Publicação
Aquisição do conhecimento e atitudes científicas na infância
| Resumo: | O presente estudo teve como objectivos principais analisar o efeito do ensino da Ciência e Tecnologia em idades precoces e comparar a eficácia de duas metodologias de ensino na apropriação de conhecimentos sobre o mundo físico e construção de atitudes científicas. A sua base teórica é sustentada nas teorias do ensino das "ciências" e que são concomitantes com as da aprendizagem, representadas por autores como, Piaget, Ausubel e Vygotsky, entre outros, bem como nos trabalhos de Harlen, Giordan e Marta, no campo das atitudes científicas e que, actualmente se enquadra no paradigma que defende o ensino precoce das "ciências", considerada situação sine qua non para a promoção e desenvolvimento do pensamento e, como tal, do alargamento conceptual das crianças e jovens. Foram previstas quatro hipóteses. A primeira hipótese sugeria que as crianças que usufruíram do ensino da "ciência" apresentariam um nível superior de apropriação do conhecimento sobre o mundo físico em relação as crianças que não tinham trabalhado a ciência. A segunda hipótese postulava que as crianças que tinham trabalhado a "ciência" apresentariam um nível superior de atitude científica em relação às crianças que não tinham tido ciência. A terceira hipótese sugeria que as crianças que tinham trabalhado a ciência com recurso à narrativa, apresentariam um nível superior na utilização da "linguagem científica", de explicações de 'causa/efeito' e "organização da informação" (eg. registo, ordenação de sequências e produção de história) do que as crianças que não tinham utilizado a narrativa no trabalho com ciência. A quarta hipótese previa que o nível de "atitude científica" seria superior no grupo que trabalhou a "ciência" com recurso à narrativa, nomeadamente nos níveis de: curiosidade; sensibilidade aos seres vivos; respeito pela natureza; respeito pela evidência; flexibilidade - do que no grupo que não recorreu à narrativa. Para testarmos as hipóteses foram avaliadas 58 crianças que frequentavam o ensino pré-escolar oficial, na região de Lisboa, com idades compreendidas entre os 4 e os 6 anos de idade, divididas por três grupos (dois experimentais que trabalharam a "ciência" - Grupo "Ciências"-, ambos com 22 sujeitos, em que um fez recurso à narrativa — Grupo Com História - e outro sem recurso à narrativa - Grupo Sem História - e um Grupo de Controlo), de classe média e de ambos os sexos, através da aplicação de dois instrumentos "Conhecimentos do Mundo” e "Atitudes Científicas". A análise dos resultados mostrou que as crianças que tiveram contacto com o ensino da "ciência", em relação às crianças que não tiveram "ciência", apresentaram níveis significativamente superiores de utilização da "linguagem científica" e numa das categorias que utiliza explicações de ‘causa/efeito’ dos fenómenos, não tendo sido encontrados valores significativos na categoria "organização da informação". Os resultados não sugerem porém que a influência do ensino da "ciência" ao nível da aquisição de "atitude cientifica" seja significativa quando relacionados com os obtidos no grupo de Controlo, no que se refere aos aspectos: curiosidade; sensibilidade aos seres vivos; respeito pela natureza; respeito pela evidência; flexibilidade. Contudo foi possível verificar a existência de uma diferença significativa na subcategoria "flexibilidade: constituição de grupos" que é superior no grupo "Ciências". Relativamente às variações internas do grupo "Ciências", os dados apontam para a existência de variações significativamente superiores de utilização da "linguagem científica", explicações de 'causa/efeito' dos fenómenos e "organização da informação", mas com incidência no grupo S/História o que contraria a nossa hipótese que as centralizava no grupo C/História. Relativamente às "atitudes científicas", no que se refere aos aspectos: curiosidade; sensibilidade aos seres vivos; respeito pela natureza; respeito pela evidência; flexibilidade - não foram