Publicação

Fatores de risco nos processos de higienização das mãos em restauração

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:No sentido de analisar os processos de higienização de mãos dos manipuladores de alimentos na restauração, utilizou-se como estudo de caso uma unidade de restauração hoteleira, na qual se efetuou um estudo presencial para analisar o cumprimento de um conjunto de fatores de risco/pontos críticos no processo de higienização, tais como, a duração da lavagem, uso do produto antibacteriano, uso de papel descartável para secagem das mãos e local apropriado para lavagem. Os dados revelam que 20,5% das observações, correspondem a uma necessidade de lavagem das mãos não efetuada, e em 71% das situações deveu-se a uma mudança de tarefas. Dos 79,5% de observações de lavagem, verificou-se haver necessidade de lavagem em 95,1%. Destas últimas, verificaram-se não conformidades em 66,7%, sendo as mais frequentes a não utilização do produto de lavagem (59%), a não utilização do local correto (28%) e a secagem incorreta das mãos (26%).
Autores principais:Abreu, Nuno Filipe Meneses de
Assunto:Higienização Mãos Restauração Manipuladores Alimentos Sanitation Hands Catering Food handlers
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril
Idioma:português
Origem:Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril
Descrição
Resumo:No sentido de analisar os processos de higienização de mãos dos manipuladores de alimentos na restauração, utilizou-se como estudo de caso uma unidade de restauração hoteleira, na qual se efetuou um estudo presencial para analisar o cumprimento de um conjunto de fatores de risco/pontos críticos no processo de higienização, tais como, a duração da lavagem, uso do produto antibacteriano, uso de papel descartável para secagem das mãos e local apropriado para lavagem. Os dados revelam que 20,5% das observações, correspondem a uma necessidade de lavagem das mãos não efetuada, e em 71% das situações deveu-se a uma mudança de tarefas. Dos 79,5% de observações de lavagem, verificou-se haver necessidade de lavagem em 95,1%. Destas últimas, verificaram-se não conformidades em 66,7%, sendo as mais frequentes a não utilização do produto de lavagem (59%), a não utilização do local correto (28%) e a secagem incorreta das mãos (26%).