Publicação
A importância da liderança na saúde e para a saúde dos trabalhadores
| Resumo: | Trabalhar em saúde é uma das áreas que se configura como sensível em muitos domínios. Está relacionada com a vida, com a sua qualidade e com a possível perda de ambas, de forma rápida, progressiva ou, até, instantânea. Isto implica que o capital humano que trabalha nesta área tenha que, necessariamente, entregar uma grande parte de si próprio aos outros, numa perspetiva altruísta, mas também, profissional. Collins (2023) aponta que o setor da saúde e, por consequência, a prestação de cuidados, seguirão um conjunto de cinco tendências nos próximos anos. Primeiro, destaca o desenvolvimento da análise multiómica26 e molecular para o diagnóstico, previsão e tratamento de doenças. Em segundo, refere a evolução das soluções digitais em saúde (como a telesaúde, a realização de exames no domicílio e a digitalização de receitas, entre outros serviços) de forma mais conveniente e acessível, revolucionando a capacidade de muitas pessoas receberem cuidados de qualidade e poderem gerir a sua própria saúde. Em terceiro, a autora refere a tendência para a personalização do atendimento, através do acesso aos dados de saúde, que possibilitará um atendimento adaptado às necessidades e preferências individuais. Essa abordagem, centrada na pessoa, permitirá o acesso a informações de saúde individualizadas e possibilitará a melhoria das estratégias de prevenção da doença e de gestão da saúde. |
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| Autores principais: | Augusto, Maria Cristina Bompastor |
| Outros Autores: | Ramos, Olga Moura; Nogueira, Maria Assunção; Gomes, Maria José |
| Assunto: | Liderança Saúde dos trabalhadores |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Trabalhar em saúde é uma das áreas que se configura como sensível em muitos domínios. Está relacionada com a vida, com a sua qualidade e com a possível perda de ambas, de forma rápida, progressiva ou, até, instantânea. Isto implica que o capital humano que trabalha nesta área tenha que, necessariamente, entregar uma grande parte de si próprio aos outros, numa perspetiva altruísta, mas também, profissional. Collins (2023) aponta que o setor da saúde e, por consequência, a prestação de cuidados, seguirão um conjunto de cinco tendências nos próximos anos. Primeiro, destaca o desenvolvimento da análise multiómica26 e molecular para o diagnóstico, previsão e tratamento de doenças. Em segundo, refere a evolução das soluções digitais em saúde (como a telesaúde, a realização de exames no domicílio e a digitalização de receitas, entre outros serviços) de forma mais conveniente e acessível, revolucionando a capacidade de muitas pessoas receberem cuidados de qualidade e poderem gerir a sua própria saúde. Em terceiro, a autora refere a tendência para a personalização do atendimento, através do acesso aos dados de saúde, que possibilitará um atendimento adaptado às necessidades e preferências individuais. Essa abordagem, centrada na pessoa, permitirá o acesso a informações de saúde individualizadas e possibilitará a melhoria das estratégias de prevenção da doença e de gestão da saúde. |
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