encontrada variações significativas. Apenas na categoria "curiosidade"se encontraram valores significativamente superiores, mas no grupo S/História, o que mais uma vez contraria a nossa hipótese inicial. Dado existirem algumas limitações no presente estudo, quer pelo número reduzido de sujeitos, quer pela própria metodologia utilizada e dificuldades encontradas na construção dos instrumentos de avaliação, não nos permite extrapolar os resultados. Foi no entanto, mais um passo para a compreensão deste vasto campo de interesse e um contributo para o estudo de metodologias e estratégias que promovam um ensino mais eficaz, abrindo perspectivas para uma nova visão da importância do ensino das ciências em idades precoces. |
|---|---|
| Autores principais: | Constantino, Paula Maria Baião e |
| Assunto: | Psicologia educacional Atitudes Educação da ciência Ensino Cognição social Educação pré-escolar Ciência Instrumentos Educational psychology Attitudes Science education Teaching Social cognition Preschool education Science Instruments |
| Ano: | 2002 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| _version_ | 1866886772887126016 |
|---|---|
| author | Constantino, Paula Maria Baião e |
| author_facet | Constantino, Paula Maria Baião e |
| author_role | author |
| contributor_name_str_mv | Repositório do ISPA |
| country_str | PT |
| creators_json_txt | [{\"Person.name\":\"Constantino, Paula Maria Baião e\"}] |
| datacite.contributors.contributor.contributorName.fl_str_mv | Repositório do ISPA |
| datacite.creators.creator.creatorName.fl_str_mv | Constantino, Paula Maria Baião e |
| datacite.date.Accepted.fl_str_mv | 2002-01-01T00:00:00Z |
| datacite.date.available.fl_str_mv | 2011-02-11T12:41:11Z |
| datacite.date.embargoed.fl_str_mv | 2011-02-11T12:41:11Z |
| datacite.rights.fl_str_mv | http://purl.org/coar/access_right/c_abf2 |
| datacite.subjects.subject.fl_str_mv | Psicologia educacional Atitudes Educação da ciência Ensino Cognição social Educação pré-escolar Ciência Instrumentos Educational psychology Attitudes Science education Teaching Social cognition Preschool education Science Instruments |
| datacite.titles.title.fl_str_mv | Aquisição do conhecimento e atitudes científicas na infância |
| dc.contributor.none.fl_str_mv | Repositório do ISPA |
| dc.creator.none.fl_str_mv | Constantino, Paula Maria Baião e |
| dc.date.Accepted.fl_str_mv | 2002-01-01T00:00:00Z |
| dc.date.available.fl_str_mv | 2011-02-11T12:41:11Z |
| dc.date.embargoed.fl_str_mv | 2011-02-11T12:41:11Z |
| dc.format.none.fl_str_mv | application/pdf |
| dc.identifier.none.fl_str_mv | http://hdl.handle.net/10400.12/440 |
| dc.language.none.fl_str_mv | por |
| dc.publisher.none.fl_str_mv | Instituto Superior de Psicologia Aplicada |
| dc.rights.none.fl_str_mv | http://purl.org/coar/access_right/c_abf2 |
| dc.subject.none.fl_str_mv | Psicologia educacional Atitudes Educação da ciência Ensino Cognição social Educação pré-escolar Ciência Instrumentos Educational psychology Attitudes Science education Teaching Social cognition Preschool education Science Instruments |
| dc.title.fl_str_mv | Aquisição do conhecimento e atitudes científicas na infância |
| dc.type.none.fl_str_mv | http://purl.org/coar/resource_type/c_bdcc |
| description | O presente estudo teve como objectivos principais analisar o efeito do ensino da Ciência e Tecnologia em idades precoces e comparar a eficácia de duas metodologias de ensino na apropriação de conhecimentos sobre o mundo físico e construção de atitudes científicas. A sua base teórica é sustentada nas teorias do ensino das "ciências" e que são concomitantes com as da aprendizagem, representadas por autores como, Piaget, Ausubel e Vygotsky, entre outros, bem como nos trabalhos de Harlen, Giordan e Marta, no campo das atitudes científicas e que, actualmente se enquadra no paradigma que defende o ensino precoce das "ciências", considerada situação sine qua non para a promoção e desenvolvimento do pensamento e, como tal, do alargamento conceptual das crianças e