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Representações mentais de mulheres adultas no primeiro trimestre de gravidez

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Problema: As investigações acerca das representações mentais no primeiro trimestre são limitadas, visto ser uma fase em que normalmente a mulher não noticia que está grávida, constituindo uma informação desconhecida para investigadores que queiram estudar o problema definido. É, portanto, difícil conseguir uma amostra da população pretendida, sendo necessário um aprofundamento desta temática. Objetivo: Pretende-se explorar as representações mentais que as mulheres têm no primeiro trimestre da gravidez. Método: O estudo é qualitativo, descritivo, transversal, com uma amostra de 16 mulheres, com uma média de idades de 31 anos, que se encontram no primeiro trimestre de gravidez. A amostragem é não probabilística de conveniência, com recurso ao método snowball. Elaborou-se um questionário sociodemográfico e utilizou-se a entrevista semidirigida com recurso à Interview of Maternal Representations during Pregnancy – Revised Version (IRMAG-R). Para o tratamento de dados recorreu-se à análise de conteúdo. Resultados: A representação que a grávida constrói enquanto mãe é diferenciada da sua mãe, e é mais expressiva quando comparada com a perceção que tem sobre o bebé, contrariando o seu bebé imaginário, não tendo dificuldades em fantasiar características do seu futuro bebé. A ressonância emocional da vivência da gravidez é caracterizada pela existência de uma relação com o bebé e é vivida de modo positivo. Verificam-se mais mudanças a nível físico, especialmente as referentes aos distúrbios sentidos nesta fase inicial. As representações que a grávida tem são influenciadas principalmente por acontecimentos difíceis ou traumáticos vividos na infância ou recentemente.
Autores principais:Cunha, Rita Fernandes Lemos Laires e
Assunto:Gravidez Representações maternas Primeiro trimestre IRMAG-R Pregnancy Maternal representations First trimester
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Problema: As investigações acerca das representações mentais no primeiro trimestre são limitadas, visto ser uma fase em que normalmente a mulher não noticia que está grávida, constituindo uma informação desconhecida para investigadores que queiram estudar o problema definido. É, portanto, difícil conseguir uma amostra da população pretendida, sendo necessário um aprofundamento desta temática. Objetivo: Pretende-se explorar as representações mentais que as mulheres têm no primeiro trimestre da gravidez. Método: O estudo é qualitativo, descritivo, transversal, com uma amostra de 16 mulheres, com uma média de idades de 31 anos, que se encontram no primeiro trimestre de gravidez. A amostragem é não probabilística de conveniência, com recurso ao método snowball. Elaborou-se um questionário sociodemográfico e utilizou-se a entrevista semidirigida com recurso à Interview of Maternal Representations during Pregnancy – Revised Version (IRMAG-R). Para o tratamento de dados recorreu-se à análise de conteúdo. Resultados: A representação que a grávida constrói enquanto mãe é diferenciada da sua mãe, e é mais expressiva quando comparada com a perceção que tem sobre o bebé, contrariando o seu bebé imaginário, não tendo dificuldades em fantasiar características do seu futuro bebé. A ressonância emocional da vivência da gravidez é caracterizada pela existência de uma relação com o bebé e é vivida de modo positivo. Verificam-se mais mudanças a nível físico, especialmente as referentes aos distúrbios sentidos nesta fase inicial. As representações que a grávida tem são influenciadas principalmente por acontecimentos difíceis ou traumáticos vividos na infância ou recentemente.