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Formação de adultos pouco escolarizados em meio rural

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente relatório decorreu no mestrado em Formação de Adultos e Desenvolvimento Local. Formação de adultos pouco escolarizados em meio rural, título do relatório, reflecte como é que adultos pouco escolarizados se formaram (ao mesmo tempo que pretende) compreender qual o motivo de terem frequentado a Iniciativa Novas Oportunidades. Todos estes adultos residem em meio rural, em Amieira do Tejo no Concelho de Nisa. Este projecto desenvolveu-se com um grupo de cinco adultos, todos reformados e que frequentaram a Iniciativa Novas Oportunidades que pertence ao Agrupamento de Escolas de Nisa. A metodologia utilizada nesta investigação foi a pesquisa qualitativa, nomeadamente a entrevista semi-estruturada. A escolha dos entrevistados teve em conta vários critérios: idade, género, o facto de todos terem frequentado as Novas Oportunidades e todos eles já se encontrarem reformados. As entrevistas permitiram recolher informação sobre o processo formativo de cada um, como percepcionaram as Novas Oportunidades e a escola e motivações de cada um. Como o objectivo deste estudo foi entender como é que adultos pouco escolarizados se formaram, desse modo procurou-se obter elementos sobre o processo de aprendizagem experiencial. Conclui-se que somente as três modalidades articuladas permitem que os adultos aprendam e construam os seus saberes e desenvolvam competências em diferentes situações e contextos. De uma forma geral pode-se concluir que os adultos entrevistados demonstraram e adquiriram competências, não apenas por via formal, mas também informal e experiencial ao longo das suas vidas. O facto de terem frequentado a Iniciativa Novas Oportunidades foi bastante positivo. Não só pelo facto de se reverem, mas também pelo convívio existentes entre eles e entre eles e os formadores. Todos são da opinião que a escola como a vida profissional são importantes, pois ambas se complementam.
Autores principais:Morujo, Maria João Miranda da Silva
Assunto:adultos pouco escolarizados aprendizagem novas oportunidades adultes peu scolarisées apprentissage nouvelles possibilité
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Portalegre
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Portalegre
Descrição
Resumo:O presente relatório decorreu no mestrado em Formação de Adultos e Desenvolvimento Local. Formação de adultos pouco escolarizados em meio rural, título do relatório, reflecte como é que adultos pouco escolarizados se formaram (ao mesmo tempo que pretende) compreender qual o motivo de terem frequentado a Iniciativa Novas Oportunidades. Todos estes adultos residem em meio rural, em Amieira do Tejo no Concelho de Nisa. Este projecto desenvolveu-se com um grupo de cinco adultos, todos reformados e que frequentaram a Iniciativa Novas Oportunidades que pertence ao Agrupamento de Escolas de Nisa. A metodologia utilizada nesta investigação foi a pesquisa qualitativa, nomeadamente a entrevista semi-estruturada. A escolha dos entrevistados teve em conta vários critérios: idade, género, o facto de todos terem frequentado as Novas Oportunidades e todos eles já se encontrarem reformados. As entrevistas permitiram recolher informação sobre o processo formativo de cada um, como percepcionaram as Novas Oportunidades e a escola e motivações de cada um. Como o objectivo deste estudo foi entender como é que adultos pouco escolarizados se formaram, desse modo procurou-se obter elementos sobre o processo de aprendizagem experiencial. Conclui-se que somente as três modalidades articuladas permitem que os adultos aprendam e construam os seus saberes e desenvolvam competências em diferentes situações e contextos. De uma forma geral pode-se concluir que os adultos entrevistados demonstraram e adquiriram competências, não apenas por via formal, mas também informal e experiencial ao longo das suas vidas. O facto de terem frequentado a Iniciativa Novas Oportunidades foi bastante positivo. Não só pelo facto de se reverem, mas também pelo convívio existentes entre eles e entre eles e os formadores. Todos são da opinião que a escola como a vida profissional são importantes, pois ambas se complementam.