jovens. Foram previstas quatro hipóteses. A primeira hipótese sugeria que as crianças que usufruíram do ensino da "ciência" apresentariam um nível superior de apropriação do conhecimento sobre o mundo físico em relação as crianças que não tinham trabalhado a ciência. A segunda hipótese postulava que as crianças que tinham trabalhado a "ciência" apresentariam um nível superior de atitude científica em relação às crianças que não tinham tido ciência. A terceira hipótese sugeria que as crianças que tinham trabalhado a ciência com recurso à narrativa, apresentariam um nível superior na utilização da "linguagem científica", de explicações de 'causa/efeito' e "organização da informação" (eg. registo, ordenação de sequências e produção de história) do que as crianças que não tinham utilizado a narrativa no trabalho com ciência. A quarta hipótese previa que o nível de "atitude científica" seria superior no grupo que trabalhou a "ciência" com recurso à narrativa, nomeadamente nos níveis de: curiosidade; sensibilidade aos seres vivos; respeito pela natureza; respeito pela evidência; flexibilidade - do que no grupo que não recorreu à narrativa. Para testarmos as hipóteses foram avaliadas 58 crianças que frequentavam o ensino pré-escolar oficial, na região de Lisboa, com idades compreendidas entre os 4 e os 6 anos de idade, divididas por três grupos (dois experimentais que trabalharam a "ciência" - Grupo "Ciências"-, ambos com 22 sujeitos, em que um fez recurso à narrativa — Grupo Com História - e outro sem recurso à narrativa - Grupo Sem História - e um Grupo de Controlo), de classe média e de ambos os sexos, através da aplicação de dois instrumentos "Conhecimentos do Mundo” e "Atitudes Científicas". A análise dos resultados mostrou que as crianças que tiveram contacto com o ensino da "ciência", em relação às crianças que não tiveram "ciência", apresentaram níveis significativamente superiores de utilização da "linguagem científica" e numa das categorias que utiliza explicações de ‘causa/efeito’ dos fenómenos, não tendo sido encontrados valores significativos na categoria "organização da informação". Os resultados não sugerem porém que a influência do ensino da "ciência" ao nível da aquisição de "atitude cientifica" seja significativa quando relacionados com os obtidos no grupo de Controlo, no que se refere aos aspectos: curiosidade; sensibilidade aos seres vivos; respeito pela natureza; respeito pela evidência; flexibilidade. Contudo foi possível verificar a existência de uma diferença significativa na subcategoria "flexibilidade: constituição de grupos" que é superior no grupo "Ciências". Relativamente às variações internas do grupo "Ciências", os dados apontam para a existência de variações significativamente superiores de utilização da "linguagem científica", explicações de 'causa/efeito' dos fenómenos e "organização da informação", mas com incidência no grupo S/História o que contraria a nossa hipótese que as centralizava no grupo C/História. Relativamente às "atitudes científicas", no que se refere aos aspectos: curiosidade; sensibilidade aos seres vivos; respeito pela natureza; respeito pela evidência; flexibilidade - não foram encontrada variações significativas. Apenas na categoria "curiosidade"se encontraram valores significativamente superiores, mas no grupo S/História, o que mais uma vez contraria a nossa hipótese inicial. Dado existirem algumas limitações no presente estudo, quer pelo número reduzido de sujeitos, quer pela própria metodologia utilizada e dificuldades encontradas na construção dos instrumentos de avaliação, não nos permite extrapolar os resultados. Foi no entanto, mais um passo para a compreensão deste vasto campo de interesse e um contributo para o estudo de metodologias e estratégias que promovam um ensino mais eficaz, abrindo perspectivas para uma nova visão da importância do ensino das ciências em idades precoces. |
| dirty | 0 |
| eu_rights_str_mv | openAccess |
| format | masterThesis |
