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AVALIAÇÃO MORFOLÓGICA CONDILAR EM PACIENTES DE CLASSE II HIPODIVERGENTES E HIPERDIVERGENTES ANTES E APÓS TRATAMENTO ORTODÔNTICO FIXO AUTOLIGÁVEL

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Sendo a mandíbula um osso ímpar da face e marcante pelo motivo de ser o único móvel, ela é de extrema importância quando estudamos fatores como o côndilo e a sua morfologia. A cartilagem condilar é um centro de crescimento craniofacial e consequentemente, a morfologia da articulação temporomandibular torna-se um fator de interferência no processo de desenvolvimento do complexo craniofacial. Objetivo O objectivo deste estudo é verificar se existem diferenças na morfologia condilar entre pacientes com biótipo facial de Classe II Hiperdivergente ou Hipodivergente antes e após tratamento com aparelho ortodôntico fixo autoligado Materiais e Métodos A amostra é constituída por 100 pacientes com idade superior a 18 anos que recorreram a tratamento ortodôntico. Esta amostra foi dividida em 50 pacientes hiperdivergentes e 50 pacientes hipodivergentes. Foi avaliada a morfologia condilar de forma a avaliar se existem diferenças entre pacientes com biótipo facial de Classe II Hiperdivergente ou Hipodivergente antes e após tratamento ortodôntico fixo autoligável. Resultados e Conclusões Os resultados demonstram que, o biotipo facial hipodivergente assume sempre valores superiores aos hiperdivergentes, na sua morfologia condilar, assim como as características morfológicas do côndilo sofreram alteração no biotipo facial hiperdivergente depois do tratamento ortodôntico autoligável para a medida Cop-Ks. Ainda se concluiu que as características morfológicas do côndilo não sofreram alterações para o biotipo facial hipodivergente depois do tratamento ortodontico autoligável Palavras-chave: morfologia condilar, biótipo facial, radiografia panorâmica, tratamento ortodôntico autoligável.
Autores principais:Machado, Cláudia Vanessa Barros Batista
Assunto:Morfologia condilar Biótipo facial Radiografia panorâmica Tratamento ortodôntico autoligável
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório CESPU
Descrição
Resumo:Sendo a mandíbula um osso ímpar da face e marcante pelo motivo de ser o único móvel, ela é de extrema importância quando estudamos fatores como o côndilo e a sua morfologia. A cartilagem condilar é um centro de crescimento craniofacial e consequentemente, a morfologia da articulação temporomandibular torna-se um fator de interferência no processo de desenvolvimento do complexo craniofacial. Objetivo O objectivo deste estudo é verificar se existem diferenças na morfologia condilar entre pacientes com biótipo facial de Classe II Hiperdivergente ou Hipodivergente antes e após tratamento com aparelho ortodôntico fixo autoligado Materiais e Métodos A amostra é constituída por 100 pacientes com idade superior a 18 anos que recorreram a tratamento ortodôntico. Esta amostra foi dividida em 50 pacientes hiperdivergentes e 50 pacientes hipodivergentes. Foi avaliada a morfologia condilar de forma a avaliar se existem diferenças entre pacientes com biótipo facial de Classe II Hiperdivergente ou Hipodivergente antes e após tratamento ortodôntico fixo autoligável. Resultados e Conclusões Os resultados demonstram que, o biotipo facial hipodivergente assume sempre valores superiores aos hiperdivergentes, na sua morfologia condilar, assim como as características morfológicas do côndilo sofreram alteração no biotipo facial hiperdivergente depois do tratamento ortodôntico autoligável para a medida Cop-Ks. Ainda se concluiu que as características morfológicas do côndilo não sofreram alterações para o biotipo facial hipodivergente depois do tratamento ortodontico autoligável Palavras-chave: morfologia condilar, biótipo facial, radiografia panorâmica, tratamento ortodôntico autoligável.