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Enviesamentos cognitivos e emocionais na decisão de investimento: evidência empírica adicional

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As finanças comportamentais são um “novo” ramo das finanças que se dedica ao estudo da influência da psicologia nas decisões financeiras. Esta nova abordagem veio mostrar que existem fatores de ordem psicológica, individual e coletiva, que podem ajudar a compreender melhor o comportamento real dos investidores nos mercados financeiros. O presente trabalho insere-se no âmbito desta corrente de investigação. Após um breve enquadramento teórico, analisa-se, através de uma amostra de dados obtida via questionário, se os investidores no mercado de ações nacional parecem ter um comportamento puramente racional, ou se, pelo contrário, aparentam ser influenciados pelas suas emoções e limites cognitivos. Adicionalmente, tenta-se avaliar se estes enviesamentos são mitigados em função do grau de experiência dos investidores ou do seu nível de crença nas finanças comportamentais.
Autores principais:Santos, Ana Rita Ribeiro dos
Assunto:Finanças comportamentais Enviesamentos emocionais e cognitivos Efeito aprendizagem Efeito de aceitação (crença)
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Coimbra
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Coimbra
Descrição
Resumo:As finanças comportamentais são um “novo” ramo das finanças que se dedica ao estudo da influência da psicologia nas decisões financeiras. Esta nova abordagem veio mostrar que existem fatores de ordem psicológica, individual e coletiva, que podem ajudar a compreender melhor o comportamento real dos investidores nos mercados financeiros. O presente trabalho insere-se no âmbito desta corrente de investigação. Após um breve enquadramento teórico, analisa-se, através de uma amostra de dados obtida via questionário, se os investidores no mercado de ações nacional parecem ter um comportamento puramente racional, ou se, pelo contrário, aparentam ser influenciados pelas suas emoções e limites cognitivos. Adicionalmente, tenta-se avaliar se estes enviesamentos são mitigados em função do grau de experiência dos investidores ou do seu nível de crença nas finanças comportamentais.