Publicação
Compressão maxilar, postura da língua e espaço faríngeo : haverá alguma relação?
| Resumo: | OBJECTIVOS: Avaliar a influência que uma dimensão transversal maxilar diminuída tem na postura da língua e consequentemente na dimensão do espaço faríngeo. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram utilizados os modelos de estudo e as telerradiografias de perfil iniciais de pacientes adultos que procuraram tratamento ortodôntico. Mediram-se a distância intermolar e considerou-se que havia um défice transversal maxilar quando os valores eram inferiores a 30mm. As telerradiografias foram utilizadas para determinar o espaço orofaríngeo, sendo efetuadas medições a três níveis: velofaríngeo, retrobasilingual, faringoepiglótico. Formaram-se dois grupos, o Grupo A com pacientes com défice transversal e o Grupo B com pacientes com dimensão transversal normal. Determinou-se a relação esquelética sagital intermaxilar e a posição sagital mandibular através dos ângulos ANB e SNB, respetivamente. Formaram-se então quatro grupos, subdividindo os grupos A e B. Formaram-se então quatro grupos, subdividindo os grupos A e B em AI e BI e AII e BII consoante o ângulo ANB e SNB. Na análise estatística recorreu-se ao teste t-student e a regressão linear. RESULTADOS: Por regressão linear obtiveram-se resultados estatisticamente significativos entre a dimensão do espaço velofaríngeo e a presença de défice transversal maxilar, sendo que na Classe II por cada 1mm que diminui a dimensão transversal há uma diminuição de 0,24mm no espaço velofaríngeo. Não se encontraram diferenças estatisticamente significativas nos restantes níveis orofaríngeos. CONCLUSÕES: A Classe II! esquelética apresentou um maior grau de défice transversal maxilar. A dimensão transversal do maxilar influencia, de forma significativa, a dimensão do nível velofaríngeo na Classe II esquelética. Há uma tendência para a diminuição da dimensão do nível retrobasilingual quando há um défice transversal do maxilar superior, na Classe II esquelética. |
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| Autores principais: | Marinho, Leonor Anselmo de Castro Assunção Ferreira |
| Assunto: | Défice transversal maxilar Compressão maxilar Dimensão da orofaringe Relação transversal |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Idioma: | português |
| Origem: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Resumo: | OBJECTIVOS: Avaliar a influência que uma dimensão transversal maxilar diminuída tem na postura da língua e consequentemente na dimensão do espaço faríngeo. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram utilizados os modelos de estudo e as telerradiografias de perfil iniciais de pacientes adultos que procuraram tratamento ortodôntico. Mediram-se a distância intermolar e considerou-se que havia um défice transversal maxilar quando os valores eram inferiores a 30mm. As telerradiografias foram utilizadas para determinar o espaço orofaríngeo, sendo efetuadas medições a três níveis: velofaríngeo, retrobasilingual, faringoepiglótico. Formaram-se dois grupos, o Grupo A com pacientes com défice transversal e o Grupo B com pacientes com dimensão transversal normal. Determinou-se a relação esquelética sagital intermaxilar e a posição sagital mandibular através dos ângulos ANB e SNB, respetivamente. Formaram-se então quatro grupos, subdividindo os grupos A e B. Formaram-se então quatro grupos, subdividindo os grupos A e B em AI e BI e AII e BII consoante o ângulo ANB e SNB. Na análise estatística recorreu-se ao teste t-student e a regressão linear. RESULTADOS: Por regressão linear obtiveram-se resultados estatisticamente significativos entre a dimensão do espaço velofaríngeo e a presença de défice transversal maxilar, sendo que na Classe II por cada 1mm que diminui a dimensão transversal há uma diminuição de 0,24mm no espaço velofaríngeo. Não se encontraram diferenças estatisticamente significativas nos restantes níveis orofaríngeos. CONCLUSÕES: A Classe II! esquelética apresentou um maior grau de défice transversal maxilar. A dimensão transversal do maxilar influencia, de forma significativa, a dimensão do nível velofaríngeo na Classe II esquelética. Há uma tendência para a diminuição da dimensão do nível retrobasilingual quando há um défice transversal do maxilar superior, na Classe II esquelética. |
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