| fulltext.url.fl_str_mv | https://repositorio.ispa.pt/bitstreams/539d0de1-d93e-4705-9081-ffd0fcd2fbf4/download |
| id | ispa_2d300e7b1851bf1abcd6cf3e53bdfc9e |
| identifier.url.fl_str_mv | http://hdl.handle.net/10400.12/440 |
| instacron_str | ispa |
| institution | Ispa-Instituto Universitário |
| instname_str | Ispa-Instituto Universitário |
| language | por |
| network_acronym_str | ispa |
| network_name_str | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| oai_identifier_str | oai:repositorio.ispa.pt:10400.12/440 |
| organization_str_mv | urn:organizationAcronym:ispa |
| person_str_mv | Constantino, Paula Maria Baião e |
| publishDate | 2002 |
| publisher.none.fl_str_mv | Instituto Superior de Psicologia Aplicada |
| reponame_str | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| repository_id_str | urn:repositoryAcronym:ispa |
| service_str_mv | urn:repositoryAcronym:ispa |
| spelling | porInstituto Superior de Psicologia AplicadaporO presente estudo teve como objectivos principais analisar o efeito do ensino da Ciência e Tecnologia em idades precoces e comparar a eficácia de duas metodologias de ensino na apropriação de conhecimentos sobre o mundo físico e construção de atitudes científicas. A sua base teórica é sustentada nas teorias do ensino das "ciências" e que são concomitantes com as da aprendizagem, representadas por autores como, Piaget, Ausubel e Vygotsky, entre outros, bem como nos trabalhos de Harlen, Giordan e Marta, no campo das atitudes científicas e que, actualmente se enquadra no paradigma que defende o ensino precoce das "ciências", considerada situação sine qua non para a promoção e desenvolvimento do pensamento e, como tal, do alargamento conceptual das crianças e jovens. Foram previstas quatro hipóteses. A primeira hipótese sugeria que as crianças que usufruíram do ensino da "ciência" apresentariam um nível superior de apropriação do conhecimento sobre o mundo físico em relação as crianças que não tinham trabalhado a ciência. A segunda hipótese postulava que as crianças que tinham trabalhado a "ciência" apresentariam um nível superior de atitude científica em relação às crianças que não tinham tido ciência. A terceira hipótese sugeria que as crianças que tinham trabalhado a ciência com recurso à narrativa, apresentariam um nível superior na utilização da "linguagem científica", de explicações de 'causa/efeito' e "organização da informação" (eg. registo, ordenação de sequências e produção de história) do que as crianças que não tinham utilizado a narrativa no trabalho com ciência. A quarta hipótese previa que o nível de "atitude científica" seria superior no grupo que trabalhou a "ciência" com recurso à narrativa, nomeadamente nos níveis de: curiosidade; sensibilidade aos seres vivos; respeito pela natureza; respeito pela evidência; flexibilidade - do que no grupo que não recorreu à narrativa. Para testarmos as hipóteses foram avaliadas 58 crianças que frequentavam o ensino pré-escolar oficial, na região de Lisboa, com idades compreendidas entre os 4 e os 6 anos de idade, divididas por três grupos (dois experimentais que trabalharam a "ciência" - Grupo "Ciências"-, ambos com 22 sujeitos, em que um fez recurso à narrativa — Grupo Com História - e outro sem recurso à narrativa - Grupo Sem História - e um Grupo de Controlo), de classe média e de ambos os sexos, através da aplicação de dois instrumentos "Conhecimentos do Mundo” e "Atitudes Científicas". A análise dos resultados mostrou que as crianças que tiveram contacto com o ensino da "ciência", em relação às crianças que não tiveram "ciência", apresentaram níveis significativamente superiores de utilização da "linguagem científica" e numa das categorias que utiliza explicações de ‘causa/efeito’ dos fenómenos, não tendo sido encontrados valores significativos na categoria "organização da informação". Os resultados não sugerem porém que a influência do ensino da "ciência" ao nível da aquisição de "atitude cientifica" seja significativa quando relacionados com os obtidos no grupo de Controlo, no que se refere aos aspectos: