Publicação
Almeida Garrett exilado: A leitura de Victor Hugo e a (re) criação de si mesmo.
| Resumo: | Pretendemos apresentar um trabalho que, conjugando o âmbito da literatura comparada com o dos estudos sobre a cultura, problematiza a relação de Almeida Garrett com os autores do Romantismo europeu – em particular com Victor Hugo. Numa perspetiva comparativista, será dado particular destaque às questões referentes às teorizações genológicas dos dois autores, nomeadamente a propósito do modo dramático, pela leitura atenta do “prefácio de Cromwell” da autoria do romântico francês e da “Memória ao conservatório Real” (paratexto que acompanha a edição de Frei Luís de Sousa) daquele que foi o introdutor do Romantismo em Portugal. O “confronto” destes dois escritores problematizará e dará ênfase aos seguintes aspetos: primeiro, e mais geral, a conceção historicista da noção de género; segundo, a conceção de arte como imitação verosímil da natureza; terceiro, a atribuição à arte de uma função essencialmente instrutiva, moralizadora e pedagógica (sem excluir a finalidade estética); quarto, a busca da miscigenação genológica, motivada pela imitação do real e pela valorização do grotesco; quinto, a opção pela cor local; sexto, e último, a defesa da liberdade criadora. |
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| Autores principais: | Teixeira, Carlos |
| Assunto: | Almeida Garrett Victor Hugo Romantismo Drama |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Pretendemos apresentar um trabalho que, conjugando o âmbito da literatura comparada com o dos estudos sobre a cultura, problematiza a relação de Almeida Garrett com os autores do Romantismo europeu – em particular com Victor Hugo. Numa perspetiva comparativista, será dado particular destaque às questões referentes às teorizações genológicas dos dois autores, nomeadamente a propósito do modo dramático, pela leitura atenta do “prefácio de Cromwell” da autoria do romântico francês e da “Memória ao conservatório Real” (paratexto que acompanha a edição de Frei Luís de Sousa) daquele que foi o introdutor do Romantismo em Portugal. O “confronto” destes dois escritores problematizará e dará ênfase aos seguintes aspetos: primeiro, e mais geral, a conceção historicista da noção de género; segundo, a conceção de arte como imitação verosímil da natureza; terceiro, a atribuição à arte de uma função essencialmente instrutiva, moralizadora e pedagógica (sem excluir a finalidade estética); quarto, a busca da miscigenação genológica, motivada pela imitação do real e pela valorização do grotesco; quinto, a opção pela cor local; sexto, e último, a defesa da liberdade criadora. |
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