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Entre timbres e bytes – o futuro da locução de rádio com a inteligência artificial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação analisa a evolução da rádio em articulação com os avanços tecnológicos, com ênfase na aplicação da inteligência artificial na locução por meio de vozes sintéticas. O estudo parte da observação de mudanças nos modos de produção radiofônica, impulsionadas por ferramentas digitais e automações vocais, que vêm sendo gradualmente incorporadas às emissoras em diferentes contextos. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, fundamentada na Análise de Conteúdo proposta por Bardin (2011), e se baseia em entrevistas com seis profissionais da área da comunicação — três no Brasil e três em Portugal — com experiência em locução e em práticas radiofônicas. As entrevistas foram conduzidas de forma remota, a partir de um roteiro semiestruturado, e incluíram uma experiência auditiva com trechos de locução humana e artificial, sem identificação prévia. O objetivo foi compreender como os profissionais percebem a presença da inteligência artificial no ambiente radiofônico, especialmente no que se refere à expressividade, à credibilidade da voz e à recepção do ouvinte. O material coletado foi codificado e categorizado segundo critérios temáticos, respeitando os princípios da análise qualitativa.
Autores principais:Mendonça, Maria Adriana Morais de
Assunto:rádio inteligência artificial vozes sintéticas locução automatizada tecnologias da comunicação. radio artificial intelligence synthetic voices automated voiceover communication technologies
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Coimbra
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Coimbra
Descrição
Resumo:Esta dissertação analisa a evolução da rádio em articulação com os avanços tecnológicos, com ênfase na aplicação da inteligência artificial na locução por meio de vozes sintéticas. O estudo parte da observação de mudanças nos modos de produção radiofônica, impulsionadas por ferramentas digitais e automações vocais, que vêm sendo gradualmente incorporadas às emissoras em diferentes contextos. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, fundamentada na Análise de Conteúdo proposta por Bardin (2011), e se baseia em entrevistas com seis profissionais da área da comunicação — três no Brasil e três em Portugal — com experiência em locução e em práticas radiofônicas. As entrevistas foram conduzidas de forma remota, a partir de um roteiro semiestruturado, e incluíram uma experiência auditiva com trechos de locução humana e artificial, sem identificação prévia. O objetivo foi compreender como os profissionais percebem a presença da inteligência artificial no ambiente radiofônico, especialmente no que se refere à expressividade, à credibilidade da voz e à recepção do ouvinte. O material coletado foi codificado e categorizado segundo critérios temáticos, respeitando os princípios da análise qualitativa.