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Padrão espacial de diversidade genética mitocondrial da abelha melífera (Apis mellifera L.) no Litoral Centro

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Península Ibérica é a região onde se encontra a maior diversidade genética da abelha melífera (Apis mellifera L.) em toda a Europa. Enquanto as populações de abelha melífera residentes em Espanha estão bem caracterizadas a composição genética das populações Portuguesas é virtualmente desconhecida. Neste estudo amostraram-se cerca de 100 colónias de abelhas nos Distritos de Santarém e de Leiria. O DNA foi extraído pelo método Chelex tendo a identificação dos haplótipos sido feita pelo teste Dra I. Este teste consiste na amplificação por PCR da região intergénica COI-COII seguida de digestão com a enzima Dra I. Os resultados mostraram que existe uma grande variabilidade da linha materna nesta região de Portugal. De facto foram identificados 8 haplótipos maioritariamente pertencentes à linhagem Africana.
Autores principais:Neto, Margarida
Outros Autores:Moura, Inês; Souza, Larissa; Guedes, Helena; Baptista, Paula; Pires, Sancia; Pinto, M. Alice
Assunto:Abelha Apis mellifera mtDNA Portugal
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A Península Ibérica é a região onde se encontra a maior diversidade genética da abelha melífera (Apis mellifera L.) em toda a Europa. Enquanto as populações de abelha melífera residentes em Espanha estão bem caracterizadas a composição genética das populações Portuguesas é virtualmente desconhecida. Neste estudo amostraram-se cerca de 100 colónias de abelhas nos Distritos de Santarém e de Leiria. O DNA foi extraído pelo método Chelex tendo a identificação dos haplótipos sido feita pelo teste Dra I. Este teste consiste na amplificação por PCR da região intergénica COI-COII seguida de digestão com a enzima Dra I. Os resultados mostraram que existe uma grande variabilidade da linha materna nesta região de Portugal. De facto foram identificados 8 haplótipos maioritariamente pertencentes à linhagem Africana.