Publicação
A avaliação dos modelos internos de vinculação em crianças no pré-escolar
| Resumo: | As crianças na idade do pré-escolar formam representações mentais ou modelos internos das relações de vinculação e ao longo do tempo são capazes de contar com essas representações para se sentirem seguras, mesmo na ausência da figura de vinculação. Alguns autores sugerem que nesta idade é possível aceder a estes modelos internos formados pelas crianças, através do método de finalização das narrativas. No presente estudo foram avaliadas 69 crianças portuguesas do pré-escolar com o Attachment Story Completion Task (ASCT) (Bretherton & Ridgeway, 1990). Cada história está formulada de forma a desencadear respostas correspondentes a uma questão particular da vinculação. Com este instrumento pretendeu-se aceder aos modelos internos das crianças e avaliar os valores de Segurança, Coerência e Resolução. Da análise que foi efectuada, constatou-se que este instrumento é apropriado para avaliar os modelos internos de vinculação na referida amostra, verificando-se correlações positivas e significativas entre os mesmos. Da análise das histórias, a figura que foi preferencialmente escolhida pelas crianças para resolver o problema central das mesmas foi a mãe, o que está relacionados com o facto da mãe ser a figura que frequentemente presta os cuidados e responde às necessidades de conforto, alimentação e afecto da criança. Estes dados evidenciam que as narrativas das crianças no ASCT parecem restabelecer o que estas experienciam com as suas figuras parentais na relação de vinculação e uma produção apropriada de narrativas por parte das crianças pode providenciar o acesso a um script de base segura. |
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| Autores principais: | Rebelo, Ana Sofia Garcia |
| Assunto: | Vinculação Modelos internos Narrativas Attachment Internal working models Narratives |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | As crianças na idade do pré-escolar formam representações mentais ou modelos internos das relações de vinculação e ao longo do tempo são capazes de contar com essas representações para se sentirem seguras, mesmo na ausência da figura de vinculação. Alguns autores sugerem que nesta idade é possível aceder a estes modelos internos formados pelas crianças, através do método de finalização das narrativas. No presente estudo foram avaliadas 69 crianças portuguesas do pré-escolar com o Attachment Story Completion Task (ASCT) (Bretherton & Ridgeway, 1990). Cada história está formulada de forma a desencadear respostas correspondentes a uma questão particular da vinculação. Com este instrumento pretendeu-se aceder aos modelos internos das crianças e avaliar os valores de Segurança, Coerência e Resolução. Da análise que foi efectuada, constatou-se que este instrumento é apropriado para avaliar os modelos internos de vinculação na referida amostra, verificando-se correlações positivas e significativas entre os mesmos. Da análise das histórias, a figura que foi preferencialmente escolhida pelas crianças para resolver o problema central das mesmas foi a mãe, o que está relacionados com o facto da mãe ser a figura que frequentemente presta os cuidados e responde às necessidades de conforto, alimentação e afecto da criança. Estes dados evidenciam que as narrativas das crianças no ASCT parecem restabelecer o que estas experienciam com as suas figuras parentais na relação de vinculação e uma produção apropriada de narrativas por parte das crianças pode providenciar o acesso a um script de base segura. |
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