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Cimentação adesiva: o estado da arte

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Resumo:Atualmente a prática de dentisteria minimamente invasiva tornou-se cada vez mais uma opção terapêutica, deste modo recorre-se muitas vezes à utilização de restaurações indiretas cimentadas adesivamente, com o objetivo de restabelecer a saúde, a função e a estética. A longevidade dessas restaurações indiretas depende, entre outros fatores, da adesão oferecida pelo cimento. O conhecimento dos vários tipos de cimento, da sua composição química, vantagens e desvantagens, indicações e contraindicações, biocompatibilidade e mecanismo de adesão é de grande importância para a correta seleção do material a ser aplicado. O desenvolvimento na área dos materiais dentários tem sido constante e têm sido notadas importantes evoluções. A introdução dos cimentos de resina autoadesivos tornou-os num material considerado, desde o seu ínicio, muito popular. Tal popularidade deve-se à vasta abrangência de indicações e vantagens clínicas e protocolo simplificado de utilização. Diversos estudos tem sido publicados desde a sua inserção no mercado. A possível substituição dos cimentos existentes pelos cimentos de resina autoadesivos para todas as situações clínicas seria o desejado por parte dos profissionais. Contudo mais estudos in vivo sobre o sucesso clínico a longo prazo a respeito destes cimentos são necessários para se entender qual a sua verdadeira indicação e entender alguns aspetos que ainda estão por esclarecer.
Autores principais:Baltazar, Octávio Manuel Torpes
Assunto:Cimentos adesivos Restaurações indiretas Cimentos resinosos Cimentos autoadesivos
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Idioma:português
Origem:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL

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