curiosidade; sensibilidade aos seres vivos; respeito pela natureza; respeito pela evidência; flexibilidade. Contudo foi possível verificar a existência de uma diferença significativa na subcategoria "flexibilidade: constituição de grupos" que é superior no grupo "Ciências". Relativamente às variações internas do grupo "Ciências", os dados apontam para a existência de variações significativamente superiores de utilização da "linguagem científica", explicações de 'causa/efeito' dos fenómenos e "organização da informação", mas com incidência no grupo S/História o que contraria a nossa hipótese que as centralizava no grupo C/História. Relativamente às "atitudes científicas", no que se refere aos aspectos: curiosidade; sensibilidade aos seres vivos; respeito pela natureza; respeito pela evidência; flexibilidade - não foram encontrada variações significativas. Apenas na categoria "curiosidade"se encontraram valores significativamente superiores, mas no grupo S/História, o que mais uma vez contraria a nossa hipótese inicial. Dado existirem algumas limitações no presente estudo, quer pelo número reduzido de sujeitos, quer pela própria metodologia utilizada e dificuldades encontradas na construção dos instrumentos de avaliação, não nos permite extrapolar os resultados. Foi no entanto, mais um passo para a compreensão deste vasto campo de interesse e um contributo para o estudo de metodologias e estratégias que promovam um ensino mais eficaz, abrindo perspectivas para uma nova visão da importância do ensino das ciências em idades precoces.application/pdfporAquisição do conhecimento e atitudes científicas na infânciaConstantino, Paula Maria Baião eHostingInstitutionOrganizationalRepositório do ISPAe-mailmailto:repositorio@ispa.ptrepositorio@ispa.pt2011-02-11T12:41:11Z20022002-01-01T00:00:00ZHandlehttp://hdl.handle.net/10400.12/440http://purl.org/coar/access_right/c_abf2open accessPsicologia educacionalAtitudesEducação da ciênciaEnsinoCognição socialEducação pré-escolarCiênciaInstrumentosEducational psychologyAttitudesScience educationTeachingSocial cognitionPreschool educationScienceInstruments18952916 bytesliteraturehttp://purl.org/coar/resource_type/c_bdccmaster thesishttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2application/pdffulltexthttps://repositorio.ispa.pt/bitstreams/539d0de1-d93e-4705-9081-ffd0fcd2fbf4/downloadLisboa |
| spellingShingle | Aquisição do conhecimento e atitudes científicas na infância Constantino, Paula Maria Baião e Psicologia educacional Atitudes Educação da ciência Ensino Cognição social Educação pré-escolar Ciência Instrumentos Educational psychology Attitudes Science education Teaching Social cognition Preschool education Science Instruments |
| status | SINGLETON |
| subject.fl_str_mv | Psicologia educacional Atitudes Educação da ciência Ensino Cognição social Educação pré-escolar Ciência Instrumentos Educational psychology Attitudes Science education Teaching Social cognition Preschool education Science Instruments |
| title | Aquisição do conhecimento e atitudes científicas na infância |
| title_full | Aquisição do conhecimento e atitudes científicas na infância |
| title_fullStr | Aquisição do conhecimento e atitudes científicas na infância |
| title_full_unstemmed | Aquisição do conhecimento e atitudes científicas na infância |
| title_short | Aquisição do conhecimento e atitudes científicas na infância |
| title_sort | Aquisição do conhecimento e atitudes científicas na infância |
| topic | Psicologia educacional Atitudes Educação da ciência Ensino Cognição social Educação pré-escolar Ciência Instrumentos Educational psychology Attitudes Science education Teaching Social cognition Preschool education Science Instruments |
| topic_facet | Psicologia educacional Atitudes Educação da ciência Ensino Cognição social Educação pré-escolar Ciência Instrumentos Educational psychology Attitudes Science education Teaching Social cognition Preschool education Science Instruments |
| url | http://hdl.handle.net/10400.12/440 |
| visible | 1 |