Publicação
Relação entre as experiências na infância, dificuldade de regulação emocional e agressividade : estudo comparativo entre uma amostra de reclusos e população geral
| Resumo: | Introdução: Experiências na infância influenciam o desenvolvimento psicológico e comportamental do indivíduo. Enquanto adversidades levam a comportamentos antissociais, ambientes positivos formam indivíduos socialmente responsáveis. Estas consequências são significativas na formação emocional e comportamental. Objetivos: Este estudo tem como objetivo avaliar a relação entre as experiências positivas e adversas na infância, a regulação emocional e agressividade, numa amostra da população geral e da população reclusa. Também pretende comparar uma amostra da população geral e uma amostra de reclusos em relação à vivência de experiências positivas e adversas na infância, à regulação emocional e à agressividade. Material e métodos: Foi usada uma amostra da população e outra da população reclusa. Os participantes responderam ao questionário sociodemográfico, ao Buss-Perry Aggression Questionnaire (BPAQ), Adverse Childhood Experiences (ACE), Benevolent Childhood Experiences (BCE) e The Difficulties in Emotion Regulation Scale – Short Form (DERS-SF). Resultados: Verificaram-se correlações negativas entre o BPAQ e o BCE e entre BCE e o DERS e positivas entre o BPAQ e o ACE e entre o ACE e o DERS. A população reclusa sofreu mais vitimação na infância do que a população geral. A população reclusa apresenta valores superiores de ACE, DERS e BPAQ. Conclusões: Estes resultados destacam a complexa interação entre as experiências da infância e as suas consequências emocionais e comportamentais. Mais estudos são necessários para compreender melhor o papel dos BCEs e ACEs na relação entre BPAQ e DERS destacando os efeitos diferenciais na população geral e reclusa, a fim de desenvolver programas de prevenção e intervenção. |
|---|---|
| Autores principais: | Fernandes, Vitória Moreira |
| Assunto: | Experiências adversas Experiências positivas Regulação emocional Agressividade Reclusos População geral |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Idioma: | português |
| Origem: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Resumo: | Introdução: Experiências na infância influenciam o desenvolvimento psicológico e comportamental do indivíduo. Enquanto adversidades levam a comportamentos antissociais, ambientes positivos formam indivíduos socialmente responsáveis. Estas consequências são significativas na formação emocional e comportamental. Objetivos: Este estudo tem como objetivo avaliar a relação entre as experiências positivas e adversas na infância, a regulação emocional e agressividade, numa amostra da população geral e da população reclusa. Também pretende comparar uma amostra da população geral e uma amostra de reclusos em relação à vivência de experiências positivas e adversas na infância, à regulação emocional e à agressividade. Material e métodos: Foi usada uma amostra da população e outra da população reclusa. Os participantes responderam ao questionário sociodemográfico, ao Buss-Perry Aggression Questionnaire (BPAQ), Adverse Childhood Experiences (ACE), Benevolent Childhood Experiences (BCE) e The Difficulties in Emotion Regulation Scale – Short Form (DERS-SF). Resultados: Verificaram-se correlações negativas entre o BPAQ e o BCE e entre BCE e o DERS e positivas entre o BPAQ e o ACE e entre o ACE e o DERS. A população reclusa sofreu mais vitimação na infância do que a população geral. A população reclusa apresenta valores superiores de ACE, DERS e BPAQ. Conclusões: Estes resultados destacam a complexa interação entre as experiências da infância e as suas consequências emocionais e comportamentais. Mais estudos são necessários para compreender melhor o papel dos BCEs e ACEs na relação entre BPAQ e DERS destacando os efeitos diferenciais na população geral e reclusa, a fim de desenvolver programas de prevenção e intervenção. |
|---|