Publicação
Avaliação e caracterização dos desdentados na consulta de reabilitação oral I e II na Clínica Dentária Universitária Egas Moniz
| Resumo: | Objetivos: Avaliar e caracterizar os doentes desdentados parciais que recorrem à consulta de Reabilitação Oral I e II na Clínica Dentária Universitária Egas Moniz, segundo a Classificação de Kennedy e correlacionar o tipo de edentulismo com o nível de escolaridade. Materiais e Métodos: Dos 50.000 processos da CDUEM foram consultados os que frequentaram as consultas da Unidade Curricular Clínica de Reabilitação Oral I e II entre os meses de Setembro de 2014 e Março de 2018. Foram consultadas as Histórias Clínicas e recolhidos dados anonimizados, caracterizados pelas seguintes variáveis: idade, sexo, classificação de Kennedy para a maxila e mandíbula, nível de escolaridade. Fez-se uma análise descritiva dos dados que foram submetidos a análise estatística. Resultados: Dos processos analisados, 57,8% correspondiam a mulheres e 42,2% correspondiam a homens e a média de idades foi 58,6 anos. A classe de Kennedy mais frequente foi a classe III (37,3%) e a menos frequente foi a classe IV (1,1%). A classe de Kennedy mais frequente nas mulheres foi a classe III (32,8%) e nos homens a classe mais frequente foi a classe I (26,5%). Na maxila, a classe III foi a que apresentou mais modificã̧es (50,0%), e na mandíbula a classe II foi a que apresentou mais modificã̧es (36,9%). A maior parte da amostra frequentou o ensino básico (59,5%). Nas mulheres verificou-se que existe uma tendência para ocorrência de um maior número de modificações das classes de Kennedy em indivíduos que frequentaram o ensino básico. Nos homens verificou-se que existe uma tendência para ocorrência de um maior número de modificã̧es das classes de Kennedy em indivíduos com ensino básico mas também no ensino secundário. Conclusões: A classe de Kennedy mais frequente ́ a classe III (37,3%) e classe de Kennedy menos frequente ́ a classe IV (1,1%). Todas as classes de Kennedy estão mais associadas ao ensino básico. |
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| Autores principais: | Marreiros, Joana Maria Mira |
| Assunto: | Desdentados parciais Nível de escolaridade Classificação de Kennedy Prótese parcial removível |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Idioma: | português |
| Origem: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Resumo: | Objetivos: Avaliar e caracterizar os doentes desdentados parciais que recorrem à consulta de Reabilitação Oral I e II na Clínica Dentária Universitária Egas Moniz, segundo a Classificação de Kennedy e correlacionar o tipo de edentulismo com o nível de escolaridade. Materiais e Métodos: Dos 50.000 processos da CDUEM foram consultados os que frequentaram as consultas da Unidade Curricular Clínica de Reabilitação Oral I e II entre os meses de Setembro de 2014 e Março de 2018. Foram consultadas as Histórias Clínicas e recolhidos dados anonimizados, caracterizados pelas seguintes variáveis: idade, sexo, classificação de Kennedy para a maxila e mandíbula, nível de escolaridade. Fez-se uma análise descritiva dos dados que foram submetidos a análise estatística. Resultados: Dos processos analisados, 57,8% correspondiam a mulheres e 42,2% correspondiam a homens e a média de idades foi 58,6 anos. A classe de Kennedy mais frequente foi a classe III (37,3%) e a menos frequente foi a classe IV (1,1%). A classe de Kennedy mais frequente nas mulheres foi a classe III (32,8%) e nos homens a classe mais frequente foi a classe I (26,5%). Na maxila, a classe III foi a que apresentou mais modificã̧es (50,0%), e na mandíbula a classe II foi a que apresentou mais modificã̧es (36,9%). A maior parte da amostra frequentou o ensino básico (59,5%). Nas mulheres verificou-se que existe uma tendência para ocorrência de um maior número de modificações das classes de Kennedy em indivíduos que frequentaram o ensino básico. Nos homens verificou-se que existe uma tendência para ocorrência de um maior número de modificã̧es das classes de Kennedy em indivíduos com ensino básico mas também no ensino secundário. Conclusões: A classe de Kennedy mais frequente ́ a classe III (37,3%) e classe de Kennedy menos frequente ́ a classe IV (1,1%). Todas as classes de Kennedy estão mais associadas ao ensino básico. |
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