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Crown magistrates in the popular anti-French revolts. The Ferragudo uprising of 1808

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Detalhes bibliográficos
Resumo:<p>Com este trabalho abordamos a questão das revoltas sociais antifrancesas ocorridas em 1808, na fase final da ocupação do território nacional pelas tropas napoleónicas, que em Novembro do ano anterior tinham invadido Portugal, em consequência da desobediência deste país ao bloqueio continental. Escolhemos o exemplo do motim desencadeado pelos populares da aldeia piscatória de Ferragudo. Analisámos as suas motivações e características, enquadrando-o nas movimentações contra a ocupação dos franceses e os seus supostos colaboradores e simpatizantes, que então agitavam a Península Ibérica. Procurámos, de forma mais detalhada, explicar o facto de os magistrados régios, designadamente o juíz de fora de Lagoa, se encontrarem entre os sectores socioprofissionais portugueses mais atingidos por tal onda persecutória.</p>
Autores principais:Teresa Fonseca
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Idioma:português
Origem:CEPESE Publicações
Descrição
Resumo:<p>Com este trabalho abordamos a questão das revoltas sociais antifrancesas ocorridas em 1808, na fase final da ocupação do território nacional pelas tropas napoleónicas, que em Novembro do ano anterior tinham invadido Portugal, em consequência da desobediência deste país ao bloqueio continental. Escolhemos o exemplo do motim desencadeado pelos populares da aldeia piscatória de Ferragudo. Analisámos as suas motivações e características, enquadrando-o nas movimentações contra a ocupação dos franceses e os seus supostos colaboradores e simpatizantes, que então agitavam a Península Ibérica. Procurámos, de forma mais detalhada, explicar o facto de os magistrados régios, designadamente o juíz de fora de Lagoa, se encontrarem entre os sectores socioprofissionais portugueses mais atingidos por tal onda persecutória.</p>