Publicação
Avaliação ambiental de embalagens de azeite de oliva usando uma abordagem de avaliação do ciclo de vida
| Resumo: | A presente dissertação tem como objetivo analisar o impacto ambiental das principais embalagens utilizadas para azeite extra virgem o vidro, PET, lata e bag-in-box quantificando seus efeitos ao longo do ciclo de vida conforme as normas ISO 14040 e ISO 14044. A Avaliação do Ciclo de Vida foi aplicada considerando as etapas de produção, transporte, uso e fim de vida, com foco em indicadores como Potencial de Aquecimento Global, Formação de Partículas Finas, Consumo de Água Doce, Ecotoxicidade em Água Doce e Toxicidade Humana Não Carcinogênica. Os resultados demonstram que a embalagem de vidro apresenta o maior impacto ambiental, associada principalmente ao seu elevado peso, gera elevado consumo energético no processo de fusão (≈ 6 MJ/kg) e emissões superiores a 1,6–2,9 kg CO₂ eq/kg. Apesar da alta reciclabilidade (85–90%) e reutilização potencial, o peso contribui para aumentar as emissões no transporte. As embalagens de PET e R-PET exibiram o melhor desempenho global. O uso de PET reciclado mecanicamente permite reduções de até 60% nas emissões de CO₂ em comparação com o vidro, mantendo níveis de reciclabilidade semelhantes (85–90%). O PET apresenta impacto climático de 2,3–2,5 kg CO₂ eq/kg, mas benefício logístico devido ao baixo peso. O uso obrigatório na UE de 30% de R-PET em embalagens alimentares a partir de 2030 reforça esse cenário positivo. As latas, com reciclabilidade próxima de 95%, apresentam impacto elevado auando produzidas a partir de alumínio primário, devido ao consumo energético extremamente alto (155–200 MJ/kg) e emissões associadas à extração e eletrólise da bauxita (9–11 kg CO₂ eq/kg). Contudo, quando reciclado, o alumínio pode reduzir sua pegada ambiental em mais de 70%, tornando-se competitivo com PET e vidro reciclado. O sistema bag-in-box destaca-se pelo baixo consumo de materiais e peso reduzido, com impactos gerais moderados (3–5 kg CO₂ eq/kg e 50–70 MJ/kg). No entanto, sua reciclabilidade é inferior a 50%, devido às camadas multicamadas de polímeros e alumínio, o que limita sua integração em ciclos circulares. Os cenários de reciclagem reduziram significativamente os impactos em todas as categorias analisadas, demonstrando que a estrutura de gestão de resíduos é tão determinante quanto o próprio material. De forma geral, o R-PET surge como a alternativa mais sustentável, seguido pelo alumínio reciclado. O vidro permanece ambientalmente viável apenas em contextos de reuso ou elevada taxa de retorno. Os resultados reforçam a necessidade de promover design ecológico, integração de conteúdo reciclado e sistemas circulares, alinhando a cadeia das embalagens de azeite aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. |
|---|---|
| Autores principais: | Barbosa, Jullyele Plana |
| Assunto: | Embalagem Azeite virgem extra Avaliação do ciclo de vida Sustentabilidade Economia circular |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
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The results show that glass packaging presents the highest environmental burden, mainly due to its substantial weight, which leads to high energy consumption during the melting process (≈ 6 MJ/kg) and emissions ranging from 1.6 to 2.9 kg CO₂ eq/kg. Although glass has a high recycling rate (85–90%) and strong reuse potential, its weight significantly increases transportation-related emissions PET and R-PET packaging demonstrated the best overall environmental performance. The use of mechanically recycled PET can reduce CO₂ emissions by up to 60% compared to glass, while maintaining similar recyclability levels (85–90%). PET exhibits a climate impact of 2.3–2.5 kg CO₂ eq/kg but offers logistical advantages due to its low weight. The upcoming EU requirement mandating 30% R-PET content in food-contact packaging by 2030 further strengthens its environmental relevance. Aluminum cans, which have a recyclability rate close to 95%, show high impacts when produced from primary aluminum due to extremely high energy demand (155–200 MJ/kg) and emissions associated with bauxite extraction and electrolysis (9–11 kg CO₂ eq/kg). However, when recycled, aluminum can reduce its environmental footprint by more than 70%, becoming competitive with PET and recycled glass. The bag-in-box system stands out for its low material consumption and reduced weight, resulting in moderate overall impacts (3–5 kg CO₂ eq/kg and 50–70 MJ/kg). Nevertheless, its recyclability is below 50% due to its multilayer polymer–aluminum structure, which limits its suitability for circular material loops. Recycling scenarios significantly reduced impacts across all assessed categories, demonstrating that waste-management efficiency is as critical as the material itself. Overall, R-PET emerges as the most sustainable option, followed by recycled aluminum. 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