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Impacte do modelo dinâmico de avaliação e intervenção familiar nos ganhos em saúde para as famílias

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Resumo:A atual reforma dos Cuidados de Saúde Primários centra-se em padrões de efetividade, que pretendem garantir os maiores ganhos de saúde possíveis para os seus clientes. Nesta perspetiva pretendeu-se avaliar os ganhos em saúde produzidos pela implementação do Modelo Dinâmico de Avaliação e Intervenção Familiar (MDAIF). De natureza quantitativa, exploratório-descritivo foram definidas como variáveis as áreas de atenção descritas nas dimensões operativas do MDAIF (Figueiredo, 2012). O estudo decorreu no contexto dos Cuidados de Saúde Primários. Para a recolha dos dados, efetuada de janeiro a julho de 2012, considerou-se a informação produzida pelos enfermeiros no Sistema de Informação em uso, cujos padrões de documentação traduzem a matriz operativa do MDAIF. Para o tratamento e análise de dados foram considerados os indicadores de ganhos em saúde familiar, decorrentes da matriz operativa e referentes aos ganhos em saúde, utilizando-se o programa Microsoft Office Excel 2007. Na dimensão estrutural, a maior produção de ganhos situou-se no edifício residencial (50%) Na dimensão de desenvolvimento as intervenções direcionadas para o planeamento familiar foram eficazes em 85,19% das famílias, sendo adaptação à gravidez a area de atenção que apresentou uma taxa menos elevada em ganhos em saúde (50%).. Na dimensão funcional, a liderança dos ganhos em saúde traduziu-se no papel de prestador de cuidados adequado em 33% das famílias, enquanto que no processo familiar a taxa de ganhos em saúde situaram-se em 5,56. Os resultados relativos ao processo familiar confirmam a importância do desenvolvimento de competências associadas à intervenção familiar sistémica (Sawin, K., 2016), considerando que a totalidade dos enfermeiros que desenvolveram os cuidados com as famílias não tinham formação nesta area.
Autores principais:Figueiredo, Maria Henriqueta
Outros Autores:Silva, Renata; Andrade, Carmen; Brás, Manuel Alberto; Oliveira, Palmira
Assunto:Modelo dinâmico de avaliação e intervenção familiar Enfermeiro de família Cuidados de saúde primários
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A atual reforma dos Cuidados de Saúde Primários centra-se em padrões de efetividade, que pretendem garantir os maiores ganhos de saúde possíveis para os seus clientes. Nesta perspetiva pretendeu-se avaliar os ganhos em saúde produzidos pela implementação do Modelo Dinâmico de Avaliação e Intervenção Familiar (MDAIF). De natureza quantitativa, exploratório-descritivo foram definidas como variáveis as áreas de atenção descritas nas dimensões operativas do MDAIF (Figueiredo, 2012). O estudo decorreu no contexto dos Cuidados de Saúde Primários. Para a recolha dos dados, efetuada de janeiro a julho de 2012, considerou-se a informação produzida pelos enfermeiros no Sistema de Informação em uso, cujos padrões de documentação traduzem a matriz operativa do MDAIF. Para o tratamento e análise de dados foram considerados os indicadores de ganhos em saúde familiar, decorrentes da matriz operativa e referentes aos ganhos em saúde, utilizando-se o programa Microsoft Office Excel 2007. Na dimensão estrutural, a maior produção de ganhos situou-se no edifício residencial (50%) Na dimensão de desenvolvimento as intervenções direcionadas para o planeamento familiar foram eficazes em 85,19% das famílias, sendo adaptação à gravidez a area de atenção que apresentou uma taxa menos elevada em ganhos em saúde (50%).. Na dimensão funcional, a liderança dos ganhos em saúde traduziu-se no papel de prestador de cuidados adequado em 33% das famílias, enquanto que no processo familiar a taxa de ganhos em saúde situaram-se em 5,56. Os resultados relativos ao processo familiar confirmam a importância do desenvolvimento de competências associadas à intervenção familiar sistémica (Sawin, K., 2016), considerando que a totalidade dos enfermeiros que desenvolveram os cuidados com as famílias não tinham formação nesta area.