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Os sistemas de controlo de gestão nas empresas de sectores tradicionais na região de Trás os Montes

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A criação/desenvolvimento de empresas é frequentemente apontada como uma estratégia viável para o desenvolvimento das regiões. Para este fim, as empresas dispõem de vários instrumentos entre os quais os SCG - Sistemas de Controlo de Gestão. Estes são considerados como importantes instrumentos para o crescimento e desenvolvimento das empresas incluindo PME. Assim, pretende-se com o presente trabalho avaliar o sistema de controlo de gestão existente nas empresas dos setores de atividade tradicionais da região de Trás-os-Montes. Para o efeito, após uma revisão da literatura, procede-se a um estudo empírico com base em dados primários de uma amostra de 7 empresas, recorrendo ao questionário com 3 grupos de questões. Os resultados vão de encontro ao esperado, ou seja, nem todas as empresas possuem SCG e as que não possuem não tencionam implementar esse sistema no curto prazo. Verifica-se alguma indiferença, relativamente à performance das empresas que possuem SCG.
Autores principais:Fernandes, António B.
Outros Autores:Ribeiro, Nuno A.; Nogueira, Sónia P.
Assunto:Sistema de controlo de gestão Atividades tradicionais Regiões do interior PME
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A criação/desenvolvimento de empresas é frequentemente apontada como uma estratégia viável para o desenvolvimento das regiões. Para este fim, as empresas dispõem de vários instrumentos entre os quais os SCG - Sistemas de Controlo de Gestão. Estes são considerados como importantes instrumentos para o crescimento e desenvolvimento das empresas incluindo PME. Assim, pretende-se com o presente trabalho avaliar o sistema de controlo de gestão existente nas empresas dos setores de atividade tradicionais da região de Trás-os-Montes. Para o efeito, após uma revisão da literatura, procede-se a um estudo empírico com base em dados primários de uma amostra de 7 empresas, recorrendo ao questionário com 3 grupos de questões. Os resultados vão de encontro ao esperado, ou seja, nem todas as empresas possuem SCG e as que não possuem não tencionam implementar esse sistema no curto prazo. Verifica-se alguma indiferença, relativamente à performance das empresas que possuem SCG.