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“Maneiras diferentes de trabalhar com a verdade”: A criação visual do universo fictício no documentário Que bom te ver viva de Lucia Murat

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente pesquisa teve por objetivo investigar, através da análise fílmica do longa-metragem documental Que bom te ver viva (1989), de Lúcia Murat, possibilidades de criação visual de um universo fictício inserido em um filme documental, através do hibridismo de características dos dois gêneros cinematográficos.
Autores principais:Silva, Jéssica Kelly Rodrigues de Andrade
Assunto:Lúcia Murat Que bom te ver viva documentário ficção mulher Lúcia Murat Que bom te ver viva documentário ficção mulher Lúcia Murat Que bom te ver viva documentário ficção mulher Lúcia Murat Que bom te ver viva documentário ficção mulher
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:Universidade da Beira Interior (UBI, Portugal) e Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP, Brasil)
Idioma:português
Origem:Doc On-line-Revista Digital de Cinema Documentário
Descrição
Resumo:A presente pesquisa teve por objetivo investigar, através da análise fílmica do longa-metragem documental Que bom te ver viva (1989), de Lúcia Murat, possibilidades de criação visual de um universo fictício inserido em um filme documental, através do hibridismo de características dos dois gêneros cinematográficos.