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Prática de ensino supervisionada: o jogo como estratégia de ensino e aprendizagem

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Resumo:O presente relatório final de estágio foi realizado no âmbito da unidade curricular Prática de Ensino Supervisionada (PES), integrada no Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e Matemática e Ciências Naturais do 2.º Ciclo do Ensino Básico. A PES decorreu em dois contextos distintos, no 1.º Ciclo do Ensino Básico e no 2.º Ciclo do Ensino Básico nas áreas de Matemática e das Ciências Naturais. As experiências de ensino aprendizagem aqui apresentadas, foram pensadas numa perspetiva de articulação curricular, em que os interesses e necessidades dos alunos bem como os seus ritmos de aprendizagem, foram contemplados. Estas experiências de ensino e aprendizagem traduzem-se num processo descritivo, interpretativo e reflexivo, enquadrado numa abordagem qualitativa. É importante salientar que, ao longo da prática educativa, adotamos uma atitude reflexiva e crítica face ao trabalho desenvolvido. No decorrer da prática, as atividades que desenvolvemos foram pensadas no sentido de darmos resposta à questão problema: Quais as vantagens da utilização dos jogos como uma estratégia de ensino e aprendizagem? Por forma a dar resposta a esta questão delineamos os seguintes objetivos: (i) desenvolver atividades com recurso ao jogo como estratégias de ensino e aprendizagem; (ii) analisar as vantagens da utilização dos jogos em contexto de sala de aula (iii) analisar e refletir sobre as nossas práticas com recurso ao jogo. Como instrumento de recolha de dados recorremos às notas de campo e registos fotográficos. Devido à situação pandémica que vivenciamos neste período não nos foi possível implementar todos os instrumentos de recolha de dados previstos, nomeadamente as entrevistas, tendo suportado a nossa análise nas notas de campo e os registos fotográficos. Os dados recolhidos permitem perceber as vantagens da utilização dos jogos em contexto de sala de aula, quando estes são bem integrados e contextualizados. Concluímos que a aprendizagem através desta estratégia de ensino aprendizagem deve ser pensada e orientada para o grupo de trabalho que temos e é importante compreender as suas limitações, sendo crucial que o professor tenha a capacidade de interromper a atividade quando está perde o seu valor educacional.
Autores principais:Gomes, Cátia Filipa Pereira
Assunto:Prática de Ensino Supervisionada Conceções dos alunos Jogo Estratégia de ensino aprendizagem 1.º Ciclo do Ensino Básico e Matemática e Ciências Naturais do 2.º Ciclo do Ensino Básico
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O presente relatório final de estágio foi realizado no âmbito da unidade curricular Prática de Ensino Supervisionada (PES), integrada no Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e Matemática e Ciências Naturais do 2.º Ciclo do Ensino Básico. A PES decorreu em dois contextos distintos, no 1.º Ciclo do Ensino Básico e no 2.º Ciclo do Ensino Básico nas áreas de Matemática e das Ciências Naturais. As experiências de ensino aprendizagem aqui apresentadas, foram pensadas numa perspetiva de articulação curricular, em que os interesses e necessidades dos alunos bem como os seus ritmos de aprendizagem, foram contemplados. Estas experiências de ensino e aprendizagem traduzem-se num processo descritivo, interpretativo e reflexivo, enquadrado numa abordagem qualitativa. É importante salientar que, ao longo da prática educativa, adotamos uma atitude reflexiva e crítica face ao trabalho desenvolvido. No decorrer da prática, as atividades que desenvolvemos foram pensadas no sentido de darmos resposta à questão problema: Quais as vantagens da utilização dos jogos como uma estratégia de ensino e aprendizagem? Por forma a dar resposta a esta questão delineamos os seguintes objetivos: (i) desenvolver atividades com recurso ao jogo como estratégias de ensino e aprendizagem; (ii) analisar as vantagens da utilização dos jogos em contexto de sala de aula (iii) analisar e refletir sobre as nossas práticas com recurso ao jogo. Como instrumento de recolha de dados recorremos às notas de campo e registos fotográficos. Devido à situação pandémica que vivenciamos neste período não nos foi possível implementar todos os instrumentos de recolha de dados previstos, nomeadamente as entrevistas, tendo suportado a nossa análise nas notas de campo e os registos fotográficos. Os dados recolhidos permitem perceber as vantagens da utilização dos jogos em contexto de sala de aula, quando estes são bem integrados e contextualizados. Concluímos que a aprendizagem através desta estratégia de ensino aprendizagem deve ser pensada e orientada para o grupo de trabalho que temos e é importante compreender as suas limitações, sendo crucial que o professor tenha a capacidade de interromper a atividade quando está perde o seu valor educacional.