Publicação
Protecção contra a mosca da azeitona, Bactrocera oleae (Gmelin), em modo de produção biológico
| Resumo: | A mosca da azeitona, Bactrocera oleae Gmelin, é considerada a principal praga da cultura da oliveira na região mediterrânica. Esta praga e importante não apenas pelos estragos directos que causa a azeitona, mas também pela perda de qualidade do azeite. Os estragos são ocasionados pelo consumo de polpa da azeitona e pela queda prematura dos frutos, que reduz a quantidade de azeite disponível e por uma acentuada perda de qualidade do azeite. Na região Transmontana, dependendo dos anos, as ataques desta praga pode em atingir valores superiores a 80% de frutos atacados. Na última década, em Trás-os-Montes (norte de Portugal) foram ensaiados diferentes tipos de armadilhas (Agrisense, Ecotrap, Dacus-Stick e Olipe) e diferentes atractivos em armadilhas Olipe (proteína hidrolisada, fosfato de amónio, ureia, e sua mistura) para o controlo da praga. Neste trabalho apresentam-se os resultados dos diferentes ensaios, e discute-se a eficácia dos diferentes tipos de armadilha/atraente bem como a sua acção na fauna auxiliar do olival. |
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| Autores principais: | Pereira, J.A. |
| Outros Autores: | Bento, Albino |
| Ano: | 2007 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | A mosca da azeitona, Bactrocera oleae Gmelin, é considerada a principal praga da cultura da oliveira na região mediterrânica. Esta praga e importante não apenas pelos estragos directos que causa a azeitona, mas também pela perda de qualidade do azeite. Os estragos são ocasionados pelo consumo de polpa da azeitona e pela queda prematura dos frutos, que reduz a quantidade de azeite disponível e por uma acentuada perda de qualidade do azeite. Na região Transmontana, dependendo dos anos, as ataques desta praga pode em atingir valores superiores a 80% de frutos atacados. Na última década, em Trás-os-Montes (norte de Portugal) foram ensaiados diferentes tipos de armadilhas (Agrisense, Ecotrap, Dacus-Stick e Olipe) e diferentes atractivos em armadilhas Olipe (proteína hidrolisada, fosfato de amónio, ureia, e sua mistura) para o controlo da praga. Neste trabalho apresentam-se os resultados dos diferentes ensaios, e discute-se a eficácia dos diferentes tipos de armadilha/atraente bem como a sua acção na fauna auxiliar do olival. |
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