Publicação
A imagem, o texto e as aldeias
| Resumo: | Eugéne Smith, norte-americano, fotógrafo, Jorge Dias, português, antropólogo, escritor, consumaram, quase ao mesmo tempo, um processo de análise de duas comunidades rurais distintas, que viriam a tornar-se famosas de cada um dos lados da fronteira terrestre que nos é mais próxima:. A presente comunicação tem por objectivo, além de servir de evocação e efeméride, efectuar uma comparação entre as duas formas de comunicação que deram a conhecer, à sua maneira, as aldeias: a linguagem icónica e a linguagem verbal. Pretende-se introduzir alguns dados de reflexão e debate face à força da imagem na modernidade, que, em vários casos, só por si, consegue suplantar outras formas de comunicação estabelecidas e aparentemente melhor estruturadas. Problematizar, talvez, se os efeitos lobrigados na reportagem de Eugéne Smith seriam hoje igualmente eficazes. Nesta comunicação serão ainda revelados alguns dados históricos e recolhidos actualmente no terreno, angariados para reforçar os propósitos enunciados, e também o perfil de militância humana, social e política dos seus autores. |
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| Autores principais: | Morais, Jorge |
| Assunto: | Imagem Texto Aldeias |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Eugéne Smith, norte-americano, fotógrafo, Jorge Dias, português, antropólogo, escritor, consumaram, quase ao mesmo tempo, um processo de análise de duas comunidades rurais distintas, que viriam a tornar-se famosas de cada um dos lados da fronteira terrestre que nos é mais próxima:. A presente comunicação tem por objectivo, além de servir de evocação e efeméride, efectuar uma comparação entre as duas formas de comunicação que deram a conhecer, à sua maneira, as aldeias: a linguagem icónica e a linguagem verbal. Pretende-se introduzir alguns dados de reflexão e debate face à força da imagem na modernidade, que, em vários casos, só por si, consegue suplantar outras formas de comunicação estabelecidas e aparentemente melhor estruturadas. Problematizar, talvez, se os efeitos lobrigados na reportagem de Eugéne Smith seriam hoje igualmente eficazes. Nesta comunicação serão ainda revelados alguns dados históricos e recolhidos actualmente no terreno, angariados para reforçar os propósitos enunciados, e também o perfil de militância humana, social e política dos seus autores. |
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