Publicação

Fragmentação e Multiplicidade - a construção da identidade no autorretrato

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação investiga o autorretrato como prática artística e como instrumento de construção e desconstrução da identidade pessoal na contemporaneidade. Parte-se da premissa de que o “eu” é um conceito fluido, fragmentado e em constante transformação, moldado pela relação com o outro, com a imagem e com o tempo. Através da análise da fragmentação da imagem como estratégia artística, explora-se a multiplicidade e a complexidade da identidade, questionando os limites entre o verdadeiro e o falso, o consciente e o inconsciente, a máscara e a essência. A investigação desenvolve-se no entrelaçamento de uma abordagem prática e teórica, integrando diferentes técnicas como a pintura a óleo, escultura e a fotografia, em diálogo com uma pesquisa e reflexão sobre o modo como alguns ensaístas pensaram a redefinição da identidade da contemporaneidade e o modo como o autorretrato permite explorar e recolher evidências sobre a condição contemporânea da identidade. A prática artística autoral centrou-se na exploração da fragmentação visual como metáfora da fragmentação interior, refletindo sobre como a identidade se revela ou se oculta na autorrepresentação. São abordados alguns conceitos fundamentais como o papel do espelho e do reflexo na construção da identidade, assim como o paradoxo da representação, como um ato simultaneamente revelador e encenado.
Autores principais:Gomes, Jéssica Carolina Figueira
Assunto:Identidade Multiplicidade Fragmentação Autorretrato Autorrepresentação
Ano:2026
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Leiria
Idioma:português
Origem:IC-online
Descrição
Resumo:Esta dissertação investiga o autorretrato como prática artística e como instrumento de construção e desconstrução da identidade pessoal na contemporaneidade. Parte-se da premissa de que o “eu” é um conceito fluido, fragmentado e em constante transformação, moldado pela relação com o outro, com a imagem e com o tempo. Através da análise da fragmentação da imagem como estratégia artística, explora-se a multiplicidade e a complexidade da identidade, questionando os limites entre o verdadeiro e o falso, o consciente e o inconsciente, a máscara e a essência. A investigação desenvolve-se no entrelaçamento de uma abordagem prática e teórica, integrando diferentes técnicas como a pintura a óleo, escultura e a fotografia, em diálogo com uma pesquisa e reflexão sobre o modo como alguns ensaístas pensaram a redefinição da identidade da contemporaneidade e o modo como o autorretrato permite explorar e recolher evidências sobre a condição contemporânea da identidade. A prática artística autoral centrou-se na exploração da fragmentação visual como metáfora da fragmentação interior, refletindo sobre como a identidade se revela ou se oculta na autorrepresentação. São abordados alguns conceitos fundamentais como o papel do espelho e do reflexo na construção da identidade, assim como o paradoxo da representação, como um ato simultaneamente revelador e encenado.