Publicação
Caracterização do fluxo ativação da equipa de emergência médica intra-hospitalar
| Resumo: | As equipas de emergência médica intra-hospitalar têm como principal objetivo a abordagem de situações de deterioração aguda do estado geral do utente. Todos os profissionais devem ter conhecimento da sua existência, das situações que justificam a sua intervenção, bem como do processo de mobilização, desde a ativação até ao destino do final do doente. O objetivo, deste trabalho, é conhecer os contextos do percurso do fluxo de ativação, da equipa médica intra-hospitalar, de uma unidade local de saúde do Norte, desde o processo inicial até ao destino do utente. Como metodologia, foi desenvolvido um estudo de abordagem quantitativa, exploratório, transversal, descritivo, a partir da análise do fluxo de ativações. A amostra é constituída por 78 eventos de ativação, tendo sido elaborado um documento próprio (Instrumento Recolha de Dados) para registo e colheita de dados, para posterior análise. A análise dos resultados, revelou que a amostra é maioritariamente constituída por utentes do sexo feminino (56,4%), com uma média etária de 70,85 anos. O serviço que mais acionou a equipa de emergência médica intra-hospitalar, foi a medicina interna (26,9%), sendo o motivo de ativação, mais frequente, a paragem cardiorrespiratória (28,2%). O principal destino dos utentes foi o serviço de urgência (26,2%) e a sala de emergência (23,1%). O tempo médio de ativação, emerge dos diferentes locais da unidade hospitalar, e segundo os registos do estudo, foi de 6,28 minutos (variável entre 3,82 minutos e 11,7 minutos). Em conclusão defende-se a necessidade de prosseguir os estudos relativamente a estes eventos, para poder, a partir de resultados mais amplos, desenvolver estratégias para diminuir o período de tempo de resposta em determinados serviços mais distantes. Espera-se que os resultados deste estudo possam contribuir para uma maior segurança na prestação de cuidados à pessoa em situação crítica e cultivar o reconhecimento mais precoce de deterioração aguda do doente, em todos os serviços. |
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| Autores principais: | Rocha, Catarina da Conceição Pedro |
| Assunto: | Enfermagem médico-cirúrgica Equipa emergência intra-hospitalar |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | As equipas de emergência médica intra-hospitalar têm como principal objetivo a abordagem de situações de deterioração aguda do estado geral do utente. Todos os profissionais devem ter conhecimento da sua existência, das situações que justificam a sua intervenção, bem como do processo de mobilização, desde a ativação até ao destino do final do doente. O objetivo, deste trabalho, é conhecer os contextos do percurso do fluxo de ativação, da equipa médica intra-hospitalar, de uma unidade local de saúde do Norte, desde o processo inicial até ao destino do utente. Como metodologia, foi desenvolvido um estudo de abordagem quantitativa, exploratório, transversal, descritivo, a partir da análise do fluxo de ativações. A amostra é constituída por 78 eventos de ativação, tendo sido elaborado um documento próprio (Instrumento Recolha de Dados) para registo e colheita de dados, para posterior análise. A análise dos resultados, revelou que a amostra é maioritariamente constituída por utentes do sexo feminino (56,4%), com uma média etária de 70,85 anos. O serviço que mais acionou a equipa de emergência médica intra-hospitalar, foi a medicina interna (26,9%), sendo o motivo de ativação, mais frequente, a paragem cardiorrespiratória (28,2%). O principal destino dos utentes foi o serviço de urgência (26,2%) e a sala de emergência (23,1%). O tempo médio de ativação, emerge dos diferentes locais da unidade hospitalar, e segundo os registos do estudo, foi de 6,28 minutos (variável entre 3,82 minutos e 11,7 minutos). Em conclusão defende-se a necessidade de prosseguir os estudos relativamente a estes eventos, para poder, a partir de resultados mais amplos, desenvolver estratégias para diminuir o período de tempo de resposta em determinados serviços mais distantes. Espera-se que os resultados deste estudo possam contribuir para uma maior segurança na prestação de cuidados à pessoa em situação crítica e cultivar o reconhecimento mais precoce de deterioração aguda do doente, em todos os serviços. |
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