
| Assunto: | jornalismo de proximidade ciberjornalismo de proximidade Alentejo redes sociais interação |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Instituição associada: | Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Portalegre |
| Idioma: | português |
| Origem: | Aprender |
| Resumo: | Este trabalho tem como principal objetivo salientar a presença dos jornais regionais portugueses no Alentejo. Além disso, pretende‐se apresentar conceitos de jornalismo de proximidade (Camponez, 2002) e de ciberjornalismo de proximidade (Garcia, 2017); explanar a história e o percurso do ciberjornalismo português, no âmbito nacional (Bastos, 2010, 2011, 2014) e de proximidade, também chamado de regional, (Jerónimo, 2013, 2015, 2017) especificando a realidade e os desafios dessa vertente (Garcia, 2017); e por fim, atentar‐se ao jornalismo (Guimarães, 2017) e ciberjornalismo na região do Alentejo. Por meio de uma pesquisa, cujo método foi a análise de conteúdo e a observação não participativa dos dados (Schultz, 1999 & Zamith, 2008), procurou‐se mensurar a presença online categorizando os jornais alentejanos pela forma que utilizam o ciberespaço para a disposição de notícia. Em suma, a pesquisa empírica comprovou que a atuação do ciberjornalismo no Alentejo ainda é uma prática inexplorada, logo não tem aproveitado de modo estratégico as potencialidades oferecidas pela cibermedia. |
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