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Desafios educacionais em tempo de COVID-19: contributos do pensamento de Paulo Freire

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A pandemia por covid-19, anunciada pela OMS, determinou a instalação de um contexto de iniquidades sociais. Esta investigação, analítica, descritiva e transver sal, teve como objetivo caraterizar os desafios na formação e trabalho em home of fice, em consequência da covid-19. Foi aplicado um inquérito a 317 profissionais da educação em diversos locais do Brasil, em maio de 2020. Entre os aspetos que mais se evidenciam, percebe-se a falta de preparação dos respondentes para assegurar aulas a distância, a desigualdade no acesso tecnológico, a redução do bem-estar profissional, mas o acompanhado entusiasmo na busca de novos métodos. Emerge uma situação de vulnerabilidade e a necessidade de valorização profissional do cente. Partindo do prisma da criticidade, do diálogo e empowerment docente, indi ca-se a possibilidade de “ser mais em educação”, apontando-se alguns caminhos freireanos para a transposição de desigualdades educacionais presentes e futuras.
Autores principais:Zukowsky-Tavares, Cristina
Outros Autores:Silva, Natália; Alencar, Vitória; Cardoso, Thiago; Lopes-Jr, Derson; Bonito, Jorge
Assunto:Paulo Freire Desafios profissionais Educação Equidade Pandemia covid-19 COVID-19 Professional challenges Education Equity COVID-19 pandemic . Faculdade de Ciências Sociais
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade da Madeira
Idioma:português
Origem:DigitUMa - Repositório da Universidade da Madeira
Descrição
Resumo:A pandemia por covid-19, anunciada pela OMS, determinou a instalação de um contexto de iniquidades sociais. Esta investigação, analítica, descritiva e transver sal, teve como objetivo caraterizar os desafios na formação e trabalho em home of fice, em consequência da covid-19. Foi aplicado um inquérito a 317 profissionais da educação em diversos locais do Brasil, em maio de 2020. Entre os aspetos que mais se evidenciam, percebe-se a falta de preparação dos respondentes para assegurar aulas a distância, a desigualdade no acesso tecnológico, a redução do bem-estar profissional, mas o acompanhado entusiasmo na busca de novos métodos. Emerge uma situação de vulnerabilidade e a necessidade de valorização profissional do cente. Partindo do prisma da criticidade, do diálogo e empowerment docente, indi ca-se a possibilidade de “ser mais em educação”, apontando-se alguns caminhos freireanos para a transposição de desigualdades educacionais presentes e futuras.

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