Publicação
A co-construção da hipótese sistémica em terapia familiar
| Resumo: | No presente artigo, a autora debruça-se sobre um dos instrumentos conceptuais fundamentais na terapia familiar sistémica, a saber, a hipótese sistémica. Apresenta numa primeira parte a conceptualização original de hipótese sistémica formulada pela Escola de Milão, a forma como é concebida no modelo estrutural de Minuchin e como está implícita no modelo estratégico através da noção de reenquadramento. Refere-se, ainda, ao papel e função da hipótese na condução do processo terapêutico. Na segunda parte, partindo da renovação epistemológica construtivista da terapia familiar (terapia familiar de segunda ordem), redefine- -se a hipótese como co-construção desenvolvida a partir da relação terapeuta-cliente, perspectiva em que é claramente entendida como metodologia e motor de mudança. A concluir discute-se o modo como a reconceptualização da hipótese sistémica é operacionalizada no modelo terapêutico seguido no NUSIAF, quer na própria sessão, quer ao longo de todo o processo terapêutico. |
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| Autores principais: | Relvas, Paula |
| Assunto: | Terapia familar Hipótese sistémica Construtivismo Sistema terapêutico Family therapy Systemic hypothesis Construtivism Therapeutic system |
| Ano: | 1996 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | No presente artigo, a autora debruça-se sobre um dos instrumentos conceptuais fundamentais na terapia familiar sistémica, a saber, a hipótese sistémica. Apresenta numa primeira parte a conceptualização original de hipótese sistémica formulada pela Escola de Milão, a forma como é concebida no modelo estrutural de Minuchin e como está implícita no modelo estratégico através da noção de reenquadramento. Refere-se, ainda, ao papel e função da hipótese na condução do processo terapêutico. Na segunda parte, partindo da renovação epistemológica construtivista da terapia familiar (terapia familiar de segunda ordem), redefine- -se a hipótese como co-construção desenvolvida a partir da relação terapeuta-cliente, perspectiva em que é claramente entendida como metodologia e motor de mudança. A concluir discute-se o modo como a reconceptualização da hipótese sistémica é operacionalizada no modelo terapêutico seguido no NUSIAF, quer na própria sessão, quer ao longo de todo o processo terapêutico. |
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